Vitória 3x3 Cruzeiro - 30/08/2009

De CruzeiroPédia .:. A História do Cruzeiro Esporte Clube
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Confrontos
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Por temporada
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Por Campeonato Brasileiro 2009
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No estádio Barradão
Escudo Vitória.png 0x2 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Vitória.png 0x1 Escudo Cruzeiro.png
Contra Vitória
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Escudo Vitória.png
Vitória
3 × 3 Escudo Cruzeiro.png
Cruzeiro
22ª rodada do Campeonato Brasileiro 2009
Data: 30 de agosto de 2009 Local: Salvador, BA
Horário: 18:30 Estádio: Barradão
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique Público pagante: 8.138
Assistente 1: Jackson L Massarra dos Santos Público presente: Não disponível
Assistente 2: Vinicius da Vitória Nascimento Renda: R$ 147.870,00 R$ 147.870 <br />Cr$ 147.870 <br />NCr$ 147.870 <br />Cz$ 147.870 <br />NCz$ 147.870 <br /> (preço médio: R$ 18,17 )
Súmula: Súmula Borderô
Escalações
Vitória: Cruzeiro:

1. Viáfra 1. Andrey
2. Nino Substituição realizada de jogo ( Jackson ) 2. Gil
3. Anderson Martins 3. Leonardo Silva Cartão amarelo recebido aos
4. Fábio Ferreira Cartão amarelo recebido aos 4. Thiago Heleno Cartão amarelo recebido aos Cartão amarelo recebido aos Cartão vermelho recebido aos
5. Magal 5. Jancarlos Substituição realizada de jogo ( Vinícius Santos )
6. Uellinton Cartão amarelo recebido aos Substituição realizada de jogo ( Leandrão ) 6. Fabrício
7. Vanderson 7. Henrique
8. Ramon Gol aos do 8. Gilberto Gol aos do Gol aos do Substituição realizada de jogo ( Fabinho Alves )
9. Leandro Substituição realizada de jogo ( Éldson ) 9. Diego Renan
10. Neto Berola 10. Thiago Ribeiro Gol aos do
11. Roger Cartão amarelo recebido aos Gol aos do Gol aos do 11. Soares Cartão amarelo recebido aos Substituição realizada de jogo ( Guerrón )
Técnico: Vágner Mancini Técnico: Adilson Batista
Reservas que não entraram na partida
Vitória: Cruzeiro:


Pré-Jogo

O Cruzeiro está na 13ª posição com 28 pontos. O Vitória na 12ª, com 28 pontos e melhor saldo de gols.

Adílson Baptista não contará com Marquinhos Paraná e Elicarlos (3º amarelo), Kléber, Fábio e Jonathan, machucados.

Wellington Paulista, que machucou o dedão do pé com porta de um guarda-roupa, é dúvida.

Vagner Mancini não poderá escalar Apodi e Domingues, jogadores emprestados pelo Cruzeiro ao Leão da Barra.

O Vitória é favorito, pelo fator campo e pelas ausências. Se Domingues tem em Ramon Menezes substituto à altura, Jonathan, Fábio, Paraná e Kléber não têm no time mineiro.

Lance a lance

Primeiro Tempo

  • 18h34 – Começa o jogo. Cruzeiro, todo de branco, defende gol à esquerda das tribunas. Vitória joga com uniforme tradicional. Tempo chuvoso, gramado encharcado.
  • 03 – Uelliton escorrega, Jancarlos chuta, Viáfara defende com o joelho, Gilberto fica com o rebote e chuta a bola para as redes. Cruzeiro 1×0.
  • 04 - Roger cabeceia, Andrey defende.
  • 05 - Gilberto, na entrada da área, tenta tabelar com Rhiago Ribeiro, mas a bola fica presa numa poça d’água.
  • 06 - Gilberto segura Vanderson perto da área. Falta. Uelliton cobra, bola acerta barreira e volta para o meio de campo.
  • 07 - Soares cruza, Fábio Ferreira corta.
  • 08 - Roger tenta jogada individual dentro da grande área, Leonardo Silva despacha a bola.
  • 11 - Neto Berola invade a área e cruza. Juiz marca tiro de meta.
  • 12 - Nino Paraíba avança para a área, mas é contido, com falta por Thiago Heleno, que recebe cartão amarelo.
  • 13 – Ramon Menezes cobra falta da entrada da área, Andrey desvia bola pra escanteio.
  • 15 - Ramon gira dentro da área e passa a Roger, que chuta à direota de Andrey.
  • 16 – Leandro Silva cruza, Thiago Heleno corta.
  • 18 – Neto Berola recebe lançamento na entrada da área, chuta, Andrey defende, mas juiz marca impedimento.
  • 19 - Bombardeio do Vitória. Leandro Silva apanha o reboter e chuta duas avezes até Andrey desviar a bola para escanteio, com os pés.
  • 20 – Fabrício chuta da entrada da área, bola passa à esquerda de Viáfara. Do outro lado, Andrey cae e pede atendimento.
  • 22 – Andrey se recupera, jogo recomeça.
  • 23 – Neto Berola cruza para Roger, que tenta o voleio e cai. Torcida pede pênalti, juiz marca escanteio.
  • 25 – Ramon lança para Neto Berola, juiz marca o impedimento, torcida e jogadores locais reclamam.
  • 26 – Soares é derrubado perto da área. Jancarlos cobra, Viáfara defende e puxa o contra-ataque, que Leonardo Silva para com falta e recebe cartão amarelo.
  • 30 - Ramon lança Neto Berola, mas Leonardo Silva, fica com a bola.
  • 32 - Neto Berola cruza, Ramon cabeceia à direita de Andrey.
  • 33 – Diego Renan lança Soares, que chega livre na cara do gol. Bandeira marca impedimento.
  • 34 - Fábio Ferreira comete falta em Soares e recebe cartão amarelo.
  • 35 – Vagner Mancini reclama do juiz e é expulso.
  • 36 - Fabrício levanta na área, Thiago Ribeiro cabeceia, bola sai pela linha de fundo.
  • 37 – Roger recebe na área, gira e chuta no meio do gol. Andrey defende.
  • 38 - Nino Paraíba chuta forte de fora da área, Andrey espalma a bola para escanteio.
  • 39 - Roger reclama de marcação de falta e recebe cartão amarelo.
  • 40 – Soares derruba Vanderson no meio do campo e recebe cartão amarelo.
  • 41 – Leandro Silva chuta, Thiago Heleno desvia para as redes, mas juiz marca impedimento do ataque rubronegro.
  • 42 – Leandro Silva recebe cartão amarelo por reclamação.
  • 43 - Jancarlos cobra falta, bola desvia na zaga do Vitória e sai pela linha de fundo.
  • 44 – Ramon cobra escanteio no 2º poste, Fábio Ferreira cabeceia pra fora.
  • 45 – Fabrício erra na saída de bola e deixa Neto Berola de cara com o gol. Andrey salva o gol.
  • 47 - Fim de 1º tempo. Jogadores dos dois times reclamam do juiz. Andrey lamenta ter entrado no time devido a contusão de Fábio e dá graças a Deus pelas boas defesas.

Segundo Tempo

  • 19h37 – Começa o 2º tempo. Os times voltam sem alterações.
  • 01 – Diego Renan chuta de fora da área, bola fica com a zaga do Vitória.
  • 02 – Fábio Ferreira lança na lateral esquerda, bola fica com o Cruzeiro.
  • 03 – Uelliton calça Thiago Ribeiro e recebe cartão amarelo.
  • 04 - eto Berola cruza para Roger, que não domina a bola. Leonardo Silva fica com ela e sai jogando.
  • 07 – Roger chuta de fora da área, Gil cede escanteio.
  • 09 - Thiago Ribeiro avança pela ponta-direita e chuta. Bola sai pela linha de fundo.
  • 10 - Cruzeiro tenta segurar o jogo trocando passes no meio de campo.
  • 12 – Magal lança Roger, que está impedido.
  • 13 - Jancarlos chuta para o gol, a bola quica, mas fica com Viáfara.
  • 14 – Thiago Ribeiro desce pela esquerda, cruza para Soares, Fábio Ferreira se antecipa e fica com com a bola.
  • 15 – Leandro Silva recebe lançamento de Ramon Menezes e cruza rasteiro. Neto Berola dribla Andrey, mas chuta pra fora.
  • 18 – Vínicius substitui Jancarlos e vai para a lateral-esqeurda. Diego Renan vai para a direita.
  • 19 – Fabrício entra na área, é tocado por Vanderson no joelho e desaba. Juiz marca pênalti. Gilberto cobra no canto direito de Viáfara, que cai para o lado oposto. Cruzeiro 2×0.
  • 20 – Nino Paraíba tenta chegar pela ponta-direita, mas Thiago Heleno corta para escanteio.
  • 21 - Ramon Menezes bate falta. Roger antecipa-se a Gil, na pequena área, e cabeceia para as redes, sem chance de defesa para Andrey. Vitória 1×2.
  • 23 – Jackson substitui Nino Paraíba.
  • 24 – Fabinho Alves substitui Gilberto para ficar na linha de volantes. Fabrício fica mais adiantado como armador.
  • 25 – Vitória pressiona, Cruzeiro se defende.
  • 26 – Guerrón substitui Soares.
  • 28 - Ramon Menezes levanta a bola no 2º poste, Roger cabeceia, Leonardo Silva corta.
  • 29 – Elkeson substitui Leandro Silva.
  • 30 - Cruzeiro pressiona, mas não cosnegue arrematar a gol.
  • 31 – Fabrício puxa o contra-ataque e toca para Thiago Ribeiro que, sozinho na área, toca por cima de Viáfara. Cruzeiro 3×1.
  • 33 - Guerrón recebe lançamento de Fabrício, invade a área, pedala e chuta. Viáfara espalma para escanteio.
  • 34 – Leandrão substitui Uelliton.
  • 35 - Vitória pressiona, Cruzeiro, recuado, perde o controle da aprtida. Está à mercê do adversário.
  • 38 – Thiago Heleno impede a passagem de Vanderson rumo à área celeste com um agarrão, recebe o 2º cartão amarelo e o vermelho.
  • 39 - Ramon Menezes cobra falta por cima do travessão.
  • 40 – Ramon Menezes recebe passe de Roger e manda a bola no canto esquerdo de Andrey. Vitória 2×3.
  • 41 – Chuva fica mais forte em Salvador.
  • 42 – Completamente desarticulado, Cruzeiro espera pelo gol de empate sem qualquer capacidade de reação. Vitória troca passes sem qualquer dificuldade.
  • 43 – Roger é lançado por Jackson e solta uma bomba. Bola encobre Andrey, bate no travessão e vai para as redes. Vitória 3×3.
  • 45 – Vitória desperdiça duas chances seguidas de desempatar. Na segunda, bola tira tinta do poste esquerdo do arco celeste.
  • 47 – Cruzeiro não consegue segurar a bola. Já entregou a partida e está só esperando o gol de desempate.
  • 48 – Fim de jogo. Vitória teve 54% de posse de bola. Cometeu 21 faltas contra 22 do Cruzeiro. Teve 11 escanteios a favor contra 3 do Cruzeiro e chutou 15 vezes a gol contra 5 vezes do Cruzeiro.

Vídeos

Atuações

  • Adilson Batista – Do time que encantou a torcida no 1º semestre, ele não contou com Fábio, Jonathan, Magrão, Marquinhos Paraná, Ramires, Wagner, Kléber e WP, vendidos, suspensos, acometidos por contusões administrativas e outras, por estranho que pareça, reais. Não fosse pelos volantes de confiança, que se desdobram pra defenderem e atacarem, já estaria frito. Se não conseguir montar um time no meio do campeonato, será o boi de piranha de uma política que privilegia os bons negócios ao invés de títulos. Contra o Vitória, jogou com três beques e dois laterais, que jamais conseguiram ser alas. Mesmo assim o time fez três gols. Mas não conseguiu evitar outros tantos. Seus inimigos já estão correndo para o abraço confiantes de que, dos jogos contra a trinca São Paulo / Palmeiras / Inter, ele não escapa.
  • Torcida – Mesmo com o toró que despencou em Salvador antes do jogo, centenas de cruzeirenses compareceram e apoiaram o time. Mereciam até um final de jogo mais feliz.
  • Andrey – Fez cinco defesas consagradoras no 1º tempo. E levou três gols praticamente indefensáveis no 2º. Talvez Dida, em seus melhores dias, tivesse evitado aqueles gols. Mas como não é todo dia que aparece um Dida, digamos que os lances do empate do Vitória estavam além do que prometia a força humana.
  • Gil – Falhou em dois gols. Mas como o futebol não é feito só de falhas, também teve bons momentos. Dos quais, evidentemente, o torcedor jamais vai se lembrar.
  • Leonardo Silva – Falhou em dois gols. E em várias jogadas avulsas aqui e acolá. Mas também acertou em outras. Como sói acontecer com qualquer beque que não seja argentino (estes jamais falham!). Não é caso para se mandar crucificar. Mas será, logo, logo, pois esta é a lógica do futebol. É assim que o torcedor brasileiro compreende o jogo. Alguém tem de levar a culpa pela decepção do fanático. Que seja o beque, então. Todo mundo erra na origem da jogada, mas só goleiros e beques pagam.
  • Thiago Heleno – Nos lances em que falhou, não houve gol. Num, escorregou, mas o atacante desperdiçou. Noutro, fez autogol, mas o ataque vitoriano estava impedido. As demais acusações deveriam ser dirigidas a seus desastrados colegas de zaga. Mas como TH virou o cristo da hora, tem que carregar todos os pecados da defesa celeste. E a expulsão? -vão inquirir os promotores. Bem, aí, temos duas explicaçãos. Para os conspiradões, tudo não passa de um complô contra o Cruzeiro. Para os táticos, foi benéfica, pois o time passou o desastrado sistema com três beques para a confiável formação com dois. Destarte, seja lá qual for o questionamento, a expulsão não tira pontos na avaliação do beque de Se’lagoa. É tudo muito simples. Só não vê quem não quer.
  • Jancarlos – Continuar sem reeditar seus piores momentos. Se continuar assim, ainda vai parar no título de um destes posts de avaliações individuais.
  • Henrique – Cumpriu todos os itens, ou melhor, gastou todas as expressões do jargão futebolês: doação, entrega, recomposição, ocupação de espaços, solidariedade, jogou por dentro, pelos lados, enfim, foi o Henrique de sempre. Ou quase, pois dessa vez atacou pouco.
  • Fabrício – No 1º tempo, ao tentar cortar uma bola, colocou Neto Berola na cara do gol. Uma falha que ele pagou com juros sofrendo um pênalti, servindo Thiago Ribeiro para o 3º gol, fazendo um lançamento pra Guerrón não passar o jogo em branco e, sobretudo, com muita entrega como volante e como armador. Armador? Sim, embora os cegos não tenham percebido isto.
  • Fabinho Alves – Dependendo da má vontade do desafeto do Adílson Baptista, ele foio 4º beque ou 4º volante. Na verdade, não foi uma coisa nem outra. Foi apenas, diriam os locutores d’antanho, uma figura decorativa.
  • Diego Renan – Discreto. Não comprometeu nem brilhou em nenhuma das laterais.
  • Vinícius – Fraco. Alias, muito fraco.
  • Gilberto – Fez dois gols e armou algumas jogadas. Não tantas como Wagner costumava fazer. Falta-lhe a energia pra dar mais dinaminsmo ao time. Mas dois gols são dois gols, ora! Por isto, ele vai para o trono!
  • Thiago Ribeiro – Agora, deu de fazer gols. O que avacalha seus perseguidores contumazes, que viam nessa carência motivo pra pedir sua cabeça. Um deles já ensaia outra cantilena: “Ele não corre como o Bolt!” É verdade. Mas recompõe. E, como se sabe, recompor também é jogar.
  • Soares – Anda recompondo muito e jogando pouco.
  • Guerrón – Em 20 minutos, fez duas boas jogadas, uma delas após lançamento preciso de Fabrício. Percebendo o perigo, Vagner Mancini trocou Leandro Silva por um jogador com nome de aparelho de som só pra cercar La Dinamita. Funcionou. E o equatoriano continua devendo a tal recomposição. No final, a bequeira vitoriana partiu pra cima do Cruzeiro e ele, fingindo que o assunto não era com ele, ficou paradão no ataque. Se oriente, rapaz!
  • Juiz & Bandeiras – O Vitória está dizendo que foi roubado. Não tem razão. Na Europa, o pênalti sobre o Fabrício não seria marcado, posto que a encenação foi muito além do encostão sofrido pelo, naquele momento, armador celeste. Mas, se aqui nos trópicos é assim que funciona, nada a reclamar.
  • Adversários – O velhinho Ramon Menezes armou o time rubronegro com a velha classe de sempre. E com mais fôlego do que qualquer jogador do Cruzeiro. Como explicar? Roger estava com a macaca. E melhor do que nos tempos de Macaca. Fez dois gols e, por pouco, não emplacou outros dois. Os demais foram à luta com mais vontade do que técnica.

O que foi dito

  • Vinicius Cabral disse: Quem mais fez falta foi o Paraná, que saberia cadenciar o jogo e dar um basta nos chutões. Hoje, Fabrício foi um guerreiro e talvez o único que insistiu em jogar com a bola no chão, com calma. Andrey foi muito bem no jogo. Thiago Ribeiro não teve tantas oportunidades, mas lutou e se movimentou o tempo todo. Soares conseguiu ser pior que o Thiago Heleno. Jeancarlos fez uma boa partida, mas se cansou. Diego Renan, apesar do cruzamento para o 3º gol, poderia ter se saído melhor, pois sabe sair jogando.
  • João Chiabi Duarte disse: Não se pode deixar centroavante cabecear livre na área. É o problema de se usar 3 beques. Não gosto deste esquema que vai afastando, afastando, afastando e não combate. Afunda a marcação. Quer jogar no 3-5-2, use um volante pra fazer o 3º zagueiro. E no final tinha é mais beque e volante e mesmo assim o time levou 2 gols. Isto prova que muito beque e muito volante em campo não significa sistema de marcação ou sistema defensivo forte.
  • Edu Mano disse: É irritante como este time vem jogando mal. O futebol foi meia-boca quase o jogo todo. É irritante como deixamos espaços pro adversário. É irritante como nosso meio campo sumiu! Gilberto é um grande jogador, que somou demais ao time, mas o esquema tático com ele em campo mudou totalmente. Estamos jogando um “neofutebol”. Sem meio de campo. É um tal de chutar pra frente, rifar e esticar bola pra atacante correr. E o meio campo inexiste. O Adílson precisa fazer algo pra corrigir isso. Tem de colcoar o time pra tocar a bola e jogar junto. Ok, choveu muito, o campo estava pesado etc. Mas o que ocorreu foi inaceitável. Um time de envergadura não pode deixar um 3×1 virar 3×3 em 5 minutos. Foi um “dèjavu” dos tempos do Dorival Jr. E o resultado não foi injusto, pois o Vitória produziu mais, jogou mais e ameaçou mais que o Cruzeiro. Mesmo reconhecendo que a aposta era o contra-ataque, não jogamos bem. A cena emblemática aconteceu aos 42 do 2º tempo quando houve um lateral pro Cruzeiro e o Adílson chegou na beirada do campo e gritou ‘Segura a bola no campo de ataque!’. Mas o Cruzeiro errou o lateral e o treinadir foi à loucura esbravejando e xingando tudo o que podia. Na sequência, o Roger acertou aquele balaço e fez o gol de empate, Coitado do Adílson!
  • Chaves disse: Gil foi muito mal hoje. Mas quem avacalhou, mesmo, foi o Thiago Heleno por ter sido expulso. Adilson acertou ao colocar Fabinho Alves e adiantar Fabrício, que fez a jogada do 3º gol, mas achei que vacilou ao não sacar o Thiago Heleno no intervalo, pois ele já estava amarelado e pedindo pra ser expulso.
  • King Arthur disse: O que fizemos foi jogar uma bela partia fora. E eu querendo dizer que Fabrício, Gilberto, Jancarlos e o Henrique haviam se superado. Mas a molecagem decidiu. Parece que o time pensa que, por estar ganhando, o adversário já não conta mais. E não é nada disso. Tinha que jogar sério, chutar pro mato, se necessário. O castigo veio na forma de três c=gols concedidos ao adversário. No 1º, Leonardo Silva não vai na bola e deixa o adversário cabecear sozinho. Thiago Heleno, mesmo sabendo que seria expulso, e vendo que havia gente para combater o adversário, fez a falta que resultou na expulsão. Sacaneou o time numa boa. No 2º gol, Ramon recebeu livre e o Fabinho Alves, apenas dois metros distante, permitiu que ele se ajeitasse como bem entendesse para decidir a jogada. No 3º, nosso beque demorou uma hora pra chegar.
  • Romarol disse: O Cruzeiro achou o gol logo no início. A defesa esteve bem, mas o meio-de-campo sentiu falta do carregador de piano Marquinhos Paraná. Poucas jogadas foram articuladas pelo setor. Sobrava para os atacantes apenas chutões desferidos pela defesa. Na etapa final, o Cruzeiro achou um pênalti. Porém, o Vitória reagiu logo em seguida. Fabrício sofreu o pênalti e ainda deu uma assistência perfeita pro Thiago Ribeiro ampliar. No entanto, após a expulsão do Thiago Heleno, houve um terrível apagão na defesa celeste. Após 2 minutos, o Vitória fez o 2º gol e, 3 minutos adiante, o 3º. E o 4º só não saiu porque o juiz apitou o final da partida. O Vitória foi melhor contra um time sem meio de campo. Volta, Paraná!
  • Gleyton disse: Adilson vacilou, hoje. Voltou a utilizar um esquema com 3 zagueiros que seus jogadores não têm competência pra executar. Claro que suas opções pra armar o time de forma diferente também eram bastante limitadas. A marcação se deu muito atrás, com a bequeira tendo muita dificuldade pra acompanhar as jogadas. O resultado foi bom diante do que o time produziu e fez justiça ao Vitória.
  • Marco Soalheiro disse: Incompetência generalizada pra defender. Se o Vitória tivesse feito metade das chances que criou tínhamos levado uma goleada. No 1º tempo, eles ganhavam todas as segundas bolas. No 2º, Adilson mandou adiantar a marcação, mas aí veio o apagão dos últimos minutos. Se não acertar urgente a marcação, não teremos chances contra os três candidatos ao título que enfrentaremos.
  • Gustavo Martins disse: O mais incrível era como nosso time dava chutões a torto e a direito enquanto o Vitória sempre tocava a bola. Gostei das atuações de Andrey, Gilberto e Fabrício, os mais lúcidos do time. Agora é bola pra frente, e continuar mirando o G4.
  • Dylan disse: Andrey pegou umas bolas importantes no 1º tempo e deixou passar duas defensáveis. Saldo final regular. Definitivamente, não é o Fabio mas quem no Brasil é? Não dá pra debitar esta na conta dele. Fabrício foi o melhor em campo. Numa certa altura, o Cruzeiro tinha 4 volantes e 4 zagueiros. Vou até consultar o Guiness pra ver se isto não é record mundial.
  • Danilo VIX disse: Nos dois primeiros gols do Vitória, houve erros toscos de marcação dos zagueiros. A zaga do Cruzeiro caiu 100% de produção. Leonardo Silva está dormindo e o Thiago Heleno se atrapalha com ele mesmo. Foi expulso de maneira tola e infantil.
  • Matheus Penido disse: O resultado pode ser lamentado pelas circunstancias, mas não custa lembrar que o Vitória foi até certa altura o melhor mandante do campeonato. Andrey não falhou. No 1º gol, zaga deixou o Roger livre (Fabinho Alves não o acompanhou) e ele fulminou o goleiro. No 3º não há nem o que dizer. Méritos pro Roger. Os três zagueiros vinham bem o jogo todo, com exceção do 1º gol, quando a falha foi mais do Fabinho Alves. A casa só caiu depois dos 40 minutos, após a expulsão do odiado Thiago Heleno, que muitos cruzeirenses comemoraram (dificil acreditar, mas é verdade). Ficou clara a falta de malandragem do time, incapaz de segurar a bola na frente e capaz de tomar 2 gols de pelada como os primeiros. Soares está vivendo uma fase apagada, quase não sendo notado em campo. Tem sido assim desde que chegou ao clube, faz algumas boas partidas e outras apagadíssimas. Na fase atual, ele tem sido de uma inutilidade contundente. Fabrício foi um leão com suas arrancadas no 2º tempo. Guerrón fez duas ótimas jogadas de ponta-direita. Por enquanto deve continuar entrando no 2º tempo pra explorar sua velocidade e força. O Cruzeiro foi inferior, principalmente no 1º tempo. Mas como Andrey estava inspirado e o contra-ataque funcionou, a vitória estava na mão. Só que, aos 40 do 2º tempo, deu pane garal na defesa, o time abriu o bico e por pouco não saiu de maõs abanando de Salvador. Faltou força.
  • Evandro Oliveira disse: O Cruzeiro atuou com 3 zagueiros enquanto o Thiago Heleno esteve em campo. Fabinho Alves não entrou como zagueiro. Fez o papel de 1º Volante. Vinícius não entrou como zagueiro. Tentou fazer o papel de lateral-esquerdo. Com a expulsão do Thiago Heleno, ficamos com dois zagueiros. Não vou recomendar rever o jogo pois além de ser coisa de masoquista, não vai mudar em nada a opinião de quem viu o Cruzeiro com cinco zagueiros. Tá bom assim.

Fontes

Transmissão

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