Róbson Michael Signorini

De CruzeiroPédia .:. A História do Cruzeiro Esporte Clube
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Robinho
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Informações pessoais
Nome completo Róbson Michael Signorini
Data de nasc. 10/11/1987 (31 anos)
Local de nasc.

Marialva

Posição Meia
Jogos 122 (Oficais: 119 / Amistosos: 3)
Gols 21
Elenco atual? Sim [Detalhes]


Histórico

Fez sua estreia no dia 28 de maio de 2016 no empate por 1x1 contra o América-MG pelo Campeonato Brasileiro 2016.

Fez seu primeiro gol no dia 28 de agosto na vitória por 2x0 sobre o Santa Cruz pelo Campeonato Brasileiro 2016.

No dia 22 de julho de 2018 foi homenageado[1][2] por ter alcançado 100 jogos pelo Cruzeiro na vitória por 3x1 sobre o América-MG pelo Campeonato Brasileiro 2018.

Números por ano

Ano Jogos Titular Reserva Cartões Amar. Cartão amarelo recebido aos Cartões Verm. Cartão vermelho recebido aos Gols Gol aos  do
2016 30 27 3 3 0 7
2017 36 31 5 7 1 10
2018 56 45 11 13 0 4

Mídia

Entrevistas Coletivas

Entrevista para o jornal Super

Nota: Etnrevista feita antes do segundo jogo da Copa Libertadores contra o Boca Jrs

Quando você colocar a cabeça no travesseiro hoje, no que vai sonhar, no que vai pensar? Dá um frio na barriga?
  • A gente sente muito mais do que o torcedor. Frio na barriga, ansiedade. De coração, eu acabei ali sonhando com o jogo agora. Dei uma chocilada à tarde e sonhei com a gente entrando dentro de campo. Não dá para descrever direito a sensação. É uma sensação maravilhosa, boa, mas ao mesmo tempo nervosa. Esperamos que essa ansiedade possa ficar no vestiário e a gente entre em campo com a maior tranquilidade do mundo, porque a gente precisa fazer um grande jogo.
Por jogarem no meio-campo, você e o Thiago Neves acabam sendo o termômetro do time. Quando vocês estão bem, o resto do time rende melhor. Para uma partida como essa, que já começa 2 a 0 para o Boca Juniors, como você avalia esta importante função que que precisam fazer?
  • Quem joga ali na função de meio-campo, quando está bem, o time tem chances de ir muito bem no jogo, porque a bola passa muito nos nossos pés. O que a gente precisa ter é muita tranquilidade, sabedoria, frieza para fazer as jogadas. Não adianta tentar fazer as coisas de qualquer jeito porque está 2 a 0 para o adversário. Vamos fazer as coisas de forma natural, ter força, paciência, atitude, principalmente, e certeza de que estamos preparados. Vontade, personalidade não vão faltar. Se a gente conseguir fazer as coisas que treinamos e como é esperado por nós mesmos e por nosso torcedor, vamos ter coisas maravilhosas no final da noite.
Você é um dos principais jogadores do Cruzeiro em assistências nesta temporada. Ao que se deve isso?
  • Se deve muito ao fato de eu ter me cobrado no ano passado, quando eu acabei fazendo mais gols e dando poucas assistências. O que eu mais gosto na função é dar assistência. Fazer gol é muito importante e é com isso que a gente ganha o jogo, mas dar assistência na minha função é muito importante. Eu sou um organizador (de jogadas) e, graças a Deus, neste ano, eu estou tendo a oportunidade de deixar os atacantes em boas condições de fazer o gol. Isso me deixa feliz, me deixa empolgado, porque cada vez mais que eu toco a bola para um atacante e ele converte, eu tenho ainda mais tranquilidade para tocar a bola para eles.
Teve uma fase nesta temporada que você não estava muito bem fisicamente. Aí veio a volta por cima. Como foi este trabalho?
  • Foi um pouco antes da parada para a Copa do Mundo.Eu dei uma queda no rendimento, mas todo o time também caiu. Eu entendo que alguns jogadores são mais cobrados, o que é o meu caso, do Thiago Neves, do Fábio, que são jogadores que têm um pouco mais de liderança, um pouco mais de força para decidir um jogo. Entendo isso por parte do torcedor, da imprensa e não me importo. Teve a parada para a Copa e eu foquei demais em me recuperar, em descansar e voltar da intertemporada melhor ainda. Eu voltei com tudo, voltei voando e comentei com o Egídio no quarto que, quando eu voltasse para a equipe, não sairia mais. Falei que iria voar nesta intertemporada. Eu queria ser titular porque vamos ser campeões nesta temporada e eu vou fazer de tudo para continuar na equipe. Eu trabalhei muito, o Mano Menezes confia muito em mim e me deixou no time.
O Cruzeiro é um time cascudo. Quais são as virtudes deste elenco?
  • Primeiramente, o treinador. Você precisa ter um técnico confiável e que confia em você. O Mano Menezes confia muito no elenco e a gente confia muito nele. Isso é importante. Também ter do lado de fora uma diretoria que te dá todo o respaldo. E isso ela está nos dando. Não traz nenhum problema para dentro do grupo, pagando em dia. Isso faz parte do dia a dia do Cruzeiro e ajuda o jogador a entrar em campo da melhor maneira possível. Sem contar que temos um time mais experiente, um pouco mais velho de idade e isso faz muita diferença. Os meninos novos que estão entrando estão dando conta do recado, mas tem uma espinha dorsal que já está mantida há algum tempo e isso faz diferença nos campeonatos.
Pela primeira vez em uma fase mata-mata, vocês vão ter que lidar com a situação de precisar fazer uma diferença de gols para vencer e se classificar. Como é jogar precisando de gols e sem poder levar?
  • Vai ser mais parecido com o Campeonato Mineiro, quando a gente precisava fazer, mas a gente respeita muito o Boca Juniors e estamos conscientes de que podemos fazer o placar que precisamos, que temos qualidade para isso. Vamos jogar com naturalidade, com tranquilidade, sem aquela pressão para dentro da gente, sabendo que temos condições de fazer. Vai ser diferente destas outras finais que a gente teve. Estamos preparado para encarar este desafio.
O Egídio falou que o Cruzeiro vai fazer quatro gols. E o Robinho, o que pode afirmar?
  • O Egídio está otimista e eu estou otimista junto com ele, mas eu respeito muito o time do Boca Juniors, sei das dificuldades que vamos encontrar. Vamos jogar. Eu tenho certeza de que a resposta no final da noite vai ser maravilhosa e com o Cruzeiro classificado.
Como você vê esta manifestação dos torcedores, com faixas de incentivo colocadas próximas das casas dos atletas?
  • Foi muito legal, confesso que nunca tinha visto isto. Fiquei muito feliz. Algum torcedor adversário deve ter arracado a minha faixa e do Rafinha lá, porque eu acabei nem vendo, mas recebi muitas fotos. Colocaram à noite e de manhã não estava mais. Faz parte do torcedor adversário ficar com um pouco de ciúme. Mas eu fico feliz com esta iniciativa do nosso torcedor e ele pode ter certeza de que todos os jogadores viram. Não posso falar se vamos descer no meio da torcida. Vai ser uma surpresa e espero que os cruzeirenses possam estar lá na frente e acompanhar o que vai acontecer.
Você é um jogador que tem uma identificação enorme com o torcedor, sempre atencioso, dando autógrafos. Qual a importância deste tipo de atitude?
  • Quando eu estava no Coritiba, o Alex sempre falava para mim que eu tinha a cara Cruzeiro e eu fica me imaginando atuando pelo clube. O Marcelo Oliveira algumas vezes tentou me trazer para cá e não deu. Hoje aqui, me sinto em casa e estou feliz demais. Não só pelo torcedor, mas também pela diretoria e peas pessoas que trabalham no clube. Isso não tem como se pagar. Estou feliz demais no Cruzeiro e, quando você está feliz em um lugar, a motivação para trabalhar e fazer o seu melhor é muito grande.
Coração no bico da chuteira para a decisão de amanhã contra o Boca Juniors?
  • Mente livre e coração na ponta de chuteira. O sangue vai estar fervendo e eu tenho certeza de que resposta vai ser ótima dentro de campo.
Como se preparar para a catimba e as artimanhas dos argentinos? O Mano Menezes tem mexido no psicológico de vocês atletas para esta partida?
  • O Mano é um técnico muito inteligente e um de seus pontos fortes é mexer com a cabeça dos jogadores. E a gente também tem muitos argentinos aqui e eles já estão passando para a gente o que pode acontecer no jogo e a gente está preparado para estas situações.
Qual mensagem você deixa para o torcedor do Cruzeiro?
  • Que ele continue nos apoiando nestes jogos decisivos. Que os cruzeirenses nos incentivem, gritem dentro de campo. Pode não parecer, mas faz muita diferença para nós jogadores e, quando eles estão gritando, são importantes para que a gente possa passar de fase, conquistar títulos. Então, que ele continue fazendo a mesma coisa de sempre e que, depois do apito final, a gente vai estar gritando e comemorando juntos.
Vai dormir com a bola ou com a bandeja?
  • Eu poderia dormir com os dois, mas vou dormir abraçado com o meu travesseiro da sorte. Neste jogo, eu vou fazer de tudo para ajudar o Cruzeiro a se classificar. [3]

Títulos

Referências