Real Potosí 1x1 Cruzeiro - 27/01/2010

De CruzeiroPédia .:. A História do Cruzeiro Esporte Clube
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Confrontos
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Por temporada
Escudo Cruzeiro.png 6x0 Escudo Uberlândia.png Gol aos do Escudo Betim.png 3x0 Escudo Cruzeiro.png
Por Copa Libertadores da América
Escudo Cruzeiro.png 1x2 Escudo Estudiantes.png Gol aos do Escudo Cruzeiro.png 7x0 Escudo Real Potosí.png
No estádio Víctor Ugarte
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Contra Real Potosí
Escudo Real Potosí.png 5x1 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Cruzeiro.png 7x0 Escudo Real Potosí.png

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Escudo Real Potosí.png
Real Potosí
1 × 1 Escudo Cruzeiro.png
Cruzeiro
Copa Libertadores da América 2010 - 1ª fase - jogo de ida
Data: 27 de janeiro de 2010 Local: Potosí, BOL
Horário: 21h50 Estádio: Víctor Ugarte
Árbitro: Víctor Rivera Público pagante: 35.000
Assistente 1: Luis Eduardo Ávila Público presente: Não disponível
Assistente 2: Luis Alberto Abadie Renda: R$ 0,00 R$ 0
Cr$ 0
NCr$ 0
Cz$ 0
NCz$ 0
(preço médio: R$ 0,00 )
Súmula: Súmula
Escalações
Real Potosí: Cruzeiro:
1. Mauro Machado 1. Fábio
7. Eguino Cartão amarelo recebido aos 30  (1T) 30'  (1T)   17. Elicarlos
5. Ricaldi Cartão amarelo recebido aos 23  (1T) 23'  (1T)   3. Gil
3. Edemir Rodríguez 4. Leonardo Silva Cartão amarelo recebido aos 70 70'  
23. Galindo 6. Diego Renan
15. Clavijo Substituição realizada intervalo de jogo intervalo ( 22. Andaveris ) 8. Henrique
24. Ortiz Substituição realizada 27'(1T) de jogo 27'(1T) ( 18. Correa Gol aos 43 do  (2T) 43'  (2T) ) 7. Marquinhos Paraná
10. Loayza Cartão amarelo recebido aos 55 55'   18. Pedro Ken Substituição realizada 74' de jogo 74' ( 15. Fabinho Alves )
20. Argarañaz 10. Gilberto Cartão vermelho recebido aos 22  (1T) 22'  (1T)  
7. Ruiz Substituição realizada 73' de jogo 73' ( 25. Florentín ) 9. Wellington Paulista Gol aos 7 do  (1T) 7'  (1T) Substituição realizada 51' de jogo 51' ( 2. Jonathan )
9. Yecerotte Cartão amarelo recebido aos 22 22'   25. Kléber Substituição realizada 57' de jogo 57' ( 11. Thiago Ribeiro )
Técnico: Sergio Apaza Técnico: Adilson Batista
Reservas que não entraram na partida
Real Potosí: Cruzeiro:
12. Gois de Lira 12. Rafael
13. Jiménez 13. Marcos
8. Huallpa 20. Bernardo
17. Torres 19. Guerrón


Pré-jogo

Quarto colocado no Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro começa sua particpação na Libertadores pela fase preliminar. Se vencer, segue para a fase de grupos. Caso contrário, só terá o Campeonato Mineiro pra disputar até o início do Brasileiro.

Assustado com os 5×1 que sofreu em 2008, em sua única visita a Potosi, a 4.070 metros acima do nível do mar, o time mineiro passou uma semana treinando e se adaptando à altitude, em Sucre, a 2.600 metros, antes de subir, hoje, 4 horas antes do jogo, em carros de passeio rumo ao local da partida.

Como sempre, Adílson Baptista não revela escalação nem sistema de jogo. Mas é praxe entre os times brasileiros, quando atuam em altitudes elevadas, agrupar os jogadores, cadenciar o jogo e tentar impedir chutes de meia distância devido à velocidade que a bola alcança no ar rarefeito.

O clima é de confiança entre os torcedores celestes, que inundaram as ruas de Beagá de camisas azuis. Mas há também, embora e número cada vez mais reduzido, os eternos desafetos do treinadro Adílson Baptista que estão, como sempre, à espera de uma derrota pra recomeçar a cantilena pedindo sua demissão. Coisas do futebol.

O time boliviano fez oito contratações de última hora pra montar um time capaz de barrar o vice-campeão da última edição da Libertadores. Já o Cruzeiro só não contará com o volante Fabrício, contundido, e o beque, Cláudio Caçapa, desaconselhado pelos médicos, a jogar no teto das Américas.

Sobre o jogo

Primeiro Tempo

  • 21h54: Cruzeiro todo de azul, á direita. Potosi todo de branco. Bom público. Torcida do Cruzeiro presente. Começa o jogo.
  • 01 – Kleber disputa com o goleiro Mauro Machado, que fica esticado e reclama do atacante.
  • 02 – Loyaza chuta de longe, pra fora.
  • 03 – Gilberto chuta de fora da área. Tiro de meta.
  • 04 – Gilberto cobra corner pela direita. Rodriguez cede escanteio.
  • 05 – Mais dois escanteios na sequência, mas sem arremates perigosos.
  • 07 – Kleber lança Diego Renan, que desce pela esquerda e cruza rasteiro. Wellington Paulista deixa marcadores para trás, entra na área e toca de primeira. Bola entra no canto direito de Machado. Cruzeiro 1×0.
  • 09 – Galindo cobra falta sobre a barreira. Fábio defende.
  • 10 – Kleber chuta de fora da área, Ricaldi rebate.
  • 11 – Henrique é derrubado por Loyaza quando tenta apanhar um rebote. Juiz contemporiza.
  • 12 – Gilberto lança Kleber, que é desarmado na meia lua.
  • 15 – Cruzeiro toca bola, Potosi não consegue armar jogadas. Aposta nos lançamentos. Pedro Ken, pela direita, MP, centralizado, e Henrque, pela esquerda, formam uma linha média que mais combate e fecha espacços do que ataca.
  • 16 – Loyaza bate falta pra fora, sem perigo.
  • 17 – Argarañaz chuta de longe, Fábio defende.
  • 17 – Impedido, Ruiz toca pras redes. Não valeu.
  • 18 – Kleber cruza da esquerda, Machado defende.
  • 19 – Bob Faria elogia tática do Cruzeiro. Ruiz é apanhado na banheira, de novo.
  • 20 – Gilberto expulso. Aplicou dois socos na cabeça de Yecerotte. Loucura. Irresponsabilidade. Lance no meio de campo.
  • 23 – Ricaldi leva amarelo. MP bate falta com chute cruzado, pra fora.
  • 26 – Yecerotte, em impedimento, arremata, mas não leva o segundo amarelo.
  • 27 – Roberto Correa, armador argentino, substitui Ortiz.
  • 29 – Impedimento de Henrique, que sai de 3 metros atrás do último defensor. Bandeira burro.
  • 30 – Machado defende aos pés de Kleber. Equino recebe amarelo por falta na lateral.
  • 31 – MP chuta da entrada da área, pra fora.
  • 32 – Yecerotte cruza da esquerda, LS corta de cabeça.
  • 33 – Rodriguez se desmarca e, sozinho, cara-a-cara com Fábio, recebe bola cruzada por Clavijo e acerta o travessão. Goleiro celeste apenas espia a bola chicar-se com sua baliza. Não tem tempo nem de sair do chão pra tentar a defesa.
  • 34 – LS entrega bola nos pés de Rodriguez, que chuta pra fora.
  • 35 – Potosi joga com lançamentos longos. Cruzeiro deixa espaços na defesa.
  • 36 – PK, Elicarlos e Henrique triangulan na ponta-direita, sem resultado prático.
  • 37 – Kleber dribla pela esquerda até perder a bola.
  • 38 – WP leva coice de Equino. Normal, não?
  • 39 – Yecerotte empurra LS e avança. Bandeira para a jogada assinalando falta.
  • 40 – Loayza chuta de longe, pra fora. Bob Faria elogia a tática celeste.
  • 41 – MP cruza da esquerda procurando Kleber. Bola sai pela lateral.
  • 42 – Kleber é derrubado no meio de campo e aproveita pra reclamar e ensebar. Apenas 10 faltas, até agora.
  • 43 – WP chuta sem ângulo, da esquerda. Tiro de meta. Na volta, Henrique lança Kleber, que é desarmado por Machado dentro da área.
  • 45 – Kleber é derrubado e reclama do juiz, que manda seguir o jogo.
  • 46 – Fim de 1º tempo.
  • Wellington Paulista: “Não dá pra correr, mas se estivéssemos com 11 poderíamos ter feito outro gol, Estou voltando pra marcar”.

Segundo tempo

  • 22h58 – Começa o 2º tempo. Andaveris substitui Clavijo. Mais ataque.
  • 30′ – MP cruza, WP chuta por cima do travessão.
  • 01 - Loayza chuta de longe, pra fora.
  • 02 – Cruzamento vindo da esquerda, Andaveris, dentro da área, tenta, mas não consegue cabecear.
  • 03 – Andaveris cabeceia bola alçada da direita. Fábio defende.
  • 04 – Confusão na área. MP despacha. na volta, bandeira marca impedimento de Ruiz. E erra.
  • 05 – Fernandinho, no banco, anuncia para o repórter da Globo, que Jonathan substituirá Wellington Paulista.
  • 06 – WP valoriza a substituição caindo. É apanhado pelo carro-maca, que faz uma curva fechada e derruba o atacante.
  • 07 – WP, sentindo a virilkha, é substituído por Jonathan.
  • 08 – Bandeira erra terceiro impedimento quando Andaveris obriga Fábio a defender com dificuldade após forte cabeçada.
  • 09 – Ricaldi senta o braço em Kleber no meio de campo. Juiz só marca falta.
  • 10 - Loayza acerta tornozelo de Henrique e só recebe amarelo.
  • 11 – Ricaldi chuta da intermediária, Fábio defende.
  • 12 – Cruzeiro só defende. Não tem mais ataque.
  • 13 – Equino cruza, MP desvia pra escanteio.
  • 14 – Elicarlos, Jonathan e MP triangulam, defesa cede corner. Kleber cai na área após dar um tapa no beque. Juiz não vê o lance.
  • 15 – LS comete falta em Ruiz na meia lua. Correa bate com uma bomba, pra fora.
  • 16 – A bandinha potosina faz um som mais chato do que o de berimbau. Haja saco! Vuvuzela perde.
  • 17 – Vinte faltas até aqui.
  • 18 – Diego Renan avança pela esquerda e cruza. Kleber chega atrasado e não conclui a jogada.
  • 19 – LS comete falta em Ruiz, na entrada da área. Kleber desaba no gramado à espera da substituição por Thiago Ribeiro.
  • 21 – Correa recebe passe curto em falta e chuta. Fábio defende.
  • 22 – Kleber x Thiago Ribeiro.
  • 23 – PK dá bico na entrada da área procurando TR na ponta-deireita. Bola sai pela lateral.
  • 24 – Yecerotte serve Ruiz, que chuta fraco. Fábio defende a 24ª finalização dos bolivianos.
  • 26 – Yecerotte entra livre na área e chuta cruzado. Fábio defende colocando a bola para corner, com dificuldade.
  • 27 – Cruzeiro sem fôlego e sem ataque.
  • 28 – Fábio defende corrigindo indecisão de LS e Gil. Andaveris cabeceia livre na volta da bola. tiro de meta.
  • 29 – Florentin, outro argentino, substitui Ruiz. Lá vem cabeçada! Pedro Ken é substituído por Fabinho Alves.
  • 30 – MP desce pela esquerda, mas é derrubado por Galindo.
  • 31 – Jonathan passa pelo marcador e cruza, da direita. TR não alcança a bola.
  • 32 – Loyaza cortas Jonathan e chuta forte, do bico da área. Bola sai à direita de Fábio.
  • 33 – MP, da esquerda, cruza. TR escorrega e a bequeira espana.
  • 34 – Fábio se adianta e corta bola lançada para Andaveris, Na cobrança, Andaveris cabeceia, Fábio defende.
  • 35 – A bandinha não para de tocar um minuto.
  • 36 – Yecerote chuta cruzado, pra froa. Bandeira marca impedimento e erra pela 4ª vez.
  • 37 – TR corta a zaga e conclui da meia lua, por cima do travessão.
  • 39 – MP é volante e ponta-esquerda. É com ele que om Cruzeiro ataca. Jonathan e TR trocam passes, bequeira espana.
  • 40 – Galindo cruza, Fábio defende.
  • 41 – LS corta bola cruzada, dentro da área.
  • 42 – Adílson Baptista joga com o time. Bola cruzada, Fábio tira de soco.
  • 43 – DR leva uma paulada na intermediaria e cai. Falta cobrada, Real Potosi recupera a bola e Loayza avança pela ponta-direita e entra na área. Quando Leonardo Silva se aproxima, ele passa a bola a Roberto Correa, que chuta forte, cruzado, no canto direito de Fábio, que se estica, mas não consegu impedir o gol. Potosi 1×1.
  • 46 – Bola levantada na área, Fábio corta com os punhos. Pressão total do Potosi.
  • 47 – Florentin recebe cruzamento de Eguino e cabeceia na risca da pequena área. Fábio defende salvando gol certo.
  • 48 - Fim de jogo.
  • Fábio: “O empate foi bom. O gol fora de casa foi importante. O Potosi não ficou atrás, buscou sempre o resultado. Glória a Deus e a Jesus que veio pra salvar nossos pecados. O empate não nos permitirá ficar desatentos. De certa foram, foi até bom.”
  • Roberto Correa: “No 2º tempo, corremos muito e criamos diversas oportunidades. O placar não foi justo, mas nos permite brigar pela vaga no próximo jogo.”

Atuações

  • Adílson Baptista – Preparou a equipe com esmero, escalou certo, inclusive trocando TR por WP, que tem menos mobilidade, mas acossa a bequeira adversária. Com isto, segurou um pouco mais de bolivianos na defesa evitando aquela avalanche inicial que os times de altitude sempre aprontam no começo das partidas. A estratégia foi bem até a página 20, quando Gilberto rasgou o livro. Daí em diante, ele só faltou entrar em campo pra ajudar a contenção.
  • Torcida – Compareceu e apoiou o time. Espero que, tendo estado tão perto de Deus, essa brava gente celeste, tenha pedido ao Criador pra relevar a atitude de Gilberto que, entedendo mal o preceito cristão, ao invés de dar a outra face, deu também na outra face do adversário.
  • Fábio – Não me lembro se ele defendeu alguma bola com os pés. Com as mãos espalmadas, com os punhos cerrados e até com os olhos arregalados -aquela no travessão foi olho gordo dele-, Fábio salvou a pátria.
  • Elicarlos - Cumpriu bem seu papel fechando o corredor direito da defesa. Sem espaços pelas pontas, os potosinos tentaram o jogo pelo meio, o que não é fácil pra modesta técnica deles. Também esticarem bolas, o que resultou em vários impedimentos. Só não se meteram com o Elicarlos que ficou ali, plantadão, que nem um leão-de-chácara.
  • Gil – No começo teve ajuda da natureza, marcadora suficiente para o tosco Ruiz. Depois, quando entrou e encapetado Andaveris, o bicho pegou e nosso becão ficou perdidaço.
  • Leonardo Silva - Imagino a mãe dele resmungando na frente da TV: “Não, esse não é o meu filho!”. Também não é o beque lépido, onipresente que a torcida celeste acostumou a ver. LS estava irreconhecível. Não viu a cor da bola. Foi envolvido, cometeu faltas desnecessárias, chegou atrasado nos lances. Seguinte: passemos a régua e vamos sair pra outra.
  • Pedro Ken - Trabalhou mais do que japonês em filme da Tizuka Yamasaki. Disciplinado taticamente, tirou espaços dos adversárias na faixa direita da defesa celeste.
  • Jonathan - Atuação silenciosa. Encarregado de embolar o meio de campo, no bom sentido, pouco apoiou o ataque. E quando conseguiu uma bela jogada de ponteiro, não havia viv’alma na área boliviana pra levar a gorduchinha às redes.
  • Fabinho Alves - Também ficou ali pela meiúca, meio de bobeira, como quem não quer nada, atrapalhando um ou outro boliviano, que passava apressado.
  • Marquinhos Paraná – Um verdadeiro Hermes! Único ser entre os 26 em campo a traduzir, ao pé da letra, as ordens dos deuses dos estádios. E sem prolixidade. Inteligente, capisca, no ato, o que se passa na partida. Organiza o meio de campo, descobre espaços por onde fustigar o adversário, prende e solta a bola na medida e na hora certas. E quando virou volante pela esquerda, fez incursões perigosas pelo flanco dos bolivianos. Mais do que um Mestre, virou um hermeneuta da bola.
  • Henrique - Exerceu a volância na centro-esquerda da linha média. Seu futebol tem melhorado tanto que ele já tem merecido a honraria de ser caçado pelos adversários.
  • Diego Renan - Só o lance do gol, com um cruzamento kleberiano (a la Kleber do Inter) já o livra de qualquer má avaliação. Mas é claro, vão dizer que o gol e outras jogadas potosinas foram construpidas em área sob sua jurisdição. Fazer o quê? Por algum lado os adversários têm de se arrumar. No caso, como havia um cidadão que atende pelo nome de Eguino e tem fôlego de égua de corrida, foi por ali que o Potosi mais atacou. E se deu bem algumas vezes. Noutras, Diego Renan e seus secretários levaram a melhor.
  • Gilberto - Dizem que levou um joelhaço nos países baixos. As imagens não confirmam. O que se viu foi ele enchendo seu marcador de porradas. E lá se foi o volante que o treinador pretendia ver entrando em diagonal na defesa potosina pra municiar o ataque celeste. E com ele, toda a esmerada preparação para o jogo e a classificação antecipada.
  • Wellington Paulista – Fez um gol de centroavante-centroavante, fustigou a bequeira potosina e, quando deu a louca no Gilberto, foi caçar bolivianos lá na meia cancha. Aí, cansou-se, chamou o carrinho-maca, e acabou vítima da imperícia de um motirista louco que resolveu fazer uma curva dessas de cantar os pneus, embora estivesse numa reta. Excesso de trimate? Certo é que nosso herói foi arremessado longe e ficou bravo. Por sorte, entre a subida no carrinho e o despejo, sua condição física voltou ao normal e ele foi pro banco caminhando sem qualquer dificuldade.
  • Kleber – Lutou muito. Levou peitadas e empurrões, caiu, ensebou, reclamou do juiz, deu chega-pra-lá nos bolivianos, enfim, foi o Gladiador de sempre. Ah, sim, deu um passe bacana pra Diego Renan construir a jogada do gol celeste.
  • Thiago Ribeiro - Entrou quando o time estava todo na defesa e não teve com quem jogar no ataque. E quando chegou alguma bola, ele escorregou. Não pode. Jogador profissional tem de conhecer o terreno de jogo e escolher o equipamento certo pra se manter equilibrado nele.
  • José Mário Campeiz e equipe – Fisicultores, fisiologistas, médicos, nutricionistas e tutti quanti participaram da operação Potosi deram show de competência. O time só começou a arriar a mochila nos últimos 15 minutos. Mesmo assim, sem o desespero de quando a preparação é inadequada.
  • Eduardo Maluf – O Comandante-em-chefe da Operação Potosi merece encômios pelo sucesso de seu staff. No final da partida, ele foi lacônico ao responder às perguntas sobre a atitude treslocucada do bom Gilberto. E, assim, furou o balão de qualquer crise.
  • Juiz & Bandeiras – O juiz peruano tmerece nota mediana. Expulsou Gilberto corretamente, foi britânico na tolerância com o jogo brusco e levou a partida sem problemas. Um dos bandeiras acertou tudo, o outro fez o inverso. O trio ficou na média. O que não é bom.
  • Real Potosi – O que tem de bigode, tem de coragem o Sérgio Apaza. No 2º tempo, botou pra quebrar fazendo substituições ousadas. Loayza e Yecerotte são dois chatos de galocha. Incomodaram o tempo todo. Se, além de chatos, fossem bons de bola, o Cruzeiro estava perdido. E o tal Andaveris, hem? Que azougue! No jogo de volta, é bom ficar de olho na peça. O malucão tem jeito de que, quando encaixa entusiasmo com sorte, atrapalha a vida do adversário.


O que foi dito

  • Fábio, goleiro do Cruzeiro: Mesmo com o empate no final, o resultado foi bom pelo gol fora de casa, que na Libertadores conta muito. Temos que ter mais concentração, mais determinação pra fazer um bom jogo em e conseguir a classificação em Beagá. Não vi o lance do Gilberto. Estava prestando atenção na jogada. Somente quando chegar no hotel vou ver o lance. A gente apóia totalmente o Gilberto em todos os momentos. O grupo correu por ele, como ele já correu várias vezes pelo grupo.
  • Henrique, volante do Cruzeiro: A equipe conseguiu suportar bem todas as dificuldades aqui. Agora, decidir em casa é nosso dever.
  • Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: Foi bacana pelas circunstâncias do jogo. Se o Gilberto não fosse expulso a gente saía com o resultado amplo, mas graças a Deus conseguimos marcar bem. Infelizmente sofremos um gol no finalzinho, mas está bom pra gente levar pra Minas. Gilberto não comentou nada comigo, ele deve estar muito triste. Até porque quando acontece uma expulsão dessas a gente procura nem conversar muito com a pessoa, porque fica muito triste. A gente deixa ele refletir o que aconteceu. A equipe mantém dentro de campo. A gente procura nem comentar. Eu consegui fazer um bom trabalho e estou torcendo muito pra continuar assim. Espero continuar fazendo gols pra ajudar o Cruzeiro. O Adílson já tinha falado que íamos jogar eu e Kleber, por causa da característica de prender a bola na frente e conseguimos fazer isso no 1º tempo. Todo mundo já sabia. A gente sabe como o Adílson trabalha e como a comissão trabalha. Agora é trabalhar forte durante a semana pra estar sempre jogando e ajudando os companheiros.
  • Marquinhos Paraná, volante do Cruzeiro: Conquistamos um bom resultado. Poderíamos ter saído com a vitória, mas valeu pela determinação do grupo, que desde o começo do 1º tempo jogou com um a menos. E aqui não é fácil.
  • Gilberto, armador do Cruzeiro: Tenho que pedir desculpa à minha mãe, que me ensina a ser uma pessoa correta, que sirva de exemplo, e às minhas filhas, porque eu sirvo de exemplo pra elas também. Realmente, tomei uma atitude que não é minha e acabei prejudicando a equipe. Jogar em uma altitude de 4.000m com um homem a menos não é fácil. Vai ser difícil pra me recompor agora, depois de 15 anos como profissional é a primeira expulsão que eu tenho por esse tipo de agressão física ao adversário. Infelizmente aconteceu. A gente é passível de erro e talvez eu tenha cometido o maior erro da minha vida ontem de ter agredido o atleta do Real Potosí. Eu estava tão transtornado ontem que não tive tempo nem de pedir desculpas aos jogadores. Eu estava muito chateado. Foi uma atitude insana, impensada, de uma pessoa desequilibrada, coisa que eu não sou. Não tem justificativa. Eu peço desculpa por ter deixado a equipe em uma situação tão complicada. Era um jogo decisivo pra nós e acabei tomando esse tipo de atitude. Não há justificativa pro meu ato. Qualquer punição que venha a existir, tenho plena consciência da minha responsabilidade e assumo qualquer multa. Aceitarei qualquer punição que a direção venha a tomar. Até porque isso não pode se repetir com nenhum outro jogador do clube.
  • Adilson Batista, treinador do Cruzeiro: Enquanto estava 11 contra 11, o Cruzeiro tinha o controle do jogo, criou mais situações, foi inteligente e poderíamos ter feito o 2º gol. Depois, com a expulsão, evidentemente tivemos algumas dificuldades, mais com a bola alçada. Fizemos várias linhas de impedimento, o Fábio fez algumas defesas, mas nada cara a cara. O objetivo era vencer, mas vamos levar a decisão pro Mineirão. Temos tudo pra conseguir o objetivo. Acho que teríamos condições de vencer. O Kleber segurou muito a bola, o Wellington foi importante, o Henrique roubou bolas, correu e ‘salvou’ todo mundo. Todo mundo tem a sua importância, mas é evidente que acaba sobrecarregando. Se estivéssemos com o Gilberto, poderíamos ter saído com a vitória. Aconselho a todos os brasileiros que venham jogar aqui que se preparem um pouquinho antes. É importante. Podemos falar em função da nossa vinda em 2008, da dificuldade que tivemos. É parabenizar o Cruzeiro, enaltecer principalmente a direção, pela organização e planejamento. Esse é o Cruzeiro. Nós precisamos conversar com o Gilberto, mas com calma. Ele é um jogador experiente, atleta muito profissional, um cara correto. O grupo gosta dele e a gente tem um carinho e um respeito. Vamos conversar para que a gente não cometa mais.
  • Eduardo Maluf, diretor do Cruzeiro: Tenho certeza que todos vocês sabem qual a decisão que a diretoria vai tomar. Não preciso falar aqui. O resultado foi bom e a expulsão do Gilberto foi com um cartão só. Então, não precisa perguntar. Tem anos que o Cruzeiro toma a mesma postura nesse tipo de situação.
  • El Deber, jornal boliviano: O Real Potosí apenas empatou com o Cruzeiro na primeira partida da chave 4 da primeira fase da Copa Libertadores da América. Com este resultado, o ‘Lilás’ minimizou suas chances de avançar para a fase de grupos do torneio, pois para isso precisará vencer o jogo de volta, no Mineirão, na próxima semana.
  • El Potosí, jornal boliviano: Em uma noite fria, com um futebol pouco técnico e desprovido de emoção, o Real Potosí cedeu um valioso ponto ao Cruzeiro no início de sua participação na Copa Libertadores da América, ao colher um pálido empate em 1×1.
  • Leandro Mattos, em seu blog: Não foi fácil. Jogo na altitude de 4 mil metros, com um homem a menos desde a metade do primeiro tempo. A expulsão infantil de Gilberto complicou a tarefa estrelada na Bolívia, numa noite que começou sob medida, com um gol logo aos sete minutos de partida. O empate por 1 a 1 garantiu ao Cruzeiro a vantagem de jogar por um empate sem gols dentro de casa, na próxima quarta-feira, contra o ingênuo e limitado Real Potosí, para fincar o pé na fase de grupo da Libertadores da América. Depois de marcar seu tento e perder o camisa 10, a Raposa soube dosar o jogo no restante da primeira etapa, mas correu muito perigo no segundo tempo e poderia ter saído de campo derrotada, não fosse mais uma das grandes noites de Fábio. Num jogo atípico como esse, as avaliações não devem ser severas. O resultado foi importante, embora tenha deixado um certo tom de amargo, após o esforço para fazer prevalecer a igualdade até os 43 minutos da etapa complementar. No próximo dia 03, os celestes têm tudo para carimbar a chance de buscar o tri da competição continental, com casa cheia.
  • Lédio Carmona, em seu blog: Não há análise técnica ou tática a ser feita sobre a partida que terminou empatada entre Real Potosi e Cruzeiro (1 a 1), a 3.967 metros acima do nível do mar. É difícil jogar nessas condições. Se em Quito, a 2.800m, já complicado, imagine nas montanhas bolivianas. Assim mesmo, a Raposa teve a partida sob controle quase o tempo inteiro. Principalmente nos 20 minutos iniciais, quando marcou adiantado, expôs a incompetência do adversário e fez 1 a 0, logo aos 7min, com Wellington Paulista – agora, na corrida particular com Kleber, WP tem 27 gols com a camisa azul, mesmo número do Gladiador. O jogo se complicou um pouco a partir dos 21 minutos. Nesse momento, Gilberto, mesmo com 33 anos e uma Copa do Mundo nas costas, perdeu a cabeça, entrou na pilha de um boliviano e devolveu com um soco. Foi expulso. E tirou a sobra de fôlego que a Raposa ainda tinha. Assim mesmo, o primeiro tempo terminou sem nenhum susto. No segundo, o time recuou. Não havia mais gás para marcar na frente. E ficou ainda mais exposto quando Wellington Paulista saiu machucado e o time perdeu o contra-ataque. E mais pressionado ficou quando Kleber saiu. Aí Fábio apareceu bem. No fim, Thiago Ribeiro entrou, passou a correr e contou com a ajuda de Marquinhos Paraná, experiente e gastando a bola. Mas Correa, aos 43 min, explorando mais uma falha da defesa – Leonardo Silva e Diego Renan sentiram demais os efeitos da altitude -, empatou. E assim terminou: 1 a 1. Nada demais. Bom resultado. Em casa, no Mineirão, o Cruzeiro só não goleará o Real Potosí, fraquíssimo e sem malandragem (11 impedimentos na partida) se não quiser. Na prática, a distância entre a técnica cruzeirense e boliviana é de, digamos, 3.967 metros. E, nesse aspecto, observado bem ao nível do mar, não haverá salvação para a turma da altitude. Com todo respeito, o que tivemos hoje não foi jogo. Foi algo parecido, mas muito longe de ser agradável de ser visto e, principalmente, sentido.
  • Mauro Beting, em seu blog: Poderia ter sido muito melhor e mais fácil. Bastaria um ótimo e experiente jogador como Gilberto não perder mais uma vez a cabeça por nada, e com apenas 20 minutos. Ser atuar na altitude é jogar “com dois a menos”, como definiu de véspera Adilson, imagine com “oito”. Ainda assim, 1 a 1, lá no inferno do céu, está ótimo. O Real Potosí não tem como aprontar no Mineirão. Falta tudo na altitude. Falta oxigênio. O que até justifica a bobagem de Gilberto. É possível perdoar. Mas quase perde muito mais o Cruzeiro, que teve atuação melhor que o esperado onde pouco se pode aguardar. E com a ousadia de pressionar o rival, numa bem bolada e feliz blitz inicial. Insisto. Na altitude, relevo tudo por conta do relevo imponente. Com qualquer time. Mas o Cruzeiro tem tomado gol demais no fim. Para não ir longe, no BR-09, levou do gremista Herrera, aos 46min. Cristian, do Avaí, no mesmo minuto, havia feito o mesmo estrago. Ramón, aos 40, Roger, aos 43, pelo Vitória, em agosto. Carlinhos Bala, do Náutico, aos 53… Uma explicação? Desatenção é a mais fácil. Mas pode estar na origem de tudo, e desde 2008: o Cruzeiro é um dos times que menos desarmam no país, Números do Footstats. É preciso sanar isso. Algo que, historicamente, Adilson reconhece a deficiência celeste. E ainda não conseguiu sanar, apesar do ótimo desempenho em dois anos. Elicarlos fez uma boa partida. É uma opção interessante em algumas circunstâncias. Como Jonathan atuando mais à frente.
  • Mário Marra, em seu blog: O resultado de empate é para ser comemorado pelo Cruzeiro? Claro que sim! É preciso analisar o contexto em que o jogo estava envolvido. Início de temporada, altitude muito elevada, jogo decisivo, frio excessivo e um certo trauma pelo que já aconteceu, lá mesmo, em 2008. Agora é decisão no Mineirão. Será que os jogadores do Real Potosí metem medo? É possível imaginar um resultado diferente de uma vitória no Mineirão? O Cruzeiro deve vencer e tem tudo para conquistar uma boa vitória em casa. Alguns outros pontos merecem uma atenção especial: a expulsão do Gilberto foi infantil e passível de punição. Gilberto poderia ter usado a experiência adquirida nos gramados do mundo. O adversário tomaria cartão amarelo e estaria tudo em paz. Entretanto, Gilberto tomou uma decisão altamente reprovável e agrediu um adversário. Se fosse o Diego Renan, pela juventude e inexperiência, eu até entenderia, no entanto, foi o mais experiente da equipe. Outro ponto que merece reflexão é o fato de o Cruzeiro ter deixado de atacar no segundo tempo. Adilson sabe o elenco que tem. A aposta foi na puxada rápida de contra-ataque e em neutralizar o setor de criação dos bolivianos.
  • Vitor Birner, em seu blog: A altitude de Potosí é a arma do Real. Isso foi visto aos 2 minutos, em chute de muito longe, que foi para a lua. Arriscar de fora da área seria a estratégia mais utilizada pelo ataque boliviano. O Cruzeiro, porém, abriu o placar aos 6, e se tranquilizou na partida. Kléber começou jogada pela esquerda, e Wellington Paulista foi frio na conclusão. Elicarlos, atuando na lateral direita, foi discreto e não subiu. Pedro Ken, como volante pela direita, protegeu bem o setor. Marquinhos Paraná fez o mesmo pela esquerda, onde Diego Renan foi opção presente no ataque. Aos 20 minutos, Gilberto revidou com um soco uma falta forte que sofreu de Yecerotte. Expulsão correta, atitude injustificável do único meia da equipe na partida, e o mais experiente do Cruzeiro. Ainda assim, e mesmo com a substituição no Potosí, que colocou o avançado e aberto Corrêa em campo, a Raposa jogou melhor. Valorizou a posse de bola, não deu espaços, e ousou no campo de ataque. Sempre que o passe saiu certo, o time da casa passou sufoco. Um susto aos 32, quando a bola bateu na trave de Fábio, foi o que de melhor o real fez no 1° tempo. O resto foi chutão e uma tentativa frustrada de explorar algum temor do rival. Na etapa final, Jonathan entrou no lugar de Wellington, e ajudou o lado direito a se proteger, liberando Pedro Ken um pouco mais. Pouco tempo depois, Thiago Ribeiro entrou no lugar de Kléber, cansado. Os 45 finais, no entanto, foram sem sabor para o Cruzeiro. Fábio teve atuação muito madura e foi bem sempre que exigido. Aos poucos o controle defensivo foi se perdendo, e a pressão boliviana aumentando. Quando o atacante Florentín veio a campo para os 15 finais, a pressão aumentou até atingir o limite do suportável. Fábio teve que repetir mais duas boas defesas, e o Cruzeiro apontou claramente a estafa. A 3 minutos do fim, a defesa falhou, 3 jogadores foram pra cima de Eguino, e este serviu Corrêa, que igualou o placar. A pressão não parou e foi possível imaginar a virada. Acabou razoável para o time brasileiro. Pelo 2° tempo desgastante e pela expulsão de Gilberto, o 1×1 é administrável no Mineirão. A circunstância do jogo, e a altitude também, minimizaram a maior característica do time de Adílson, que é a movimentação. O dono da casa não mostrou, entretanto, credenciais para conseguir um feito nos 90 minutos que faltam.
  • Gustavo Sobrinho, no PHD: O Cruzeiro aplicou o a famosa “duas linhas de quatro”, com o Gilberto fazendo o corredor esquerdo e o Pedro Ken o direito. Com a expulsão do Gilberto, o Wellington Paulista imediatamente foi cumprir a mesma função do volante. Jonathan, quando entrou em campo, passou a fazer o corredor direito e o Paraná o esquerdo.
  • Rosan Amaral, no PHD: Não dá pra entender é torcedor criticando atuações individuais como as do Leonardo Silva e do Marquinhos Paraná num jogo a 4 mil metros em que o time teve um atleta expulso aos 20 do 1º tempo. Com o devido respeito, não é opinião, é palpite infeliz.
  • Leo Vidigal, no PHD: O Cruzeiro jogou com inteligencia e está trazendo um bom resultado, que poderia ser melhor, mas, dadas as circunstâncias, foi bem demais. O time está de parabéns, juntamente com a comissão técnica, que fez um ótimo planejamento. Agora é empurrar o time na quarta para mais uma partida difícil, porque vai ser o jogo da vida dos caras, mas que com certeza será mais uma página heróica imortal, como foi hoje.
  • Douglas Sorocaba, no PHD: Quantas bolas o time do último andar alçou na ãrea do Cruzeiro? Já pensaram se a mira dos caras fosse um pouquinho melhor? Será que todos vocês estariam aqui elogiando a preparação, os jogadores e comissão técnica pelo resultado? Creio que não… Então, pra mim, ficou uma lição: não jogamos tão bem assim, pois quando temos que contar com a incompetência do adversário pra obter resultados, é porque a coisa não tá tão tranquila assim. Temos sim que ficar aliviados, porque jogar lá é desumano, e teremos grande vantagem em Beagá. Alguns vão dizer que “se” não entra em campo, que “se” não ganha jogo, etc. Sei disso, só estou fazendo uma análise mais fria do jogo.
  • Palmeira, no PHD: Dificuldades com altitude à parte, o joguinho foi de dar “calo nos óio”, fraquim, fraquim. O que valeu foi a vontade e o espírito de luta. O resultado não preocupa porque o Potosi tem caixa para levar meia dúzia e certamente será goleado. Não poderia deixar de esculhambar o Gilberto: apesar dos 33 anos, ele foi imaturo, irresponsável, insano, inconsequente, insensível, indolente, indecente, incompetente e mais um monte de “in”. No final do Brasileirão do ano passado foi expulso por desrespeitar o juíz e agora apronta mais este absurdo que, por pouco, não comprometeu todo o esforço do time no ano passado. Ele deve ser severamente punido com multa significativa. Estádio não é ringue e ele não é lutador de telekete.
  • Dylan, no PHD: O empate foi bom resultado. O time estava muito determinado e tranquilo. O lado esquerdo da defesa continua a sr um flanco e os gols, a exemplo do ano passado, continuam saindo por ali. Pela consistenca durante o jogo e pela cabeçada que defendeu no apagar das luzes, Fabio foi o melhor em campo. Gilberto foi irresponsável, mas a diretoria tem que ser inteligente e tratar o caso sem grandes alardes ou sem querer fazer dele um exemplo. Aplica uma multa, impõe uma advertência e bola pra frente.

Transmissão

  • Globo Minas
  • Sportv

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