Emelec 0x0 Cruzeiro - 17/04/2001

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Confrontos
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Por temporada
Escudo Betim.png 0x1 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Cruzeiro.png 0x1 Escudo América-MG.png
Por Copa Libertadores da América
Escudo Cruzeiro.png 5x0 Escudo Sporting Cristal.png Gol aos do Escudo Cruzeiro.png 3x1 Escudo Olimpia.png
No estádio George Capwell
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Contra Emelec
Escudo Cruzeiro.png 2x0 Escudo Emelec.png Gol aos do Escudo Emelec.png 0x1 Escudo Cruzeiro.png

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Escudo Emelec.png
Emelec
0 × 0 Escudo Cruzeiro.png
Cruzeiro
5ª rodada - Copa Libertadores da América 2001
Data: 17 de abril de 2001 Local: Guayaquil, Equador
Horário: Não disponível Estádio: George Capwell
Árbitro: Rafael Torrealba Público pagante: 20.000
Assistente 1: Público presente: Não disponível
Assistente 2: Renda: Não informado
Súmula: Não disponível
Escalações
Emelec: Cruzeiro:

1. Viteri 1. André
2. Corozo Substituição realizada de jogo ( Gómez ) 2. Luizinho Neto
3. Poroso 3. Luisão
4. Aguírrez 4. Cléber Américo
5. Ayoví Substituição realizada de jogo ( Tenorio ) 5. Alex
6. Borja 6. Marcus Vinícius
7. Candelario 7. Marcos Paulo
8. Hidalgo 8. Sérgio Manoel
9. Sánchez 9. Jorge Wágner Substituição realizada de jogo ( Marcelo Djian )
10. Juárez 10. Marcelo Ramos
Técnico: Rodolfo Motto Técnico: Felipão
Reservas que não entraram na partida
Emelec: Cruzeiro:

Sobre o jogo

Após uma partida muito fraca tecnicamente, o misto do Cruzeiro empatou por 0 a 0 com o Emelec, nesta terça-feira, em Guaiaquil, Equador. Para se ter uma idéia, o lance de maior emoção da partida aconteceu aos 37 minutos do segundo tempo, quando o goleiro André se chocou com um atacante do Emelec e desmaiou no gramado. Após seis minutos de atendimento médico, André recuperou-se e seguiu na partida.

Com este resultado, o Cruzeiro mantém a campanha invicta na Libertadores da América e chega aos 13 pontos em 5 partidas pelo Grupo 4. A equipe de Minas já havia assegurado inclusive a primeira colocação do grupo, por isso entrou em campo sem sete titulares.

Já o Emelec chega a 6 pontos em 5 jogos e segue na briga pela segunda vaga do grupo com o Olimpia, do Paraguai.

Com a obrigação de ganhar, os jogadores do Emelec se mostraram afobados desde o início, inclusive apelando para muitas faltas. O árbitro venezuelano Rafael Torrealba foi conivente com a violência e puniu poucas vezes com o cartão amarelo. Se errou no aspecto disciplinar a favor do Emelec, o juiz prejudicou o time da casa ao não marcar dois pênaltis, um de Luizão e outro de Alex.

No segundo tempo, os equatorianos mantiveram o domínio da partida, mas não chegaram muitas vezes com perigo ao gol de André por causa de cruzamentos errados e de falta de categoria de seus atacantes. Aos oito minutos, Alessandro perdeu a melhor chance do Cruzeiro no jogo, ao chutar fraco, para fácil defesa do goleiro Viteri.[1]

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O Cruzeiro foi a Guayaquil com o time misto, com sete reservas, e saiu de lá com 13 pontos e 5 jogos, líder e classificado pra segunda fase do torneio. O Emelec, com 6 pontos, manteve-se na disputa pela segunda vaga com Olimpia. O jogo foi morno e até os 15, os goleiros não foram molestados. Aos 17, Marcelo ramos deu trabalho Viteri, com boa cabeçada. Dos 20 em diante, o ataque do Emelec melhorou e André começou a se destacar. Num lance cara-a-cara com Ayoví, aos 21, fez boa defesa no canto direito. Apesar da pressão e dos seguidos ataques, os equatorianos pecaram excessivamente nas finalizações. Aos 34, o Cruzeiro foi beneficiado por um erro do árbitro. Alex derrubou Sánchez dentro da área, mas Torrealba nada marcou.No segundo tempo, os equatorianos mantiveram o domínio, mas não chegaram muitas vezes com perigo ao gol do Cruzeiro, por causa de cruzamentos errados e de falta de categoria de seus atacantes. Aos 53, Alessandro perdeu a melhor chance do Cruzeiro, chutando fraco, pra defesa de Viteri. partir de 55, o Emelec sufocou o Cruzeiro. Mesmo tendo mais espaços pra explorar na defesa adversária, o time celeste encontrou dificuldades pra concretizar as jogadas ofensivas. A ligação entre o meio-campo e o ataque ficou prejudicada devido à grande concentração de jogadores em seu campo defensivo. Enquanto isso, o Emelec insistiu nas jogadas pelo setor esquerdo de seu ataque, sempre com a participação de Ayoví. Aos 85, Cleber foi expulso ao atingir Sánchez. Pra recompor a defesa, Felipão sacou Jorge Wágner e lançou Marcelo Djian. Aos 82, após choque entre o goleiro André e Borja, o jogo ficou paralisado por 6 minutos. Com a superioridade numérica, a pressão do Emelec se prolongou até o final, mas sem sucesso. Os jornais equatorianos reclamar de violência do time celeste, que teve Clubão expulso aos 80. Mas a verdade é que a pancadaria foi generalizada. Só na ateia inicial, o Emelec cometeu 26 faltas contra 13 do Cruzeiro. E nos amarelos, houve empate, com três jogadores de cada lado recebendo a advertência.

Pós jogo

Os principais jornais do Equador destacaram nesta quarta-feira que o Cruzeiro abusou de faltas violentas contra o Emelec, no empate em 0 a 0, terça-feira passada, no Estádio George Campwell, em Guaiaquil, em jogo válido pela penúltima rodada do grupo 4 da Copa Libertadores.

Na partida, cada equipe recebeu três cartões amarelos. O Cruzeiro ainda teve o zagueiro Cléber expulso aos 35 minutos do segundo tempo.

Porém, o Emelec cometeu mais faltas que o Cruzeiro. Basta dizer que, somente no primeiro tempo, foram 26 infrações do time equatoriano, contra 13 da equipe mineira:

"Os números dizem tudo", revoltou-se o técnico cruzeirense Luiz Felipe Scolari, contestando as reportagens dos jornais equatorianos sobre o jogo.

A delegação do Cruzeiro embarcou de volta ao Brasil na tarde desta quarta-feira. Após uma escala em Lima, no Peru, o time mineiro desembarcará por volta da 0h50 desta quinta em São Paulo.

A chegada a Belo Horizonte está prevista para o meio-dia de quinta-feira. À tarde, os jogadores terão de se apresentar na Toca para o primeiro treino como preparação para o clássico de sábado próximo, contra o América, pelo Estadual.[2]


Referências