Cruzeiro 7x1 Guarani-MG - 11/12/1965

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Confrontos posteriores e anteriores
Por temporada
Escudo Cruzeiro.png 7x0 Escudo Nacional-UB.png Gol aos  do Escudo Cruzeiro.png 2x0 Escudo Atlético-MG.png
Por Campeonato Mineiro
Escudo Cruzeiro.png 7x0 Escudo Nacional-UB.png Gol aos  do Escudo Cruzeiro.png 3x2 Escudo América-MG.png
No estádio Mineirão
Escudo Cruzeiro.png 7x0 Escudo Nacional-UB.png Gol aos  do Escudo Cruzeiro.png 2x0 Escudo Atlético-MG.png
Contra Guarani-MG
Escudo Guarani-MG.png 0x1 Escudo Cruzeiro.png Gol aos  do Escudo Cruzeiro.png 4x0 Escudo Guarani-MG.png

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Escudo Cruzeiro.png
Cruzeiro
7 × 1 Escudo Guarani-MG.png
Guarani-MG
17ª rodada do Campeonato Mineiro 1965
Data: 11 de dezembro de 1965 Local: Belo Horizonte, MG
Horário: Não disponível Estádio: Mineirão
Árbitro: Juan de la Pasión Artes Público pagante: 3.727
Assistente 1: Armando Gregori Público presente: 5.000
Assistente 2: Guido Delaqua Renda: Cr$ 3.487.000,00 R$ 3.487.000
Cr$ 3.487.000
NCr$ 3.487.000
Cz$ 3.487.000
NCz$ 3.487.000
(preço médio: Cr$ 935,61 )
Súmula: Não disponível
Escalações
Cruzeiro: Guarani-MG:
1. Tonho 1. Pedro Bala
2. Pedro Paulo 2. arlindo Substituição realizada  de jogo ( Godinho )
3. William 3. Heraldo
4. Vavá 4. Faria
5. Neco 5. Luizinho
6. Piazza 6. Valter
7. Dirceu Lopes 7. Pinduca
8. Tostão Gol aos 14 do 14' Gol aos 31 do 31' Gol aos 48 do 48' 8. Luiz André
9. Wilson Almeida Gol aos 86 do 86' 9. Ticrim
10. Marco Antônio Gol aos 10 do 10' Gol aos 16 do 16' Gol aos 70 do 70' 10. Jair
11. Hilton Oliveira 11. Sonôca Gol aos 32 do 32'
Técnico: Aírton Moreira Técnico: Luiz Gonzaga
Reservas que não entraram na partida
Cruzeiro: Guarani-MG:

Sobre o jogo

Na rodada anterior, o Guarani empatou com o campeão, Siderúrgica, e se encheu de moral. Seus diretores prometeram bicho monstro de Cr$500.000 por uma vitória sobre o Cruzeiro. O resultado pode ser resumido no título da coluna Bafo da Raposa, de J. A., no Diário da Tarde da segunda-feira pós-jogo: “Sinfônica do Barro Preto dá concerto no ‘Gigante’”.

Falar de tática nessa partida é perda de tempo. Se o Guarani tinha algum esquema defensivo preparado, não se viu. A fantasia do bicho monstro se desfez diante de uma atuação antológica de Tostão. Bruno Fagundes, em Redes da Bola, escreveu: “O garoto Tostão levou o modesto Guarani de Divinópolis à loucura. Técnica exuberante, lançamentos milimétricos e capacidade de servir os companheiros mais bem colocados para fazer o gol”.

Os gols surgiram, diriam os comentaristas, naturalmente. Aos 10, Tostão lançou Wilson Almeida, que cruzou para Marco Antonio fazer 1×0. Aos 14, Marco Antônio serviu Tostão, que fez 2×0. Aos 16, Tostão retribuiu o serviço anterior e Marco Antônio fez 3×0. Aos 31, Tostão dez 4×0. O Guarani se invocou. Um minuto depois, aproveitando distração da defesa celeste, Sonôca marcou o gol do time indígena.

No 2º tempo, aos 3, Marco Antônio lançou Tostão, que cortou dois beques de uma só vez e chutou forte para fazer 5×1. Seguiu-se meia hora de preciosismo sem objetividade até que a torcida pedisse: mais um, mais um! Aos 35, Tostão serviu Marco Antônio que, na saída do goleiro tocou para as redes. Tudo muito simples, quase indolor para os bugrinos. Finalmente, aos 41, Hilton Oliveira cruzou e Wilson Almeida definiu o placar: 7×1.

Fonte