Cruzeiro 4x0 Renascença - 09/10/1965

De CruzeiroPédia .:. A História do Cruzeiro Esporte Clube
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Confrontos
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Por temporada
Escudo Cruzeiro.png 3x0 Escudo Valeriodoce.png Gol aos do Escudo Siderúrgica.png 0x5 Escudo Cruzeiro.png
Por Campeonato Mineiro
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No estádio Mineirão
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Contra Renascença
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Escudo Cruzeiro.png
Cruzeiro
4 × 0 Escudo Renascença.png
Renascença
9ª rodada do Campeonato Mineiro 1965
Data: 9 de outubro de 1965 Local: Belo Horizonte, MG
Horário: 16h Estádio: Mineirão
Árbitro: Juan de la Pasión Artés Público pagante: 1.968
Assistente 1: José do Patrocínio Público presente: 2.100
Assistente 2: Jorge Augusto Ferreira Renda: Cr$ 1.862.000,00 R$ 1.862.000
Cr$ 1.862.000
NCr$ 1.862.000
Cz$ 1.862.000
NCz$ 1.862.000
(preço médio: Cr$ 946,14 )
Súmula: Não disponível
Escalações
Cruzeiro: Renascença:

1. Tonho Substituição realizada de jogo ( Valdir ) 1. Mussula
2. Pedro Paulo 2. Toledo
3. William 3. Gregório
4. Vavá 4. Pireco
5. Neco 5. Zeca
6. Piazza 6. Corgozinho Substituição realizada de jogo ( Nei )
7. Dirceu Lopes 7. Pelado
8. Tostão Gol aos 55 do 55' Gol aos 75 do 75' 8. Silvinho
9. Wilson Almeida 9. Aldeir
10. João José Gol aos 65 do 65' 10. Nísio
Técnico: Aírton Moreira Técnico: Pireco
Reservas que não entraram na partida
Cruzeiro: Renascença:

Sobre o jogo

As defesas de Mussula e as botinadas dos beques salvaram o Renascença de uma goleada ainda maior. Aos 23, João José chutou no travessão e Hilton Oliveira concluiu para as redes. O 1º tempo ficou nisso.

Aos 10 do 2º tempo, Dirceu Lopes foi derrubado na área. Tostão bateu o pênalti e marcou. Aos 20, Hilton Oliveira cruzou, João José, de cabeça, fez 3×0. Mesmo caído, Tostão conseguiu empurrar uma bola para as redes aos 30: 4×0.

Tostão foi o melhor em campo, O pior foi o juiz que não puniu a violência do esquadrão suburbano. Irritados, os dirigentes do Cruzeiro não economizaram nos xingatórios. Artés expulsou todos eles.

Naquele tempo, além do treinador, o presidente e mais dois ou três diretores ficavam no banco de reservas (que a imprensa chamava de fosso e o torcedor de túnel). Os dirigentes recusaram-se cumprir a punição. Armou-se tremenda confusão. Artés ameaçou entregar o apito.

O qüiproquó só se resolveu quando Gil César Moreira de Abreu, o prestigioso engenheiro-chefe da equipe construtora do estádio, interveio. Ele convenceu Felício & Cia. a aceitarem a punição.

Fonte