Cruzeiro 3x3 São Paulo - 05/10/2011

De CruzeiroPédia .:. A História do Cruzeiro Esporte Clube
Ir para navegação Ir para pesquisar


Confrontos
(clique no jogo para navegar)
Por temporada
Escudo Grêmio.png 2x0 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Bahia.png 0x0 Escudo Cruzeiro.png
Por Campeonato Brasileiro
Escudo Grêmio.png 2x0 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Bahia.png 0x0 Escudo Cruzeiro.png
No estádio Arena do Jacaré
Escudo Cruzeiro.png 0x3 Escudo Vasco.png Gol aos do Escudo Cruzeiro.png 0x1 Escudo Corinthians.png
Contra São Paulo
Escudo São Paulo.png 2x1 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Cruzeiro.png 2x3 Escudo São Paulo.png

[edit]

Escudo Cruzeiro.png
3 × 3
Escudo São Paulo.png



Informações

Data: 5 de outubro de 2011 às 21:50
Local: Sete Lagoas, MG
Estádio: Arena do Jacaré


Público e Renda

Público pagante: 9.944
Público Presente: 11.113
Renda: R$ 108.375,00 R$ 108.375 <br />Cr$ 108.375 <br />NCr$ 108.375 <br />Cz$ 108.375 <br />NCz$ 108.375 <br /> (preço médio: R$ 10,90 )


Escalações

Cruzeiro
  1.  Fábio Cartão amarelo recebido aos  (1)
  2.  Vítor Júnior
  3.  Léo
  4.  Victorino
  5.  Marquinhos Paraná
  6.  Everton
  7.  Roger Substituição realizada de jogo ( 16. Élber Pimentel Simbolo jogador base.png )
  8.  CharlesSimbolo jogador base.png Cartão amarelo recebido aos  (1) Gol aos 26 do  (1T) 26'  (1T)
  9.  Keirrison  Gol aos 12 do  (1T) 12'  (1T) Substituição realizada de jogo ( 18. Wellington Paulista )
10.  Montillo
11.  Farías Substituição realizada de jogo ( 17. Anselmo Ramon  Cartão amarelo recebido aos Gol aos 34 do  (2T ) 34'  (2T ) )
Técnico: Vágner Mancini

São Paulo
  1. Rogério Ceni
  2.  Jean
21. João Filipe Cartão amarelo recebido aos
  4. Rhodolfo
  6. Juan Gol aos 31 do  (2T) 31'  (2T)
15.  Denílson Cartão amarelo recebido aos Cartão amarelo recebido aos Cartão vermelho recebido aos
20. Carlinhos Paraíba
16. Cícero Gol aos 14 do  (2T) 14'  (2T)
10.  Rivaldo
25.  Dagoberto Gol aos 20 do  (2T) 20'  (2T) Cartão amarelo recebido aos Substituição realizada de jogo ( 11. Marlos )
  9. Luis Fabiano
Técnico: Adilson Batista


Reservas que não entraram na partida


Pré-Jogo[editar]

Em 16º lugar com 29 pontos, o Cruzeiro pode terminar a rodada em 15º ou 17º lugar.

O treinador Vagner Mancini não poderá escalar o beque Naldo, o lateral Diego Renan, os volantes Leandro Guerreiro e Fabrício e os atacantes, Bobô, Ortigoza e Wellington Paulista, contundidos.

Em 3º lugar com 46 pontos, o São Paulo pode oscilar entre o 2º e o 6º lugar, dependendo dos resultados da rodada, que se encerrará no diomingo, 09out11.

O treinador Adílson Baptista não poderá escalar o lateral Píris, na Seleção Paraguaia, o volante Wellington e o meia Lucas Silva, suspensos, o beque Bruno Uvini, o meia Cañete e o atacante Fernandinho, contundidos.

Lance a lance[editar]

Primeiro Tempo[editar]

  • 21h45 – Cruzeiro em campo com uniforme tradicional e grande apoio da torcida que canta “Vamos, vamos, Cruzeirrôôô!”
  • Vagner Mancini: “Estou colocando dois atacantes enfiados pra baterem com os beques do São Paulo e tirar um jogador de meio de campo deles pra fazer a sobra, deixando espaços pros nossos meias.”
  • 21h48 – São Paulo em campo com camisa tradicional branca, meias e calções vermelhos.
  • 21h50 – Execução do Hino Nacional.
  • 21h54 – Rogério Ceni troca camisa preta por uma vermelha pra se diferenciar do trio de arbitragem.
  • 21h55 – Um minuto de silêncio em homenagem a Dona Efigênia, mão e PaulomSchattio.
  • 21h56 – Começa o jogo. Cruzeiro à esquerda das cabines.
  • 00 – Reservas do Cruzeiro: Rafael Monteiro, Naldo, Cribari, Gabriel Araújo, Elber, Wellington Paulista, Anselmo Ramon.
  • 01 – Tiro livre indireto a favor do SPFC no meio de campo. Roger Galera discute com o Juiz.
  • 02 – Farias derruba Juan no meio de campo.
  • 03 – Keirrison disputa com João Filipe na entrada da área. Beque tira a bola com um chutão.
  • 03’30”- Leo Simões derruba Luiz Fabiano no meio de campo.
  • 04 – Cícero aproveita furada de Victorino e passa a Rivaldo, que busca Luiz Fabiano, impedido na entrada da pequena área.
  • 05 – São Paulo troca passes em sua defesa, Cruzeiro cerca.
  • 06 – Cruzeiro sai rápido para o ataque com troca de passes entre Montillo e Vítor. Roger Galera tenta passar a Keirrison e dá a bola a um adversário.
  • 07 – Montillo disputa bola com Juan e Carlinhos Paraíba, que o desarma.
  • 08 – Defesa falha! Luiz Fabiano, com um toque, deixa Jean na frente do arco celeste. O chute sai cruzado e sai à direita de Fábio.
  • 09 – Torcida apoiando o time celeste.
  • 10 – Um-dois bacana! Vítor passa a Farias, que devolve de calcanhar. O lateral entra na área e chuta cruzado. Rogério Ceni defende.
  • 11 – Bola lançada para o ataque do São Paulo, Fábio sai pra defender antes da chegada de Luiz Fabiano.
  • 12 – Golaço! MP lança Montillo entre dois tricolores. O argentino vai à linha de fundo e cruza. Keirrison, na pequena área, toca ra rede. Cruzeiro 1×0
  • 13 – Como em seus melhores momentos! Torcida do Cruzeiro canta alto.
  • 14 – Escanteio sobre a área celeste. Charles cabeceia pra trás. Jean cabeceia pra fora, com perigo.
  • 15 – Carlinhos Paraíba derruba Montillo no meio de campo. Marquinhos Paraná e Keirrison partem pra cima do Juiz.
  • 16 – Roger Galera cobra curto, Charles chuta, bola desvis na defesa. Escanteio. Montillo cobra pela direita, Keirrison tenta arrematar, João Filipe corta.
  • 17 – Rivaldo tenta armar um contra-ataque, bola fica com Fábio.
  • 18 – Charles chuta de canhota, de fora da ára, pra fora.
  • 19 – Luis Fabiano faz ótima jogada individual na entrada da grande área e rola pra Dagoberto, que pega mal na bola e facilita o desarme da defesa celeste.
  • 20 – Keirrison mata no peito, protege bem a bola, mas erra o passe pra Farias.
  • 21 – Leo Simões dá um pescoção em Luiz Fabiano, que fica caído no meio de campo.
  • 22 – Cruzeiro aperta saída de bola do tricolor, que troca passes com dificuldade.
  • 23 – Milagre do poste! Luiz Fabiano, com um toque, engana bequeira celeste e deixa Jean livre na entrada da área. Chute forte explode no poste direito.
  • 24 – Por pouco! Farias recebe lançamento monumental de Marquinhos Paraná, dentro da área tricolor, ajeita no peito, deixa Rhodolfo batido, mas chuta mal e a bola sai por cima do travessão.
  • 25 – Por pouco! Roger para Montillo, que deixa Keirrison na cara do gol. Rodholfo desarma o centroavante antes do arremate.
  • 26 – Dagoberto recebe na entrada da área e tenta surpreender Fábio. A bola sai ao lado.
  • 27 – Luiz Fabiano tenta girar na área e é desarmado pela defesa cruzeirense.
  • 28 – Roger Galera lança Ernesto Farias, dentro da área. Juan cede escanteio.
  • 29 – Pênalti absurdo! Rivaldo lança Cícero, que dispara, entra na área e salta por cima de Fábio. Juiz marca pênalti inexistente.
  • 29’30”- Amarelo! Fábio, pelo suposto pênalti.
  • 30 – Pai Zirigo é foda! Luiz Fabiano cobra com a direita, no canto esquerdo de Fábio, que voa faz defesa sensacional.
  • 31 – Montillo mancando. O problema é no pé direito.
  • 32 – Festa! Torcida celeste faz grande festa cantando o hino do clube.
  • 33 – Montillo lança Farías na direita. Mas o atacante deixa a bola escapar para a lateral.
  • 34 – Rivaldo disputa bola com Marquinhos Paraná, é desarmado e se joga pedindo falta.
  • 35 – Juan derruba Farías na ponta direita celeste. Roger cobra, defesa afasta.
  • 35’30” – Chutes da gol: 5×5.
  • 36 – Vítor dá um bico e impede que São Paulo saia para o ataque.
  • 36’30” – Posse de bola: São Paulo, 55%.
  • 37 – Montillo cobra escanteio pela esquerda. Com curva. Rogério Ceni tira com os punhos.
  • 38 – Francisco Everton chuta de fora da área, de curva. Rogério Ceni tira com as pontas dos dedos cedendo escanteio.
  • 39 – Montillo cobra escanteio, pela direita. Rogério Ceni corta de soco, mas sofre falta de Ernesto Farías.
  • 40 – Keirrison disputa bola com João Filipe no meio de campo, torce o pé, cai e é retirado no carrinho-maca.
  • 41 – Carlinhos Paraíba derruba Charles no meio de campo.
  • 42 – Marquinhos Paraná passa por Denílson e laça Keirrison, que perde a bola na entrada da área.
  • 43 – São Paulo troca passes rápidos no ataque, Leo Simões despacha com um chutão.
  • 43’30” - Luiz Fabiano dá um toque de calcanhar tirando Leo Simões da jogada. Dagoberto aplica um lençol em Fábio, Francisco Everton salva o gol tirando em cima da risca.
  • 44 – Victorino desfaz tabela perigosa entre Dagoberto e Luiz Fabiano.
  • 45 – Cícero empurra Charles e comete falta. Cruzeiro valoriza posse de bola.
  • 46 – Fim de 1º tempo.
  • Fábio: “Glória a Deus! Só Jesus pra me proporcionar essa defesa num jogos desses. Estamos lutando, não sofremos o gol. Deus mandou e eu fui lá buscar!”

Segundo Tempo[editar]

  • 232h57 – São Paulo em campo sem alterações.
  • 22h58 – Cruzeiro em campo sem alterações.
  • Adílson Baptista: “Não tem porque mexer, o time jogou bem. A gente já conhece o Fábio, que é um grande goleiro. Agotra, vamos inverter o jogoe traba;har mais pelo lado esquerdo”.
  • 23h – Começa o 2º tempo.
  • 01 – Juan cruza da esquerda, Fábio sai e defende pelo alto.
  • 02 – Victorino comete falta em Luiz Fabiano a 33m de distância do arco celeste.
  • 03 – Defesaça! Cícero chuta forte, após receber bola curta na cobrança de falta. Bola quica na pequena área, Fábio defende em dois tempos.
  • 04 – Keirrison mata a bola no peito e protege bem a bola, mas acaba errando o passe.
  • 05 – Luiz Fabiano recebe lançamento na pequena área e cabeceia bola contra o travessão, mas está impedido.
  • 06 – Defesa assistiu! Dagoberto e Luiz Fabiano tabelam, na área celeste. Victorino corta.
  • 07 – Rodholfo recebe lançamento livre dentro da área, mas se enrola e não consegue arrematar.
  • 08 – Denílson derruba Montillo.
  • 09 – Por um triz! Vítor desce pela direita e cruza fechado. Farías tenta arrematar, mas não dá em bola.
  • 10 – Wellington Paulista prepara-se pra entrar no jogo.
  • 11 – Boa, Charrua! Dagoberto se livra dos marcadores, entra na área, passa a Rivaldo, que é desarmado por Victorino, antes de completar o giro e ficar na cara do gol.
  • 12 – Troca! Keirrison por Wellington Paulista.
  • 13 – Roger Galera lança Wellington Paulista, que está impedido.
  • 14 – Gol! Dagoberto avança pela meia esquerda, passa a Luiz Fabiano que, com um toque, põe Cícero na cra do gol. Fábio sai, mas não impede o arremate pra rede. São Paulo 1×1.
  • 15 – Torcida celeste reage ao gol incentivando seu time.
  • 16 – Cícero cruza, Leo Simões corta.
  • 17 – Montillo passa a Wellington Paulista, na entrada da área. Denílson corta.
  • 18 – Amarelo! Charles derruba e ainda atira a bola em Juan.
  • 19 – Anulado! João Filipe recebe livre dentro da área e serve Luiz Fabiano que, impedido, empurra bola pra rede.
  • 20 – Golaço! Dagoberto passa por Marquinhos Paraná, Wellington Paulista, Leo Simões e Victorino e toca por cima de Fábio, que sai do gol pra tentar a defesa. São Paulo 2×1.
  • 21 – Montillo passa por Carlinhos Paraíba e chuta cruzado, da direita. Rogério Ceni espalma pra ecanteio.
  • 22 – Luis Fabiano volta para buscar a bola e sofre falta no meio de campo.
  • 23 – Troca! Roger Galera por Elber.
  • 24 – Juan cruza da esquerda, Francisco Everton corta de cabeça, dentro da área.
  • 25 – Montillo cobra escanteio pela direita, Cícero corta.
  • 26 – Elber cisca na esquerda e recebe falta de Jean.
  • 27 – Gol! Francisco Everton cruza da esquerda, Rogério Ceni sai do arco, cata borboleta, bola fica com Luiz Fabiano, que esocrrega. Charles parece pra aremmatar com uma bomba, de canhota, pra rede. Cruzeiro 2×2.
  • 28 – Montillo dispara e lança Ernesto Farías, Rogério Ceni chega antes e fica com a bola.
  • 29 – Amarelo! Dagoberto impede contra-ataque puxando Vítor pela camisa.
  • 30 – Wellington Paulista cruza da esquerda, Ceni disputa e ganha a bola de Ernesto Farías.
  • 31 – Gol! Dagoberto cruza da direita, sem marcação. A bola passa pela defesa celeste e encontra Juan que, no bico da pequena área, do lado esquerdo, escora de cabeça pra rede. São Paulo 3×2.
  • 32 – Amarelo! Denílson por carrinho violento em Francisco Everton.
  • 33 – Montillo cobra falta, bola desvia na defesa e sai a escanteio.
  • 34 – Vítor chuta cruzado, Rodholfo cede escanteio.
  • 35 – Gol! Montillo cobra escanteio pela esquerda, Francisco Everton desvia de cabeca, no segundo poste, Anselmo Ramon escora de cabeça pra rede. Cruzeiro 3×3.
  • 36 – Amarelo! João Filipe derruba Elber.
  • 37 – Elber cruza da esquerda, Anselmo Ramon cabeceia pra fora.
  • 37’30” – Público: 9.944 pagantes, 11.113 presentes. Renda: R$108.375,00
  • 38 – Rivaldo, sem marcação, lança Jean, que passa por Francisco Everton e, antes de entrar na área, é derrubado por Victorino.
  • 39 – Dagoberto cobra falta, Luiz Fabiano comete falta em Leo Simões.
  • 40 – São Paulo trança bola na meia lua. Marquinhos Paraná e Charles desfazem a jogada.
  • 41 – Montillo puxa contra-ataque e passa a Elber, que chuta nas nuvens.
  • 41’30” - Troca! Jean por Casimiro
  • 42 – Juan comete falta em Montillo na frente da área tricolor.
  • 43 – Francisco Everton cobra, Rogério Ceni defende no pé do poste esquerdo.
  • 43’30” – Troca! Dagoberto por Marlos.
  • 44 – Montillo puxa contra-ataque e lança Elber. Rodholfo cede escanteio.
  • 45 – Posse de bola: São Paulo, 55%
  • 45’30” - Vermelho! Denílson comete falta em Francisco Everton e recebe segundo amarelo.
  • 46 – Vítor cruza da direita, Anselmo Ramon arremata pra fora.
  • 46’30” - Amarelo! Anselmo Ramon por tentar impedir reposição de Rogério Ceni.
  • 47 – Bola longa na área celeste, Fábio fica com ela.
  • 47’30”- Fim de jogo. Torcida celeste aplaude o time.
  • Wellington Paulista: “Tomamos gols que não podíamos tomar.”

Vídeos[editar]

Melhores momentos
Gols

Atuações[editar]

  • Torcida – Embora o comparecimento tenha sido abaixo do que merecia o jogão, quem foi à Arena do Jacaré apoiou incondicionalmente o time de Vagner Mancini. Inclusive quando o Tricolor virou o jogo. Há muito tempo não se via uma torcida apoiar durante 90 minutos como mnesta partida. Nota 10! (Síndico) /// O torcedor foi fundamental. Espero que continue nessa atitude, de incentivar os jogadores. Ele fez a diferença e está de parabéns. Espero que ele compareça no jogo, contra o Corinthians e nos apoie. Essa é nossa casa. (Vagner Mancini) ///
  • Fábio – “São Fábio” pegou pênalti, interceptou bolas alçadas e ainda teve sorte, como na bola de Jean, que estourou na trave. Irritou ainda mais seus perseguidores e os tiranos avessos à liberdade de manifestação religiosa ao creditar a Deus o pênalti defendido. (Anderson Olivieri) ///
  • Vítor - Vem subindo de produção. Ontem apareceu bem na saída de bola e no apoio com boas jogadas, principalmente no primeiro tempo. Ainda peca na marcação e não está no melhor da sua forma fisica, mas tem muito a contribuir. (Mauro França) ///
  • Victorino – Lá vai um pitaco bem equilibrado: Maurício Victorino é lindo e sempre joga bem. Pra mim, nunca erra. E quando erra, acerta! haha (Mariana Resende) /// Bem melhor que Leo, porém, com menos trabalho. O São Paulo teve tendência a jogar mais pela esquerda com Rivaldo, Cícero, Juan e Carlinhos Paraíba. Mas não está como em seus melhores dias. Parece ainda fora de forma. (Chiabi Duarte) ///
  • Leo Simões – Infelizmente não serve como titular. Mancini terá que colocar Naldo em seu lugar se não quiser que a vaca vá para o brejo. Deu dó ver ele correndo atrás do Cícero no lance do penalti. Toda vez que escuto o Fábio falar sobre “desconcentração” me vem a imagem dele em minha cabeça. (Cuné) ///
  • Francisco Everton - Defendeu bem e atacou com propriedade, tabelando pela esquerda e finalizando com perigo, quando exigiu duas boas defesas do goleirão, teve ontem sua melhor exibição no Cruzeiro. (Walterson Almeida) /// Everton fez uma ótima partida, salvou um gol certo, bons passes e deu um belo chute de fora da área que Rogério Ceni defendeu. Nem parecia o mesmo. Que continue assim! (Mariana Resende) ///
  • Marquinhos Paraná - Sóbrio como sempre, joga para o time e acrescenta muito com sua experiência e qualidade no passe. (Alan Mendonça) /// Deu aula de jogar futebol. Seu bote mais preciso foi depois da defesa do penalti, em que roubou a bola num totozinho evitando o gol. Foi importante também na saída de bola do time da defesa por ataque. (Chaves) ///
  • Charles – Pela primeira vez, depois de sua volta, mostrou um bom futebol e marcação. Esteve alinhado taticamente, o que não vinha acontecendo. Precisa ter mais atenção ao dar passes. (Chaves) ///
  • Roger Galera – Parecia jogar futebol de areia. Estava numa “vibe” diferente do resto do time. (Chaves) ///
  • Montillo - Muito bem marcado, quase não teve espaço para atacar. Inteligentemente, o adversário não o deixou receber a bola em vertical e não tinha espaço para dominar e virar. Resultado, recebia as bolas de costas para o gol e precisou tocar rápido. Mesmo assim foi decisivo nos lances de gol. (Chaves) ///
  • Farias – Farías também cumpriu o que foi pedido, teve a chance de fazer um gol, mas desperdiçou. (Vagner Mancini) /// Correu, marcou, tabelou, correu, marcou, tabelou, pregou, perdeu um gol e perdeu uma bola que terminou em um gol. (Walter Seixas) ///
  • Keirrison - Keirrison fez um belo jogo. Ele voltou até mais que um atacante volta e se machucou. (Vagner Mancini) ///
  • Elber – Entrou bem no jogo, partindo pra cima do adversário, tentando jogadas na base da habilidade. Não sentiu a responsabilidade e o time ganhou com a sua entrada. Volto a dizer: tem futuro o garoto. (Naldo Morato) ///
  • Wellington Paulista – Passeou em campo. Não fez nada. Num lance característico de seu domínio de bola, recebeu uma cobrança de lateral dentro da grande área, dominou mal, a bola subiu, mas ele tentou cruzar assim mesmo e acabou chutando a cabeça do zagueiro. (Walterson Almeida) ///
  • Anselmo Ramon - Entrou e guardou o dele. O que mais podemos esperar de um centroavante? (Dr. Genibaldo Lucena) ///
  • Vagner Mancini – Encheu de esperanças a torcida. Em noite iluminada, não teve medo de mexer no time e travou um bom duelo com AB. Pena que seus atacantes não tiveram a competência de fazer o simples, como por exemplo, por a cabeça na bola. (Cuné) ///
  • Juiz & Bandeiras – O Juiz esteve mal. O predestinado Eric Bandeira foi bem, a moça do outro lado foi sensacional! (Alan Mendonça) ///
  • Cruzeiro – O time evoluiu ofensivamente, principalmente pelo apoio dos laterais, que não acontecia com qualidade há muito tempo. Já a marcação, ainda não está “encaixada”. Explico: Temos sido sistematicamente vítimas de uma mesma jogada, o atacante adversário sai da área para fazer a “parede”, a zaga acompanha e um meia ou lateral se infiltra no espaço vazio saindo na cara do Fábio. (Lucas Delgado) ///
  • São Paulo - Time muito bem treinado, que gosta da posse de bola pra jogar, toca rápido na entrada da área adversária, sabe virar o jogo com precisão. Parece até aquele excelente Cruzeiro treinado por Adílson Baptista. Com a vantagem de ter jogadores capazes de criar jogadas sensacionais, às vezes, com um só mtoque -casos de Luiz Fabiano e Rivaldo. E um monstro chamado Dagoberto, que está jogando mais bola do que qualquer um dos Manos’ Boys. Os defeitos do time estiveram na zaga, que vacilou em dois gols celestes. (Síndico) ///

O que foi dito[editar]

  • Juca Kfouri, em seu blog: Um jogo de seis gols e quase sete erros em Sete Lagoas. Mas de muita, muita emoção, dramático mesmo. O Cruzeiro que luta para não cair, saiu na frente, mas tomou a virada do São Paulo que luta pelo título. Os mineiros empataram em 2 a 2, sofreram o 3 a 2 e empataram de novo, num jogo em que o árbitro errou ao dar um pênalti inexistente para o São Paulo, que Luís Fabiano errou ao cobrar para Fábio defender, e errou de novo ao anular um gol de Luís Fabiano por impedimento que não aconteceu. Mas em que Farias também errou duas vezes, seja por dar uma furada de cabeça na cara de Rogério Ceni, seja por errar o passe que fez nascer o terceiro gol são-paulino. E Rogério Ceni errou ao sair em falso no segundo gol mineiro, num lance em que Luís Fabiano escorregou na hora de aliviar. Em resumo, um empate ruim para os dois num jogo de matar. Tão dramático que, vai ver, o empate foi é bom para ambos.
  • Mário Marra, em seu blog: As posições na tabela são muito distantes e os objetivos também. O Cruzeiro não mostrava bom futebol e nem tanta atitude de luta também e o resultado era a incômoda lanterna do returno e a luta para escapar do rebaixamento. O São Paulo chegou a liderar a competição, mas o time na hora de decolar sempre derrapa. Os dois, cada um com seus problemas, se encontraram na Arena do Jacaré e fizeram um jogo cheio de gols e cheio de erros. É verdade que o cenário era diferente. A torcida dava toda a pinta de que empurraria o time. Eu, que estava em uma das posições de transmissão, vi, de perto, que a torcida optou por ficar de pé. O Cruzeiro encontrava facilidade pelos lados e Montillo conseguia arrastar a marcação de Carlinhos Paraíba para os dois lados. A movimentação do argentino abria espaço para alguém do meio jogar, mas o difícil era ver alguém aproveitar. Roger poderia assumir, mas se omitiu. Paraná e Charles tinham outras funções e Everton resolveu tentar ocupar o tal espaço que Montillo criava. O São Paulo foi a campo com uma formação diferente. Denilson mais adiantado e Paraíba mais preso em Montillo. Jean na lateral, Cícero e Rivaldo no meio e Luís Fabiano e Dagoberto. As posições se alteravam. Rivaldo se adiantou e foi jogar perto de Luís Fabiano. O Cruzeiro aproveitou o lado esquerdo e com o brilho de Montillo chegou ao primeiro gol, marcado por Keirrison. Entretanto, o time se mostrava muito vulnerável. O São Paulo colocava a bola no chão e procurava as tabelas rápidas e as jogadas de aproximação e sempre levava perigo. Jean teve duas chances claras e Dagoberto também. O Cruzeiro se mostrava comprometido, lutador, mas pouco ‘ligado’ na marcação na última linha. O segundo tempo foi no mínimo maluco! O Cruzeiro mantinha a partida de entrega e o São Paulo passou a fazer valer a posse de bola. Para que o leitor tenha uma ideia, o Cruzeiro trocou 184 passes certos e o São Paulo fez 348 trocas certas. Com a bola, o São Paulo empatou. Boa jogada de Cícero e bom passe de Luís Fabiano devolvendo para o camisa 16 e Cícero fez. A virada saiu com Dagoberto em mais uma bela jogada de técnica e força. O Cruzeiro se perdeu em armação e compactação. Era perceptível a distância entre meio e ataque. A turma da defesa tentava rebater e a turma do ataque tentava conduzir a bola. O único ‘diferente’ era Montillo. O argentino buscava o rebote e as arrancadas. Qual seria a solução para chegar ao empate? Chutão para frente e bola parada. Em uma jogada de bola parada o Cruzeiro empatou com Charles. O São Paulo fez o terceiro com uma bola linda de Dagoberto para Juan, e o baixinho fez de cabeça. Mas o Cruzeiro mostrava a luta e foi premiado em mais uma jogada de bola alta para a área e Anselmo Ramon fez. O empate não resolveu os problemas dos dois times. O Cruzeiro continua sem vencer e o São Paulo não chegou no líder. Mas o jogo deve ter repercussões para os dois times. O Cruzeiro deve contar com o apoio da torcida.
  • Antero Grego, em seu blog: Cruzeiro e São Paulo fizeram um dos jogos mais movimentados do returno do Brasileiros. Seis gols, pênalti perdido, Denilson expulso pela terceira vez. Não faltou emoção nos 3 a 3 na Arena do Jacaré. Só que o resultado foi ruim para os dois. Para os mineiros, significa a permanência perto da zona de rebaixamento. Para os paulistas, o risco de perder pique na briga pelo título. Fazia tempo que eu não via o Cruzeiro animado como no clássico desta quarta-feira. Não foi apático como em apresentações recentes. O São Paulo também teve velocidade, bom toque de bola, Luís Fabiano com ritmo melhor e mais entrosado. Ambos, porém, erraram pra burro, cochilaram em lances importantes e daí nasceram vários dos gols. O primeiro escorregão foi na abertura do placar, com jogada de Montillo pela esquerda e o toque para Keirrison. A zaga não acompanhou e o centroavante só tocou para o gol aos 12 minutos. O São Paulo voltou a errar nos outros dois gols, ambos na etapa final e quando estava em vantagem: no lance do empate por 2 a 2, zaga e Rogério Ceni bateram cabeça e Charles mandou ver. Na jogada dos 3 a 3, cinco jogadores guardavam o primeiro pau, em cobrança de escanteio, e ninguém estava perto de Anselmo Ramon, que cumprimentou a bola de cabeça. Nos gols do São Paulo, todos no segundo tempo, achei bobeada cruzeirense no primeiro, apesar da boa triangulação entre Dagoberto, Luís Fabiano e Cícero no toque para as redes. E também no terceiro, no levantamento para a área em que deixaram Juan livre para marcar. O segundo gol são-paulino foi uma obra-prima de Dagoberto, que fez uma fila antes de chutar. Mas a maior mancada ficou para Paulo Godoy Bezerra. O juiz enxergou pênalti de Fábio em dividida com Cícero aos 29 do primeiro tempo e marcou pênalti. Não foi nada, o goleiro nem encostou no jogador do São Paulo. Para sorte do árbitro, Fábio defendeu a cobrança de Luís Fabiano. E Godoy foi bem na expulsão de Denilson, que se sente perseguido pelos juízes. O Cruzeiro se salva, mas está com jeito de que será no sufoco. O São Paulo continuará na luta pelo hepta do Brasileiro. Só que precisa ser mais consistente e regular. Não dá para abusar da sorte nas rodadas que faltam.
  • Vitor Birner, em seu blog: Sobraram erros e emoções no jogo da Arena do Jacaré. Adilson mudou o São Paulo e não conseguiu evitar a repetição dos equívocos das últimas partidas. Mesmo assim, Os visitantes foram melhores na maior parte do confronto. O maior mérito de Vágner Mancini foi montar o time celeste mais guerreiro. A apatia cruzeirense, uma das grandes razões do fraco desempenho da equipe na temporada, não apareceu. Montillo merece elogios pela apresentação. Marquinhos Paraná, na etapa inicial, também. Luís Fabiano, Cícero e Dagoberto se destacaram no time de Adilson que ficou mais perto da vitória. Farias e Rivaldo foram os piores do empate que não deixou ninguém feliz. Escalações: Cruzeiro – Fábio; Vitor, Léo, Victorino e Éverton; Marquinhos Paraná, Charles, Roger e Montillo; Farias e Keirrison. São Paulo – Rogério Ceni; Jean, João Filipe, Rhodolfo e Juan; Denilson, Carlinhos, Cícero e Rivaldo; Dagoberto e Luís Fabiano. Os times: Vágner Mancini escalou Charles como volante de marcação e uma nova dupla de atacantes. Como o São Paulo erra muito a marcação pelos lados, o treinador explorou o defeito são-paulino. Deu bastante liberdade para o volante Marquinhos atacar e ajudar Roger e Montillo na armação dos lances, quase sempre pelas pontas. Adilson também mudou a equipe. E deixou o São Paulo praticamente com 10 jogadores em campo na etapa inicial. Carlinhos e Denilson trabalharam bastante na marcação. Cícero ajudou e também foi o principal armador da equipe. Dagoberto, pelos lados do ataque, tentou abrir espaços e Luís Fabiano fez bem o pivô. Rivaldo, nulo na criação e desarmes, virou um peso morto. A entrada dele obrigou Dagoberto a cooperar mais na marcação, pois o veterano e Luís Fabiano, sem as condições físicas ideais, não conseguem participar tal qual desnecessário do sistema defensivo. Ruim na parte técnica: O momento ruim cruzeirense e o adversário mal-escalado proporcionaram uma partida tecnicamente fraco, mas emocionante por causa das falhas defensivas que geraram boas chances de gols. A Raposa utilizou bastante os lados do campo. Montillo se movimentou bastante para confundir os rivais. Marquinhos apareceu para as tabelas na esquerda. Vitor fez o mesmo na direita. O São Paulo utilizou o centro do campo e a direita, onde Jean apoiou bastante, em busca do gol. Sem segredos: Os erros cruzeirenses e sãopaulinos foram previsíveis. A diferença da equilibrada etapa inicial acabou sendo quem soube aproveitá-los. Aos 9, a marcação do Cruzeiro no meio falhou e Luís Fabiano deixou Jean cara a cara com Fábio. O lateral, como aconteceu no primeiro semestre quando era titular, chutou mal e perdeu a oportunidade que acabaria provavelmente faria o rival, correndo risco de cair, se perder emocionalmente. Aos 12, o Cruzeiro não deu mole. Os volantes sãopaulinos mal-posicionados deram espaço, Jean chegou atrasado, e Marquinhos cruzou para Keirrison deixar o anfitrião em vantagem. A partida ficou aberta e os tradicionais erros de ambos os times continuaram aparecendo. Aos 23, Jean de novo ficou de frente para Fábio. E ele perdeu outro gol. A redonda bateu na trave. Em seguida os volantes visitantes falharam de novo e Farias recebeu a gorduchinha na área. Tinha tudo para ampliar a vantagem, todavia finalizou mal demais. Erro do árbitro: Cícero, o mais criativo do São Paulo, fez bela jogada de contragolpe, entrou na área, driblou Fábio e se atirou. Paulo Godoy Bezerra deu pênalti. O centroavante cobrou mal e o goleiro defendeu. Luís Fabiano: Luís Fabiano cometeu o grave pecado futebolístico de perder a penalidade. No mais, merece elogios pelo etapa inicial. Deu o passe para Jean, participou do lance da bola na trave e ainda doutra excelente chance perdida, dessa vez por Dagoberto, aos 43, também cara a cara com o goleiro. Perigoso: A Raposa, preparada para contra-atacar, levou perigo apenas nos arremates da entrada da área, contudo sempre deixou a impressão que poderia, a qualquer momento, colocar um dos atacantes de frente para Rogério Ceni. Fraco Farias: A péssima apresentação dele diminuiu muito a chance de vitória cruzeirense. Perdeu outro gol aos 9 do segundo tempo, após o cruzamento de Vitor. E pior: Keirrison, aos 12, pediu para sair e o argentino continuou. Wellington Paulista entrou. Cícero se destaca: Ele e Luís Fabiano eram os mais perigosos do São Paulo. Aos 14, o centroavante deixou o meia-volante na frente de Fábio e ele igualou. Erro do auxiliar? Aos 19, o bandeirinha viu impedimento ou de João Filipe ou de Luís Fabiano. Acho que errou ao anular o gol de Luís Fabiano. Ele estava atrás da linha de bola. São Paulo vira e jogo fica maluco: Dagoberto, sumido primeiro tempo, jogou bem no segundo. Aos 20, em lance individual, virou o jogo. A partida ficou aberta, maluca, emocionante e lotada de erros e gols. Aos 22, Elber ocupou o lugar de Roger, outro apagado no confronto. Aos 26, Rivaldo fez falta desnecessária. Montillo cruzou, a defesa sãopaulina se atrapalhou e Charlos igualou. Aos 31, a zaga cruzeirense devolveu a gentileza. Dagoberto cruzou de maneira perfeita, o baixinho Juan cabeceou livre (não pode) e fez 3×2. No minuto seguinte, cansado da inutilidade de Farias, Mancini pôs Anselmo Ramon no lugar dele. Aos 35, o Cruzeiro cobrou o escanteio, Rivaldo estava na primeira trave e não marcou, Everton desviou e Anselmo Ramon, livre, em baixo da trave, de novo empatou. O São Paulo, superior na etapa complementar, foi para cima e o mandante apostou nos contragolpes. Ninguém mais balançou a rede. Adilson ainda colocou Casemiro na vaga de Jean, aos 41, e Marlos no de Dagoberto, que pediu para deixar o gramado, aos 43. Casemiro deu o passe curto, aos 46, que levou Denilson a fazer a falta e ser expulso por causa do segundo amarelo. Entre erros e erros de lado a lado, o empate acabou sendo mais amargo para o time de Adilson. E justo.
  • Leandro Mattos, em seu blog: Cruzeiro e São Paulo abriram a 28ª rodada do Campeonato Brasileiro’2011 com um jogo franco e movimentado na Arena do Jacaré. Foram seis gols e muita disputa em cada tufo do gramado do estádio de Sete Lagoas. Durantes os 90 minutos, com alterações constantes no placar e muita correria dentro das quatro linhas de cal, foi impossível arriscar quem levaria o triunfo. Ninguém levou! Pior para a Raposa, que amarga uma posição perigosa na tabela e desperdiçou pontos muito importantes dentro de casa. Mas já se sabia que não seria fácil. O Tricolor paulista tem sido um adversário ingrato para os celestes nos últimos anos. Pelo menos ficou o alento de uma atuação mais consciente do time, com qualidade bem maior do que a apresentada nas rodadas anteriores. Esse fato deve ser apenas constatado, por justiça ao que os 11 de Vagner Mancini fizeram nessa quarta. Não é hora de comemorar, pois a situação ainda é crítica e os números piores ainda. A equipe estrelada não venceu na metade decisiva do Brasileiro. Em nove compromissos, foram três empates e seis derrotas. O time somou apenas três dos 27 pontos colocados em disputa: 11,1% de aproveitamento (no campeonato, como um todo, a eficiência é de 35,7%). O Cruzeiro está a três pontos da zona da degola e precisa se reerguer rapidamente. Com certeza, a boa apresentação deu ânimo aos atletas e esse ‘gás’ precisa ser aproveitado para que signifique, em breve, embalo e regularidade. Fábio foi o grande nome do jogo, com defesas importantes, inclusive no pênalti cobrado por Luís Fabiano. Montillo também merece destaque e continua sendo a peça diferente da equipe, mesclando talento e entrega.
  • Fábio, goleiro do Cruzeiro: Importante foi a superação e a dedicação. Jogamos bem, marcamos, mas temos que dar méritos à equipe adversária, que tem qualidade. Melhoramos 100% e quase vencemos. No pênalti, foi Deus que mandou eu ir naquele canto.
  • Charles, volante do Cruzeiro: Conversamos muito na Toca. Não podíamos vacilar em casa. A torcida estava vaiando com razão, pois não via um time aguerrido. Hoje, o time foi aguerrido. Daqui para frente o Cruzeiro será assim. Resolvemos esperar, pra dar o bote, mas eles trabalharam bem a bola. Valeu pela luta e pela torcida jogando conosco.
  • Montillo, meia do Cruzeiro: O time lutou, mas infelizmente não venceu. Quando falta confiança, as coisas não saem. Mas já é um começo. Mostramos muita raça. Duas vezes com resultado adverso e conseguimos empatar, o que não conseguimosem outras partidas.
  • Roger Galera, meia do Cruzeiro: Uma palavra do Vagner Mancini ficou na nossa cabeça: esperança. E ela é grande pelo que montramos em campo. O time teve alma, espírito e dedicação contra um São Paulo muito melhor arrumado, melhor distribuído e melhor tecnicamente. Mas nosso time criou, brigou, se doou. Este é o espírito que temos de manter até o final. O Torcedor participou de maneira eficiente, nos ajudou bastante. Esse casamento tem que continuar reunirmos forças e sair ilesos dessa situação. Foi um grande jogo, contra uma grande equipe, e a gente se portou de maneira grande. Esta partida tem de ser exemplo pros últimos 10 jogos.
  • Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: Conversamos sobre o que tinha de mudar. Mudamos e jogamos bem. Foi importantíssimo pra gente. Temos de mudar também nossas características senão não tem jeito de sair dessa.
  • Keirrison, atacante do Cruzeiro: Tenho grande bagagem na carreira. Minha motivação é trabalhar. Se matar um leão por dia, as coisas acontecem naturalmente. A gente tem que lutar, mas com organização e da melhor maneira que o Mancini pedir. Jogar até sem a bola, lutar e marcar muito. Só com sacrifício sairemos dessa situação.
  • Anselmo Ramon, atacante do Cruzeiro: Tomamos gols, levamos virada, mas não abaixamos a cabeça e continuamos lutando até empatar. Valeu pela luta de todos. O grupo está de parabéns. Quando o time levava um gol se abatia, hoje corremos atrás até empatar.
  • Vagner Mancini, treinador do Cruzeiro: Sabíamos que estávamos enfrentando uma equipe de muita qualidade e fomos muito bem no início do jogo. Nossa equipe no 1º tempo, embora tenha dado um pouco de chance no final, dominou as ações, fez 1×0 e teve até chance de fazer o 2º gol. O pênalti todo mundo sabe que não foi. Infelizmente foi um erro grave do árbitro. No 2º tempo, nossa equipe não recuou, o São Paulo é que adiantou muito. Nós tivemos certa dificuldade no meio-campo por termos só dois jogadores de marcação. Aos poucos, o São Paulo foi empurrando a gente, chegou ao empate, fez o 2º gol, mas antes do empate nós tivemos uma grande chance em jogada do Vitor que o Farías teve a oportunidade de decretar o 2×0 e acabou não fazendo. Quando você dá oportunidade a uma equipe como o São Paulo, vai ter mais dificuldades. As substituições deram certo e a equipe se colocou mais à frente, jogou melhor e a equipe brigou até o último segundo de jogo, deixou o torcedor satisfeito, deixou a gente com esperança de sair dessa situação. Não tenho dúvida. O Cruzeiro voltou a ser uma equipe vibrante, com muita garra, que jogou futebol e chutou muito a gol. Volto a dizer, até pra valorizar o empate, que enfrentamos uma equipe muito forte. Se jogar dessa forma, se tiver o empenho, se tiver entrega da forma que houve, dificilmente vamos deixar escapar vitórias aqui dentro e até mesmo fora. Aquela equipe do domingo, em relação à de hoje, foi muito diferente. Hoje, a equipe me encheu de esperança. Saio daqui satisfeito pela atuação, não em função do empate, até porque merecíamos vencer. Mas já ficamos mais confiantes e o atleta também sai assim do jogo. Vamos tentar montar uma estratégia em cada jogo. Às vezes, vamos alterar a equipe em termos táticos, porque o adversário joga de forma diferente. Mas o ímpeto, a vontade e a entrega têm que ser essa que foi demonstrada. O atleta, entrando em campo, independente daquilo que está sendo desenvolvido em termos táticos, tem a obrigação de se entregar, porque, dessa forma, diminuem os erros, que hoje também foram vistos, mas acaba fazendo com que a gente supere algumas deficiências com determinação, dedicação e entrega. Dessa forma a gente vai, jogo após jogo, pensando em cada um de uma forma muito direta. Contra alguns adversários a gente vai ter que jogar diferente de como jogamos hoje, em alguns jogos vamos ter que jogar abertos, como hoje. Desde a chegada, detectamos que a auto-estima dos atletas estava muito baixa e seria fundamental minha equipe de trabalho olhar pra isso. Às vezes não dá tempo de só o técnico intervir, então temos uma equipe e nossa psicóloga, que ajuda muito também, pra gente devolver confiança aos atletas. Assim, eles têm muito mais chances de entrar em campo e render o que podem. De uma forma simples, a gente atacou alguns pontos, alguns pilares, alguns atletas, pra ter um desempenho melhor. Falando da individualidade de cada um, fica fácil. Eles sabem jogar, mas quando se perde a confiança, há pressão, há cobrança, exigência da imprensa, o cara tende a ter desempenho oscilante. Não pode haver isso, de maneira nenhuma, ainda mais nesta fase, em que os jogos são decisivos.
  • Rogério Ceni, goleiro do São Paulo: É difícil aceitar o resultado. Mandamos no jogo, mas tomamos gols inacreditáveis. Time que quer ser campeão não pode levar gols assim. E não adianta culpar a zaga. No 3º gol, havia sete jogadores dentro da área e o cara antecipou no 1º pau. Perdemos grande chance porque era jogo bom pra atuar, com o adversário atacando e permitindo o contra-ataque. Foi péssimo. No último treino antes do jogo, eu, o Rivaldo e o Luís treinamos penalidades. Quando surgiu o lance na partida, pensei em ajudar um amigo. E não era desejo pessoal, mas de toda a equipe. Eu queria que ele marcasse o gol que lhe daria muita confiança. Infelizmente não aconteceu. Mérito do goleiro, que voou no canto certo. Ele não é o culpado pelo resultado. Se tiver outro pênalti, ele vai cobrar novamente. Não deixamos de ganhar a partida pelo pênalti perdido, mas porque vacilamos na hora de segurar o resultado. O Luis é importante e não vai se abater.
  • João Filipe, beque do São Paulo: Na hora, na correria da marcação, acabamos esquecendo de algum jogador. Falha de todos nós, não podemos culpar alguém em especial. Foi difícil, mas conseguimos um empate fora.
  • Jean, lateral-direito do São Paulo: Temos que ter atenção o tempo todo. Não tivemos por pouco tempo e levamos os gols. São falhas de posicionamento porque não tivemos a concentração necessária.
  • Denílson, volante do São Paulo: O lance era muito perigoso e a única solução era a falta. Quer dizer, não foi falta. Tirei o pé e o juiz me expulsou sem necessidade. Não tinha nada a ver me expulsar. Sem palavras. Foi a 3ª expulsão. Fico bastante triste por não poder ajudar.
  • Rivaldo, meia do São Paulo: Joguei a partida inteira e não senti nada. Poderia até jogar por mais tempo se precisasse. Nada está perdido ainda, temos muitos jogos pela frente e tenho certeza de que o São Paulo vai chegar em 1º no fim do campeonato. Se times com 40 pontos estão falando em ser campeões, por que nós, com 47, vamos desistir?
  • Cícero, do São Paulo: As falhas foram do conjunto. Faltou atenção. Precisamos trabalhar pra isso não acontecer mais.
  • Luis Fabiano, atacante do São Paulo: Não é um pênalti que vai me deixar chateado. Tenho é que estar feliz com o meu rendimento. Fiquei parado sete meses esperando voltar e isso felizmente aconteceu. Em relação ao jogo contra o Flamengo, houve clara evolução, me senti bem mais à vontade. Tenho que trabalhar pra corrigir meu erro. Falta um detalhe pro gol sair. Quando acontecer, muitos virão. Atacante passa por momentos bons e ruins, tenho é que comemorar o que estou conseguindo mostrar dentro de campo.
  • Adilson Batista, treinador do São Paulo: Fizemos grande partida, controlamos o jogo, tocamos a bola e criamos as melhores chances. Por duas vezes o jogo ficou em nossas mãos, mas por alguma desatenção deixamos escapar a vitória. Não foi o resultado que queríamos.

Fontes[editar]

Transmissão[editar]

  • Globo
  • Sportv