Cruzeiro 1x2 São Paulo - 06/09/2009

De CruzeiroPédia .:. A História do Cruzeiro Esporte Clube
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Confrontos
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Por temporada
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Por Campeonato Brasileiro
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No estádio Mineirão
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Contra São Paulo
Escudo São Paulo.png 0x2 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Cruzeiro.png 0x2 Escudo São Paulo.png

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Escudo Cruzeiro.png
Cruzeiro
1 × 2 Escudo São Paulo.png
São Paulo
23ª rodada do Campeonato Brasileiro 2009
Data: 6 de setembro de 2009 Local: Belo Horizonte, MG
Horário: Não disponível Estádio: Mineirão
Árbitro: Luís Antonio Silva dos Santos (RJ) Público pagante: 28.303
Assistente 1: Público presente: Não disponível
Assistente 2: Renda: R$ 618.014,25 R$ 618.014,25 <br />Cr$ 618.014,25 <br />NCr$ 618.014,25 <br />Cz$ 618.014,25 <br />NCz$ 618.014,25 <br /> (preço médio: R$ 21,84 )
Súmula: Súmula Borderô
Escalações
Cruzeiro: São Paulo:

1. Fábio 1. Rogério Ceni
2. Jonathan 2. Renato Silva
3. Gil 3. Rodrigo
4. Fabinho Alves 4. André Dias Cartão amarelo recebido aos
5. Diego Renan  Gol aos do 5. Jean
6. Fabrício 6. Arouca Cartão amarelo recebido aos
7. Henrique 7. Richarlyson Cartão amarelo recebido aos
8. Elicarlos Cartão amarelo recebido aos  (1) 8. Hugo Substituição realizada de jogo ( Marlos Gol aos do )
10. Gilberto Substituição realizada de jogo ( Bernardo ) 9. Júnior César
11. Thiago Ribeiro 10. Dagoberto Substituição realizada de jogo ( Wellington )
9. Wellington Paulista Substituição realizada de jogo ( Soares ) Substituição realizada de jogo ( 19. Guerrón ) 11. Washington Substituição realizada de jogo ( Borges Gol aos do )
Técnico: Adilson Batista Técnico: Ricardo Gomes
Reservas que não entraram na partida
Cruzeiro: São Paulo:

Transmissão

  • Sportv

O que foi dito

  • Neto, em seu blog: Em Minas, quem decidiu foi o Borges, atacante que, repito há algum tempo, não pode ser reserva no São Paulo. Para não correr o risco de perdê-lo, a diretoria deveria inclusive renovar seu contrato antecipadamente. De qualquer forma, o 2º tempo do Tricolor foi muito bom e reagiu contra o Cruzeiro na hora certa. Segue na luta. Mas meus parabéns vão para o Rogério Ceni, que quebrou o recorde que era do Zinho como jogador que mais atuou em campeonatos brasileiros. Se não me engano são 371 jogos.
  • Juca Kfouri, em seu blog: O Cruzeiro acabou com o sonho do São Paulo em ganhar o tetra da Libertadores neste ano de 2009. E quase acabou, também, com o sonho do heptacampeonato brasileiro, no Mineirão, com 27.953 pagantes. Quase… Para tanto, fez Rogério Ceni trabalhar como há muito não se via. Antes de o Cruzeiro fazer 1×0, aos 44, Ceni já havia feito três defesas dificílimas. O gol foi do ótimo Diego Renan, que se aproveitou de má saída de bola de Richarlyson que, por ironia, jogava muito bem. E Rogério Ceni teve de fazer uma quarta defesa nem bem o segundo tempo começou, quando o time mineiro desperdiçou a ampliação do marcador. E olhe que o Cruzeiro jogava sem suas duplas de zagueiros e de atacantes. Mas jogou melhor, bem melhor que o São Paulo, sempre muito mais perto do segundo gol do que de sofrer o empate. Então, Marlos entrou em campo, no lugar de Hugo e, em seu primeiro lance, empatou, em rara falha de Fábio, aos 19. Guerrón entrou no lugar de Soares, no Cruzeiro, um pouco antes do empate. O São Paulo deu uma melhorada, mas o Cruzeiro seguia muito mais perigoso. O jogo estava bom, agradável de se ver e os dois times queriam a vitória. Tanto que Borges entrou no lugar de Washington e, no Cruzeiro, Bernardo entrou no lugar de Gilberto, cansado. E, como Marlos, na primeira participação de Borges, ele virou, aos 36: 2×1! Richarlyson mudou jogo para Dagoberto, ele foi à linha de fundo e cruzou para trás, para Borges desempatar. Uma virada dessas sintomáticas, de time que quer ser campeão, ou melhor, tetracampeão, isto é, heptacampeão. Ricardo Gomes acertou em tudo o que fez no segundo tempo. E o Cruzeiro, para variar, bobeou.
  • Lédio Carmona, em seu blog: O São Paulo achou uma vitória, em forma de virada, de forma sensacional. O Cruzeiro não jogou mal e dominou boa parte do jogo. Mas as entradas de Marlos e Borges, os artilheiros, mudaram o jogo. Coisa de quem continua com muito estrela. O São Paulo mantém o 3º lugar, a quatro pontos do Palmeiras e a três do Inter. E a Raposa segue num melancólico e insosso 13º lugar.
  • Mauro Beting, em seu blog: O Cruzeiro tem perdido pontos e jogos impressionantes no fim. Não parece o time que quase foi campeão sul-americano em julho. O São Paulo ganhou um clássico de virada de modo inacreditável pela pressão que sofria do campeão mineiro. Mas realmente parece o time que é tricampeão brasileiro. E, agora, no terceiro lugar, a quatro pontos do líder. Se não pelo futebol que não foi bom, mas pela recuperação tocante que teve no fim, o São Paulo mantém o pique. “Se alguém tivesse desligado a TV aos 15 minutos, jamais acreditaria que o Cruzeiro fosse perder o jogo”, disse Rogério Ceni, 19 anos de São Paulo hoje, o melhor em campo ao lado o inesgotável Richarlyson. Fato. O primeiro tempo foi ruim. O Cruzeiro, menos pior, mesmo perdendo o artilheiro Wellington Paulista, aos 16 (mais um do hospital celeste). Teve mais chances contra apenas uma tricolor. Num jogo de poucas faltas (méritos dos treinadores), e pouco futebol (culpa de todos), só mais uma falha poderia abrir o placar. Aos 43, saída errada de Jean deu na boa tabela entre Gilberto e Diego Renan, que entrou como Sorín e marcou. O gol encheu a bola mineira. Nos primeiros 15 minutos do segundo tempo, só deu Cruzeiro. O São Paulo não se acertava, marcava ainda pior, o time da casa queria mais. Ricardo sacou o inoperante Hugo, único armador do 3-4-1-2, e apostou em Marlos, aos 16. No minuto seguinte, Adilson atendeu ao grito da china azul e entrou com Guerrón no lugar de Soares (embora Thiago Ribeiro “pedisse” para sair…). O Cruzeiro foi ainda mais à frente e abriu a defesa. No buraco, em bela arrancada de Richarlyson, Marlos avançou e bateu de canhota. Bola defensável para Fábio. Indefensável foi o Cruzeiro mais uma vez não se achar. Perdeu mais gols, e deu mole. O que não pode contra o Clube da Fé. Richarlyson lançou longe Dagoberto. Elicarlos deixou a bola sair. Dagoberto, não. Bateu para a área para a chegada de Borges, que entrara dois minutos antes. Também na primeira bola dele, o gol da quinta virada de placar são-paulina em 2009. Possivelmente, não a última. Porque tem time para tanto. E esse time é o São Paulo.
  • Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: Era um confronto direto e infelizmente não foi possível vencer por erros nossos. Tivemos dificuldades no começo, depois melhoramos. O São Paulo errou duas ou três situações e fizemos o gol. No 2º tempo, fomos melhores, poderíamos ter aproveitado as oportunidades, ter definido o placar, e não fizemos. Infelizmente perdemos para um adversário tradicional, acostumado a vencer. Eles se cobram para vencer, e nós ainda precisamos corrigir algumas coisas. Na minha opinião, Diego Renan foi o melhor em campo. Teve personalidade e jogou. Mas é que ele andou ouvindo o Sorín, né? Não é o treinamento do dia a dia, né? E aí o pessoal cresce. A gente tem que ter paciência. É um momento triste pelas dificuldades que vamos ter para conseguir o objetivo. Mas tem que trabalhar jogo a jogo.
  • Fabinho Alves, beque do Cruzeiro: O São Paulo é time grande, de chegada. Está em uma ascensão, assim como o Cruzeiro vinha. Jogo assim, clássico, você não pode bobear. Demos duas bobeiras e acabamos tomando dois gols.
  • Fabrício, volante do Cruzeiro: Ruim esse resultado. A gente estava bem e perdemos gols. Aí o São Paulo chegou duas vezes e fez os gols. Lógico que o time tem competência, mas demos bobeira. Tentamos encaixar os contra-ataques, mas não conseguimos chegar ao gol. Aí o São Paulo com toda sua eficiência chegou lá e fez.
  • Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: As duas vezes em que o São Paulo chegou com perigo, conseguiu fazer os gols. Antes dos gols, eu não me lembro de nenhuma jogada que o São Paulo chegou para marcar.
  • Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro: Fico feliz por conta do gol, mas infelizmente não vencemos o São Paulo. Nosso time não conseguiu manter o resultado e estamos chateados com essa derrota. Preferia que tivéssemos conquistado os três pontos. Agora, o importante é continuar buscando as vitórias, pois o nosso time tem qualidade e não pode se abater com esse resultado negativo.
  • Rogério Ceni, goleiro do São Paulo: Foi um jogo para mostrar que não estamos fora. Estávamos 10 pontos atrás e conseguimos diminuir essa diferença para um. Não poderíamos deixar voltar a sete. Aí não daria mais tempo para recuperar. Com quatro continuamos vivos.
  • Borges, centroavante do São Paulo: Fico feliz pelo meu gol e pela entrada do Marlos, que não estava tendo chance. E hoje eu falei que ia ser o dia dele. Entrou bem e fez a diferença.
  • Marlos, atacante do São Paulo: Fico muito feliz em ser importante para a equipe. O elenco do São Paulo é muito forte e isso dá tranquilidade a todos. O grupo tem jogadores de qualidade.


Links e Fontes