Cruzeiro 1x2 Palmeiras - 23/09/2009

De CruzeiroPédia .:. A História do Cruzeiro Esporte Clube
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Confrontos
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Por temporada
Escudo Internacional.png 2x3 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Prudente.png 0x1 Escudo Cruzeiro.png
Por Campeonato Brasileiro
Escudo Internacional.png 2x3 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Prudente.png 0x1 Escudo Cruzeiro.png
No estádio Mineirão
Escudo Cruzeiro.png 1x2 Escudo São Paulo.png Gol aos do Escudo Cruzeiro.png 3x0 Escudo Goiás.png
Contra Palmeiras
Escudo Palmeiras.png 3x1 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Palmeiras.png 2x3 Escudo Cruzeiro.png

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Escudo Cruzeiro.png
Cruzeiro
1 × 2 Escudo Palmeiras.png
Palmeiras
25ª rodada do Campeonato Brasileiro 2009
Data: 20 de setembro de 2009 Local: Belo Horizonte, MG
Horário: 21:50 Estádio: Mineirão
Árbitro: Evandro Rogério Roman (PR) Público pagante: 26.282
Assistente 1: Público presente: Não disponível
Assistente 2: Renda: R$ 574.365,00 R$ 574.365
Cr$ 574.365
NCr$ 574.365
Cz$ 574.365
NCz$ 574.365
(preço médio: R$ 21,85 )
Súmula: Súmula Borderô
Escalações
Cruzeiro: Palmeiras:

1. Fábio 1. Marcos Cartão amarelo recebido aos
2. Elicarlos Substituição realizada de jogo ( Guerrón ) 2. Wendel Substituição realizada de jogo ( Figueroa )
3. Gil 3. Marcão
4. Leonardo Silva 4. Maurício Ramos
5. Diego Renan 5. Armero Cartão vermelho recebido aos
6. Fabrício Substituição realizada de jogo ( Jonathan ) 6. Jumar Cartão amarelo recebido aos
7. Henrique Cartão amarelo recebido aos 7. Souza
8. Marquinhos Paraná 8. Cleiton Xavier Cartão amarelo recebido aos
10. Gilberto Cartão amarelo recebido aos 9. Diego Souza Gol aos do
11. Thiago Ribeiro Gol aos do 10. Robert Substituição realizada de jogo ( Maurício )
30. Kléber Substituição realizada de jogo ( 9. Wellington Paulista ) 11. Vagner Love Gol aos do
Técnico: Adilson Batista Técnico: Muricy Ramalho
Reservas que não entraram na partida
Cruzeiro: Palmeiras:


Pré jogo

Com 32 pontos, O Cruzeiro é o 13º colocado no Brasileiro. Se vencer, abre 10 pontos da Z4, fica a 9 do líder, a 7 do G4, a 6 da Cocota e a 2 do Avaí, 7º colocado. Mas não sai da posição atual.

O Palmeiras é líder do torneio com 44 pontos. Se vencer, abre 3 pontos sobre São Paulo, 4 sobre o Inter, 5 sobre o Goiás e 3 sobre a Cocota, suas escooltas.

O Cruzeiro mandará a campo o que tem de melhor. A SEP não contará com o beque Danilo, suspenso, e com Pierre, que não joga mais neste Brasileiro devido a uma contusão.

O Brasil estará de olho no jogo porque vários clubes estão na briga pelo título.

E, principalmente, porque a foto do atacante Kléber vestido com o uniforme da Mancha Verde, torcida adversária do Cruzeiro, causou estupor no meio esportivo pela cara-de–pau do atleta celeste.

Se tudo, como boa parte dos torcedores imagina, não passou de armação para facilitar a transgferência do atleta, o tiro saiu pela culatra. Ou ele joga com afinco ou se desmoraliza completamente perante o torcedor.

Se faltava algo pra movimenttar a noitada, já não falta mais. Kléber, antes mesmo de começar a partida, já virou o nome do evento. Agora, para o bem ou para o mal, o problema é dele.

Como foi

Primeiro Tempo

  • 21h49 – Cruzeiro entra em campo com uniforme tradicional. Elicarlos ocupará a lateral-direita e não Jonathan, que está voltando de contusão.
  • 21h51 – Palmeiras entra em campo, de verde da cabeça aos pés.
  • 221h52 – Kléber vai ao banco do Palmeiras cumprimentar amigos.
  • 21h53 – Começa o jogo. Cruzeiro defende Gol da Cidade, Palmeiras dá a saída.
  • 01 – Gilberto lança Diego Renan (DR) na ponta esquerda. Lateral cruza, Wendel cede escanteio.
  • 02 – Vagner Love (VL) passa por Fabrício, invade a grande área pela esquerda, mas é desarmado por Marquinhos Paraná.
  • 03 – Cruzeiro tem mais posse de bola e opta por atacar pela esquerda.
  • 04 – Kléber recebe na entrada da área, é desarmado por Robert e comete falta no atacante.
  • 06 – Kléber invade a área pela esquerda, passa por Wendel, escorrega na hora do chute e pede pênalti. Juiz, em cima do lance, manda seguir. José Roberto Wright, comentarista da Globo, diz que teria marcado pênalti.
  • 07 – Gil dá um chuta da defesa, Henrique desvia de cabeça na intermediária do Palmeira e a bola sobra, nas costas da zaga, para Thiago Ribeiro, que a domina e toca rasteira no canto esquerdo de Marcos: Cruzeiro 1×0.
  • 08 – Vagner Love passa por Leonardo Silva (LS) e recebe carrinho de Henrique. Juiz marca falta, embora o volante tenha tocado apenas na bola.
  • 09 – Diego Souza cobra falta de trivela, bola passa por cima de Diego Renan, que, na barreira, pula, mas não consegue desviá-la, faz uma curva espetacular em entra no meio do arco quando Fábio já havia saído para seu lado direito. Palmeiras 1×1.
  • 10 – Kléber tenta driblar Maurício Ramos, mas é derrubado na intermediária. Falta.
  • 11 – Henrique derruba Diego Souza (DS) na entrada da área e recebe cartão amarelo. Está fora do jogo contra o Barueri.
  • 12 – DS tenta repetir a cobrança do gol de empate, mas a bola acerta a barreia. No rebote. Cleiton Xavier (CX) chuta, mas Gil rebate.
  • 13 – DR recebe passe na área e cruza. Maurício Ramos (MR) cede escanteio.
  • 14 – Palmeiras ataca construindo jogadas pelo meio.
  • 16 – Kléber lança Gilberto, que invade a área, pela esquerda, e serve Fabrício, que é derrubado por Jumar com um carrinho violento. Pênalti, mas Evandro Roman enxerga apenas um tiro de meta. Fabrício sai do gramado sentindo dores na perna esquerda.
  • 17 – Gilberto e Marcos recebem cartão amarelo por discutirem no lance do pênalti não marcado.
  • 19 – DS é lançado na ponta esquerda, mas comte falta em Elicarlos.
  • 20 – Jogo fica embolado pelo excesso de marcação de passes errados. Palmeiras só joga pelo meio. Cruzeiro ataca pelas pontas com TR e DR. MP faz a cobertura da lateral-direita nos avanços de DR. Kléber e Gilberto estão bem marcados. Diego Souza, não.
  • 22 – Elicarlos recebe bola na ponta direita, tenta driblar Souza, mas é derrubado. Falta.
  • 23 – Gilberto cobra a falta no segundo pau, mas Leonardo Silva se adiante e é apanhado em impedimento.
  • 25 – TR chega vai à linha de fundo pela direita e cruza. Bola passa na frente de Gilberto que, na pequena área, não consegue arrematar perdendo chance d=clara de gol.
  • 26 – VL é derrubado por Elicarlos na entrada da área e discute com LS.
  • 27 – Armero vence Gilberto na carreira e cruza pra grande área. Robert sobe mais que os beques e cabeceia por cima do travessão.
  • 28 – Cruzeiro domina partida tocando a bola, mas não consegue se infiltrar na defesa da SEP.
  • 29 – Souza disputa bola com Elicarlos na entrada da área do Palmeiras e cai sentindo dores no joelho.
  • 31 – Armero invade a área pela esquerda e, na cara do gol, chuta à meia altura. Fábio espalma salvando gol da SEP.
  • 32 – Kléber recebe na área e chuta. Bola desvia em Marcão e termina nas mãos de Marcos.
  • 33 – Gilberto cobra falta da ponta esquerda. Marcos espalma, VL fica com o rebote e sai no contra-ataque.
  • 34 – Kléber é derrubado por Jumar quando tentava entrar na área, pela esquerda. Amarelo para o palmeirense.
  • 35 – LS lança TR na entrada da área. Bandeira marca impedimento inexistente do atacante.
  • 38 – Fabrício cruza pela direita, DR aparece do lado oposto e arremata de primeira, bola passa por cima do travessão.
  • 39 – Armero derruba TR na ponta esquerda e recebe cartão amarelo.
  • 41 – Kléber lança DR na área. Lateral limpa a marcação e chuta à queima-roupa. Marcos desvia a bola para escanteio co m o joelho direito.
  • 44 – Fabrício chuta da meia esquerda, bola fica na rede, pelo lado de fora.
  • 46 -Kléber invade a área pela esquerda, Maurício Ramos desvia bola para escanteio.
  • 47 – Fim de 1º tempo. Cruzeiro teve 58% de posse de bola. Faltas cometidas: Palmeiras 11 x7. Finalizações: Cruzeiro 9×6.
  • Marquinhos Paraná: “Pedir o pênalti, a gente pede, mas ele não dá…”
  • Cleiton Xavier: “O jogo está bonito e qualquer tiome pode marcar um gol e vencer a partida.”
  • Diego Souza: “peguei na veia, não dava por goleiro defender.”
  • Gilberto: “Acho que o Fabrício sofreu pênalti, sim…”

Segundo Tempo

  • 22h03 – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Maurício substitui Robert. Muricy opta por reforçar a defesa jogando no 3-5-2.
  • 02 – Jumar disputa bola com MP, pelo alto. Os dois desabam e são atendidos pelos médicos.
  • 03 – MP sai na maca com supercílio sangrando. Em campo, Fabrício manca sentindo o joelho esqeurdo.
  • 04 – Diego Renan erra passe no ataque, bola fica com Cleiton Xavier que lança Vagner Love, desmarcado, no meio de campo. O centroavante atravessa a intermediária celeste com Leonardo Silva e Gil em seu encalço, entra na área, dribla Fábio e rola para as redes: Palmeiras 2×1.
  • 05 – MP volta ao gramado com a cabeça enfaixada.
  • 06 – Jonathan substitui Fabrício. Torcida chama treinador de burro sem perceber que o volante está mancando.
  • 08 – Jonathan tenta invadir a área, mas é derrubado por Armero, que recebe 2º cartão amarelo e, em seguida, o vermelho.
  • 09 – Gilberto cobra a falta na barreira. Torcida empurra o time.
  • 10 – Kléber é lançado na área, juiz marca impedimento.
  • 11 – Jonathan cruza, TR recebe na área, chuta, mas a bola passa à esquerda de Marcos.
  • 12 – Cruzeiro ataca com 10 jogadores, Palmeiras se defende com todo o time nas imediações dade sua grande área.
  • 13 – Guerrón substitui Elicarlos.
  • 14 – LS é lançado na área, mas não consegue dominar a bola.
  • 15 – Kléber aplica um cotovelaço em Wendel, que sai de campo na maca com o rosto sangrando e suspeita de fratura no maxilar.
  • 17 – Figueroa substitui Wendel.
  • 18 – VL é lançado no meio de campo, mas é puxado por Leonardo Silva. Falta.
  • 19 – DS cobra a falta no canto direito. Fábio defende em dois tempos.
  • 21 – Gilberto recebe na entrada da área e chuta. Bola desvia em Marcão e é espalmada por Marcos pra fora da área.
  • 23 – Jonathan recebe na área e chuta. Bola desvia em Souza e sai pela linha de fundo.
  • 24 – Kléber perde bola no meio de campo e é vaiado pela torcida celeste.
  • 25 – Guerrón rola bola para Kléber, que passa por Marcão e chuta. Bola desvia em marcos e acerta o poste direito do arco palmeirense.
  • 26 – Guerrón cruza da ponta direita. LS cabeceia pra baixo, bola quica e sai raspando o poste direito do arco defendido por Marcos.
  • 27 – Guerrón passa por Souza, que desvia a bola para escanteio.
  • 28 – Começa a chover forte.
  • 29 – Williams substitui Vagner Love.
  • 30 – Wellington Paulista substitui Kléber que recebe vais de uma parte da torcida e aplausos de outra. Aplaudido pela torcida do Palmeiras ele acena pra ela antes de sair de campo.
  • 31 – LS chuta da intermediária, bola sai pela linha de fundo.
  • 32 – Fábio tenta driblar Diego Souza dentro da área, meia toca na bola que sai pela linha de fundo. Por pouco, goleiro não comete uma lambança.
  • 33 – DR chuta rasteiro, da entrada da área, pra fora.
  • 34 – Henrique chuta da entrada da área, bola sai à esquerda de Marcos.
  • 35 – Na retranca, Palmeiras despacha a bola pra qualquer lado.
  • 36 – Guerrón chuta da meia direita, bola passa à esquerda de Marcos.
  • 37 – CX comete falta em Gil, na lateral, e recebe cartão amarelo.
  • 38 – Henrique levanta bola na área, Wellington Paulista (WP) cabeceia à direita de Marcos.
  • 40 – TR cruza da ponta esquerda, LS cabeceia por cima do travessão.
  • 41 – Cruzeiro pressiona, Palmeiras se defende com chutões. Torcida empurra time celeste. Gil lança TR, que passa a WP. Bola esacapa e fica com Marcos.
  • 42 – WP tenta invadir a área pela esquerda, mas é derrubado por Marcão. Falta.
  • 42 – Gilberto cobra falta sobre a área, marcos espalma, TR chuta Maurício Ramos corta.
  • 43 – Henrique chuta dentro da área. Marcão, de carrinho, cede escanteio.
  • 44 – DS segura bola na ponta direita.
  • 45 – Henrique lança Guerrón, Souza cede escanteio, Gilberto cobra, Maurício despacha a bola.
  • 46 – Banco do Palmeiras pede fim da partida.
  • 48- Diego Renan invade a área, pela esqeurda e é deslocado por Figueroa, com o braço. Pênalti não marcado por Evandro Roman.
  • 49 – Termina o jogo. Cruzeiro teve 65% de posse de bola. Passes errados: 27×27. Finalizações: Cruzeiro 20×7. Desarmes: Palmeiras 19×16. Assistências: 1×1. Faltas cometidas: Palmeiras 20×14.
  • Thiago Ribeiro: “A arbitragem atrapalhou, mas não vamos buscar justificativas pra derrota porque Marcos salvou três gols certos e nós falhamos no 2º gol deles.”

Atuações

  • Adilson Batista – Escalou o que tinha de melhor. Trocou como pediam as circunstâncias. Mas perdeu o duelo pra um treinador acostumado a comandar times vencedores e centrados. Agora, se não domar o instinto indígena de sua equipe protagonizará uma remake do clássico O Triste Fim do DJ.
  • Torcida – Há anos, conhece o final da história. Sabe que o time faz que vai mas não vai. E se ameaçar ir, perde os melhores jogadores e fica. Por estas e outras, compareceu em pequeno número. Os que foram, apoiaram direitim.
  • Fábio – Fez uma grande defesa após jogada de Armero. Quase comete uma gafe histórica ao tentar driblar Diego Souza ao invés de dar um chutão numa bola recuada. Tomou gol indefensável após um passeio descontraído de Vagner Love pela defesa do Cruzeiro. E outro de falta, numa trivela sensacional de Diego Souza. Este era defensável? Não, definitivamente, não. Aquilo era bola pra goleiros um patamar acima. Manga, campeão brasileiro de 1975, ou Dida, campeão da Copa do Brasil 1996, teriam defendido. Goleiros apenas excelentes, jamais. Nem pensar.
  • Elicarlos – Perdeu uma jogada ou duas para o excelente Armero. No mais, deu conta da empreitada e ainda fez variações com Marquinhos Paraná quando volante caiu pela direita. Não foi espetacular, mas também não comprometeu, em especial porque, com a liberdade de atacar recebido por Diego Renan, e pelos volantes, muitas vezes, ele teve que ajudar a fechar a defesa.
  • Jonathan – Mais animação do que qualidade. Sua maior contribuição foi ter feito a jogada que resultou na expulsão, injusta, de Armero. E que não foi pênalti como estão a exigir os conspíradões e os termocéfalos, posto ter ocorrido fora da área.
  • Gil – Deu um chutão que, após desviar na cabeça de Henrique resultou no gol de Thiago Ribeiro. Nada premeditado, mas tão somente fruto do acaso. Como a SEP atacou pouco, não teve grande trabalho. Mas acabou ficando mal na fita por ter sido co-participante da desenfreada e inútil carreira contra o nanico e arisco Love no lance do gol que deu a vitória à SEP.
  • Leonardo Silva – Também ficou mal na fita por ter sido pego com as calças na mão pelo centroavante porcino no 2º gol. De resto, teve acertos e erros comuns na vida de um beque.
  • Diego Renan – Se não tivesse errado o passe que deu origem à jogada do 2º gol porcino, essa teria sido mais uma de suas excelentes atuações desde que tomou conta da camisa seis. Marcou bem, saiu pro ataque com saúde, disposição e personalidade. Fez uma bela jogada que só não se transformou em gol pela perícia de Marcos e outra que poderia ter resultado no gol de empate, se Evandro Roman não tivesse deixado de marcar pênalti de Figueroa sobre ele aos 48 do 2º tempo.
  • Henrique – Melhor atacando do que defendendo. Aliás, o meio de campo do Cruzeiro veio a mundo pra atacar. Só o Arsenal faz algo parecido. E colhe os mesmos resultados, guardadas as proporções das ligas, que o time mineiro.
  • Fabrício – Teve a atuação prejudicada por um atropelamento sofrido aos 16 do 1º tempo, que deveria ter sido punido com pênalti contra a SEP e o deixou com o joelho baleado. Mesmo assim, manteve-se em campo por mais de meia hora lutando com todas as forças para empurrar o time pra cima da SEP. Pena que tenha dado tão pouca proteção à bequeira.
  • Marquinhos Paraná – No mesmo nível dos companheiros de volância. Atacou muito, mas também deu proteção à defesa fazendo a cobertura da lateral-esquerda para permitir os avanços de Diego Renan.
  • Gilberto – Não mereceu a boa vida que os volantes celestes deram a Diego Souza, marcado apenas com os olhos. Foi caçado ferozmente por Souza e pelo destrambelhado Jumar. Mesmo assim, produziu boas jogadas com seu toque de bola inteligente.
  • Thiago Ribeiro – Execrado pela torcida e por comentaristas de alto coturno, tem sido o melhor do time nos últimos jogos. Contra a SEP, fez gol, foi ponteiro pelos dois lados, fez bons cruzamentos, enfim, dedicou-se sem moderação. Foi o melhor jogador em campo.
  • Kléber – De cara, cavou um pênalti corretamente ignorado pelo juiz. Mas estava com fome de bola e continuou ciscando daqui e dali até pregar. Antes, deu bela assistência prum gol que Diego Renan não conseguiu marcar, aplicou cotovelaço covarde em Wendel, que era caso pra cartão vermelho. Só não se enfiou no meio da bequeira pra conferir os lances mais importantes. Ou melhor, fez isto uma única vez, no lance em que Marcos defendeu no susto e a bola se chocou com o poste direito de seu arco. Saiu por cansaço, levou vaia de metade do povo, foi aplaudido pela outra metade. E quase não vê seu substituto Wellington Paulista entrar em campo, pois, na hora, estava acenando pra torcida de verde. Resumo da ópera: não teve desempenho de condomínio de luxo, mas também não foi um de cabeça-de-porco. Ou foi? Um adendo: depois de tantos jogos fora do time, é natural que sua queda de produção no decorrer da partida tenha como causa a falta de ritmo.
  • Guerrón – Muita disposição. Partiu pra cima da defesa palmeirense e, mesmo com poucos espaços, criou jogadas perigosas. Numa delas, serviu Kléber pro lance da bola no poste. Em outra cruzou pra cabeçada perigosa de Leonardo Silva. Também cavou um pênalti, que deveria ter sido punido com amarelo. No mínimo, pra não tornar mais triste a noite dos torcedores inconformados, que somaram mais este lance à vastíssima lista de desgostos. Está melhorando. Tem tudo pra explodir a Cocota com dinamita.
  • Wellington Paulista – Teve pouco tempo e nenhum espaço pra jogar. Quando entrou a SEP estava mais fechada do que boca de bode. Restou lutar. Inutilmente.
  • Juiz & Bandeiras – Os termocéfalos mandaram debitar seis pênaltis não marcados a favor do Cruzeiro em seu passivo. Recorde mundial! Se fossem atendidos, doravante, o basquete teria placares menores do que o futebol. Mas errou. E muito. Coisa prum gancho do tamanho do que levou o juiz do gol de mão contra o Ceará. Deixou de marcar dois pênaltis a favor do Cruzeiro, um sobre Fabrício, outro sobre Diego Renan. Ambos inquestionáveis. Marcou dois impedimentos inexistentes prejudicando do time mineiro e deu uma falta que, com olhar europeu, não marcaria e que resultou no gol de empate da SEP. Além de expulsar, deveria ter chamado o Rapa pra levar Kléber embora depois do cotovelaço que aleijou Wendel. A expulsão de Armero foi outro excesso, pois a falta do 2º cartão foi banal. Acertou a não levar em cota os pênaltis cavados por Kléber e Guerrón. Quem quiser saber sobre os outros dois lances duvidosos, terá perguntar algum termocéfalo, pois estes o blogueiro não viu e a TV ainda não mostrou.
  • Adversários – A SEP foi pura raça pra suportar 40 minutos de pressão com um jogador a menos. Love fez uma única jogada de alto nível e, com ela, resolveu a partida. Diego Souza bateu uma falta “a ala Nelinho” e, do outro lado, Manga não havia, daí ter complicado um jogo que parecia fácil para o Cruzeiro. Marcos fez três defesaças e ainda contou com uma parceria de responsa com um dos postes de seu arco. Souza marcou, Xavier jogou, Armero foi atrevido e nem merecia ter sido expulso, posto que a falta do 2º cartão foi trivial. Até o tosco Marcão jogou bem. Ponto para o campeoníssimo Muricy Ramalho.
  • Chuva – Deu banho de bola. Ou melhor, na bola. Mas tinha de cair justamewnte na hora em que o Cruzeiro mais precisava de rolar a gorduchinha com rapidez, pombas?!
  • Imprensa mixuruca – Fechou com os termocéfalos e os conspiradões pedindo toneladas de pênaltis. E, desta vez, reforçada pelo Wiright e pelo Godoy. Mais chique, impossível.
  • Bokirrroto – Pelo twytter, a toupeira mostrou sua patetice ao tirar sarro do Cruzeiro pela derrota seguida de chororô contra a arbitragem. Esqueceu-se ou nem deu conta de perceber que, quem mais se estrepou com o resultado do jogo foi a Cocota. Mas como incorpora a imemorial verdade que é a definição do cérebro de galinha como portador da “proverbial burrice atleticana”, ele deu uma de bobo-alegre fazendo gracinha quando sua barcaça estava afundando.

O que foi dito

  1. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Ele já ganhou três títulos de Brasileirão e dispara na liderança do quarto em um momento decisivo do segundo turno. Muricy Ramalho é um especialista no sistema de pontos corridos, em dois turnos, e mais uma vez está mostrando sua capacidade de aproveitar o descuido dos adversários. No jogo da noite de quarta-feira no Mineirão foi assim. O Palmeiras saiu perdendo (Tiago), teve a sorte de empatar apenas dois minutos mais tarde (um chute impressionante de Diego Souza), fechou seu time, passou a apostar em contra-ataques e, em um deles, fez o gol da vitória (Vágner Love). Depois disso, fechou o time ainda mais – e acabou favorecido pela sorte, o que apenas confirma a fase em que tudo dá certo. Teve um pênalti claro não marcado no primeiro tempo e outro no segundo, foi pressionado, teve uma bola na trave, viu o Cruzeiro perder uma série de chances de gol, mas deixou o Mineirão com os três pontos. Era o que interessava – e Muricy conseguiu.
  2. Neto, em seu blog: O que vi nesta quinta-feira em Belo Horizonte foi um time com cara de campeão. Não é qualquer um que consegue segurar o placar por mais de meia hora com a pressão de ter apenas 10 homens em campo. Sinceramente achava que o empate era questão de tempo. Mas me surpreendi. O único ponto negativo nessa excelente vitória do Verdão foi o fato do presidente do clube, Luiz Gonzaga Belluzzo, ter ido falar com o Sérgio Corrêa, chefe da comissão nacional de arbitragem. Isso não pode acontecer!!! Gera muita margem para críticas e desconfianças. Um exemplo claro aconteceu ontem mesmo. Pra mim tiveram uns dois ou três pênaltis não marcados a favor do Cruzeiro. Foi má fé do juiz Evandro Rogério Roman? Quero acreditar que não, mas precisava o Belluzzo ter ido falar com o cara? Esses três pontos que o Palmeiras tem de diferença para o segundo colocado, o rival São Paulo, não significa quase nada se levarmos em consideração que ainda faltam 13 rodadas. Muita coisa pode acontecer. Mas o Verdão pra mim é favoritíssimo ao título.
  3. Juca Kfouri, em seu blog: Jogo quentíssimo no Mineirão, com 26.282 pagantes. Antes do 15º minuto, 1 a 1, com dois pênaltis não marcados para o Cruzeiro. É verdade que o primeiro, de Wendel num leve puxão do calção de Kléber, aos 6, nem fez falta, porque, em seguida, aos 7, Tiago Ribeiro fez 1 a 0, ao pegar a defesa palmeirense toda aberta. Só que, também em seguida, aos 9, Diego Souza bateu falta com muito efeito e o goleiro Fábio aceitou, no meio do gol. Foi aí que, já aos 15, Jumar derrubou claramente Fabrício na área e o árbitro ignorou. O Cruzeiro pressionava, criava mais, mas sofria com a armação de seguidos contra-ataques alviverdes. O jogo era bom, muito bom e não parava um segundo. E o Cruzeiro parecia mais perto do segundo gol, para assumir a liderança do segundo turno. Diego Renan teve duas chances de ouro nos últimos minutos do primeiro tempo, mas desperdiçou. Marcão era uma avenida aberta no Mineirão. E o 1 a 1 final da etapa inicial não fazia justiça ao time mineiro. Muricy Ramalho se deu conta de que sua defesa estava um queijo e tirou Robert da frente para botar Maurício atrás e jogar com três zagueiros no segundo tempo. Aos 4, Diego Renan errou no ataque cruzeirense, Cleiton Xavier saiu com a bola e enfiou com precisão para Vágner Love sair da altura do circulo do meio de campo, deu um drible no goleiro Fábio já na área celeste e fez um belo gol: 2 a 1. Aos 7, machucado, Fabrício saiu e entrou Jonathan. Que sofreu falta do colombiano Armero em seu primeiro lance, causando a expulsão do palmeirense. Adilson Batista logo tirou Elicarlos e pôs o equatoriano Guerrón. O Cruzeiro era só ataque. Wendel se machucou, teve de sair, e foi substituído pelo chileno Figueroa. E Kléber não jogava mal, mas não jogava bem, discreto como não é de seu feitio. Aos 25 minutos, aliás, ao perder uma dividida, ele foi vaiado. Trinta segundos depois, ele entrou pela direita com a bola dominada, chutou forte, Marcos desviou e a bola foi à trave. Em seguida, Leonardo cabeceou livre, no chão e a bola, por capricho, não entrou. O Cruzeiro merecia o empate, mas, em vez dele, caiu foi um temporal em BH. Vágner Love saiu e entrou Willians. Kléber também saiu, vaiadíssimo pela torcida azul, mas aplaudido pela verde, e Wellington Paulista entrou. A defesa palmeirense resistia bravamente, com uma abnegação digna de nota. E o Cruzeiro começou a se desesperar, cada jogador querendo resolver sozinho, chutando de qualquer jeito e de qualquer lugar. Voltar de Minas com três pontos era tudo que os paulistas queriam, para ficarem mais confortáveis na liderança, com esses mesmos três pontos à frente do vice-líder. Por sorte? Talvez. Mas com sorte de campeão. E cada vez mais com a cara de Muricy Ramalho.
  4. Ledio Carmona, em seu blog: De novo a noite só não foi completa e impecável porque o árbitro atrapalhou. Evandro Rogério Roman não viu dois pênaltis a favor do Cruzeiro: um em Kléber; o outro em Fabrício. Assim mesmo, o Cruzeiro foi para cima do líder e fez 1 a 0 logo aos 7 minutos, com Thiago Ribeiro. Jogava bem, mas teve o azar de enfrentar um adversário, muito bem armado, e banhado em sorte: logo em seguida, Diego Souza, o melhor jogador do Brasileirão-2009, bateu falta e a bola enganou Fábio: 1 a 1. O jogo, excelente, não mudou. O Cruzeiro em cima. Jogando muito bem, como a muito não fazia. Queria vencer para seguir com chances de G4. O Palmeiras, mais fechado, com duas linhas de quatro, arriscava tudo nos contra-ataques. No segundo tempo, Muricy Ramalho voltou com um zagueiro a mais. Tirou Robert, trancou a defesa e apostou ainda mais nos contra-ataques. E ainda teve a chance de Diego Renan errar passe, dar a sequência de jogada para Cleiton Xavier, que fez passe lindíssimo para Vagner Love explorar o buraco na zaga azul, driblar Fábio e fazer 2 a 1. Hora de se trancar ainda mais. Mas Muriciy não contava com a expulsão de Pablo Armero. A partir daí, virou um jogo de ataque contra defesa. Só que a Raposa cometeu o erro de chutar pouco. A partir do vermelho para o colombiano, o jogo foi disputado num só lado do campo. Aquele no qual o Palmeiras se defendia e o Cruzeiro atacava. Kléber, que acertou cotovelada em Wendell pouco antes, acertou uma bola na trave, de forma incrível. Bate e rebate. A bola na entrava, até porque, apesar do domínio, o Cruzeiro pouco chutava. Até porque Marcos parece amedrontar os adversários. Kléber saiu debaixo de vaia. Guerron entrou muito bem. E Wellington Paulista, só para reclamar. Enfim, o Palmeiras tem um bom time, um grande treinador, uma torcida entusiasmada, um goleiro espetacular, um meio de campo forte e técnico e ainda e está com sorte de campeão (abriu três pontos para o São Paulo e quatro para o Inter). Já o Cruzeiro, mesmo com as virtudes do adversário, jogou mais e perdeu. E Evandro Roman só referendou minha tese de que a arbitragem brasileira não tem mais jeito. Erra sempre. Com chuva ou com sol. Na derrota, na vitória e no empate. É sempre assim. E a Fifa não faz nada para mudar essa pasmaceira. Até quando?
  5. PVC em seu blog: O Palmeiras não é mais o pior dos líderes dos pontos corridos. Depois de 25 rodadas, o Palmeiras de 2004 tinha 46 pontos e o Fluminense de 2005 tinha 45. O Palmeiras tem 47 e mereceu ganhar o jogo contra o Cruzeiro, à parte os lances de arbitragem, comentados abaixo. O Cruzeiro teve mais posse de bola, inverteu o lado da jogada com qualidade, mas não tem profundidade. O Palmeiras foi o time de Muricy e o jogo igual a tantos do São Paulo em seu melhor momento de 2007. Time preso à defesa, pronto para dar o bote. Passe de Cleiton Xavier para Vágner Love contra-atacar. E o gol da vitória nasceu como, por exemplo, o gol de Diego Tardelli contra o Grêmio, há dois anos. Vágner Love jogou pela terceira vez, marcou seu segundo gol no retorno. Não é ainda o tempo de dizer que Vágner Love faz sucesso. Mas não era tempo de dizer que não fazia sucesso antes do jogo de ontem, como se ameçou dizer. O cara tinha feito dois jogos. Em relação aos lances reclamados pelo Cruzeiro. 1. Puxão de Wendell em Kléber – Não houve. Kléber até é puxado, mas ele não quer jogar, escorrega e cai. Nada. 2. Pênalti de Jumar em Fabrício – Pênalti. Jumar não teve a intenção de pegar Fabrício, mas dá o carrinho imprudente e não pega a bola. Pega Fabrício. É pênalti! 3. Empurrão de Figueroa em Diego Renan – O lance é semelhante ao de Kléber, no primeiro tempo. Não há falta. Claro, aí acima está a minha opinião. Um pênalti deveria ter sido marcado, de Jumar em Fabrício.)
  6. Vitor Birner, em seu blog: Cruzeiro e Palmeiras proporcionaram grande jogo no Mineirão. A primeira etapa não foi muito boa. Muricy perdeu Edmilson e escalou Jumar. Errou. O goleiro Marcos, ainda no intervalo, confirmou na CBN que Edmilson treinou para atuar atrás da zaga. Se o treinador palmeirense trabalhou no 3-5-2 e tinha opções do zagueiro Maurício e do volante Jumar, ambas ruins, o ideal, apesar de nenhum ser capaz de fazer a sobra de Maurício Ramos e Marcão direito, seria a manutenção do esquema tático, ou seja, a escalação de Maurício. Adilson soltou seu time de cara. Fez 1×0, aos 7, com Thiago Ribeiro, numa falha da zaga palmeirense. O Alviverde empatou, logo depois, em cobrança de falta de Diego Souza que terminou no frango de Fabio. Parecia goleiro amador sendo enganado pela curva da gorduchinha que entrou no meio do gol. O restante desses 45 minutos teve mais posse de bola e chances de gols cruzeirenses. Após o intervalo, a partida esquentou demais. Muricy tratou de fechar o time. Colocou o zagueiro Maurício no lugar de Robert e deu mais liberdade ao Diego Souza. Os espaços que proporcionavam aos anfitriões a possibilidade de chegada a linha de fundo. Os cruzamentos para trás, vários deles rasteiros, levaram muito perigo ao São Marcos. Aos 4 minutos, passe errado do Cruzeiro, bola roubada por Souza, e Vagner Love em linda e veloz arrancada virou o placar. A situação era ideal para o Palmeiras. Mas Jonathan, no seu lance inaugural substituiu o machucado Fabrício, aos 8, driblou Armero que o derrubou e foi expulso. Na sequência, Adilson botou Guerron na vaga de Elicarlos. Abriu o equatoriano e Jonathan no lado que o Palmeiras tinha perdido seu lateral esquerdo. O Cruzeiro pressionou bastante. Não empatou porque outra vez falhou demais na finalizações. Foram 24 arremates e 6 entre as traves, além de inúteis 65% de posse de bola. Souza também se agigantou nos desarmes daquele lado e até Love voltou muito para auxiliar. Depois foi trocado por Willians que também entrou para marcar ali. O Palmeiras abriu mão de tentar o terceiro. Quando recuperava a bola, como não tinha ninguém na frente, a devolvia aos comandados de Adilson. Até fim, com emoção de sobra, virou um jogo de ataque contra a defesa. E ninguém mais balançou as redes. Se o Palmeiras não jogou futebol de campeão, teve a atitude de quem conquista títulos importantes. O jogo pode ser o início da arrancada para o penta. Inter, que recebe o Flamengo, e São Paulo, adversário do Corinthians no Morumbi, estão pressionadíssimos. E podem ficar mais, pois no domingo, quando entrarem em campo, talvez estejam 6 e 7 pontos atrás, respectivamente, do líder do campeonato. Polêmicas A partida teve tantas jogadas discutidas que decidi separá-las do relato. Espero não esquecer nenhuma das 5 polêmicas de pênalti. Por ordem: – Kléber pediu pênalti no início. Não foi nada. – Pouco depois, pênalti claro de Jumar em Fabrício. O lance foi tão óbvio quanto desnecessário. Fabrício chutou mal em gol. Jumar, estabanado, chegou atrasado e nem atrapalhou o arremate do cruzeirense. Todavia pegou o pé de apoio (esquerdo) de Fabrício. Poderia, inclusive, ter machucado o cruzeirense com gravidade. Evandro Rogério Roman não soprou seu apito. Falhou. – Ainda no primeiro tempo, a bola bateu na mão de Armero na área. Não foi nada. – Na expulsão de Armero, até agora, mesmo depois de rever na tv, não sei se a falta do colombiano ocorreu fora da área ou em cima da risca. Sem opinião. – Marcão estica o pé depois de perder a bola para Guerron na área. O toque não derrubou o equatoriano. Ele se jogou. Não foi nada. – Em suma, jogo dificílimo para o árbitro Evandro Rogério Roman. Kléber Se esforçou, correu bastante, perdeu gol, teve atuação mediana. Não me pareceu com pé no freio. Mas a relação com a torcida do Cruzeiro está muito ruim.

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