Cruzeiro 1x0 Botafogo - 26/05/2010

De CruzeiroPédia .:. A História do Cruzeiro Esporte Clube
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Confrontos
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Por temporada
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Por Campeonato Brasileiro
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No estádio Mineirão
Escudo Cruzeiro.png 2x2 Escudo Avaí.png Gol aos do Escudo Cruzeiro.png 0x0 Escudo Santos.png
Contra Botafogo
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Escudo Cruzeiro.png
Cruzeiro
1 × 0 Escudo Botafogo.png
Botafogo
4ª Rodada Campeonato Brasileiro 2010
Data: 26 de maio de 2010 Local: Belo Horizonte, MG
Horário: 21:50 Estádio: Mineirão
Árbitro: Jaílson Macedo Freitas (BA) Público pagante: 8.501
Assistente 1: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa/BA) Público presente: Não disponível
Assistente 2: Belmiro da Silva (BA) Renda: R$ 170.264,88 R$ 170.264,88
Cr$ 170.264,88
NCr$ 170.264,88
Cz$ 170.264,88
NCz$ 170.264,88
(preço médio: R$ 20,03 )
Súmula: Súmula Borderô
Escalações
Cruzeiro: Botafogo:
1. Fábio 1. Jefferson
2. Jonathan 2. Alessandro
3. Gil Cartão amarelo recebido aos 3. Antônio Carlos
4. Leonardo Silva Cartão amarelo recebido aos 4. Fábio Ferreira Cartão amarelo recebido aos
6. Fernandinho Cartão amarelo recebido aos 5. Leandro Guerreiro
5. Fabinho Alves Substituição realizada de jogo ( 15. Elicarlos ) 6. Somália
7. Marquinhos Paraná 7. Sandro Silva Substituição realizada de jogo ( 18. Alex )
8. Henrique 8. Fahel
23. Roger Substituição realizada de jogo ( 17. Pedro Ken ) 9. Renato Cajá Substituição realizada de jogo ( 17. Diguinho )
30. Kléber Cartão amarelo recebido aos 10. Lúcio Flávio Substituição realizada de jogo ( 14. Marcelo Cordeiro )
11. Thiago Ribeiro Gol aos do Substituição realizada de jogo ( 19. Guerrón Cartão amarelo recebido aos ) 11. Edno
Técnico: Adilson Batista Técnico: Joel Santana
Reservas que não entraram na partida
Cruzeiro: Botafogo:
12. Flávio 12. Renan
14. Thiago Heleno 13. Danny Morais
18. Kieza 15. Felipe Lima
9. Wellington Paulista 16. Túlio


Pré-Jogo

Com 5 pontos, em 8º lugar, o Cruzeiro jogará desfalcado de Fabrício e Diego Renan, lesionados, e Gilberto, servindo à Seleção Brasileira. Mas terá as voltas de Leonardo Silva e Roger Galera, que cumpriam suspensões.

Com 7 pontos, em 3º lugar, o Botafogo não terá El Loco Abreu, na Seleção Uruguaia, Caio e Herrera, que trocaram empurrões e foram expulsos no final da partida contra o Goiás, no Engenhão.

Será o penúltimo jogo do Cruzeiro no Mineirão antes de o estádio fechar as portas pra ser reformado pra receber jogos da Copa de 2014. Mas nem este apelo deve ser suficiente pra levar bom público ao jogo.

Como foi

Primeiro Tempo

  • 21h40 – Botafogo entra em campo com uniforme tradicional.
  • 21h49 – Cruzeiro entra em campo com seu 4º uniforme: camisa amarela, calções e meias azuis.
  • 21h52 – Começa a partida com saída do Botafogo.
  • 01 – Edno recebe lançamento e é derrubado por Leonardo Silva na meia lua. Ele cobra falta, bola passa rente ao poste direito do arco defendido por Fábio.
  • 02 – Thiago Ribeiro desce pela direita e cruza fechado. Leandro Guerreiro, na pequena área, faz o corte.
  • 03 – Lúcio Flávio desce em velocidade pela esquerda e tenta invadir a área, mas acaba desarmado por Fabinho Alves.
  • 06 – Jonathan recebe de Roger na direita, tenta o cruzamento, mas a bola bate em Fábio Ferreira e sai pela linha de fundo.
  • 07 – Jonathan cruza a bola na área, Thiago Ribeiro fura e a bola fica para Gil. O camisa 3 finaliza de perna direita e Jefferson defende firme.
  • 09 – O Cruzeiro troca passes no campo de ataque tentando achar espaços na defesa do Botafogo.
  • 10 – Bola na área do Botafogo e Kléber tenta chute de bicicleta, mas acaba acertando o peito de Antônio Carlos e o árbitro marca falta.
  • 11 – Por conta o lance com Kléber, o zagueiro do Botafogo fica caído no chão e precisa receber atendimento médico.
  • 12 - Thiago Ribeiro tenta cruzamento da direita, é travado por Fábio Ferreira e a bola fica tranquila para a defesa Jefferson.
  • 14 - Kleber tabela com Thiago Ribeiro e tenta a finalização. Fahel se antecipa ao atacante do Cruzeiro, que acaba chegando de carrinho no botafoguense. O árbitro mostra amarelo para Kleber.
  • 15 – O Cruzeiro troca passes em seu campo defensivo.
  • 18 – Jonathan recebe bom passe de Fabinho Alves e cruza rasteiro para a área, onde Thiago Ribeiro apareceu com liberdade, empurrando a bola para o gol. Cruzeiro 1×0.
  • 20 – Depois do gol, o Cruzeiro volta a trocar passes no campo defensivo.
  • 21 – Kleber recebe de Marquinhos Paraná, invade a área, mas bate em cima da marcação. A bola sobra para Roger, que chuta de perna esquerda e manda na rede, pelo lado de fora.
  • 23 – Somália levanta a bola na área para Edno, livre de marcação. O camisa 9 do Botafogo desvia de cabeça e Fábio defende firme.
  • 24 – Thiago Ribeiro desce com velocidade pela esquerda, pedala para cima da marcação, mas cruza errado e Leandro Guerreiro faz o corte
  • 26 – Somália arrisca de fora da área, a bola desvia em Jonathan e Fábio sai do gol para fazer a defesa.
  • 27 – Sem muita pressa, o Cruzeiro volta a tocar bola ao longo do campo.
  • 28 – Renato Cajá tenta jogada individual na ponta direita, mas acaba desarmado por Leonardo Silva.
  • 31 – Com as defesas bem postadas, o jogo fica concentrado no meio de campo.
  • 33 – O Botafogo começa a trabalhar bem a bola e cresce no jogo.
  • 34 – Alessandro aparece com liberdade pela direita e cruza para a área. Renato Cajá finaliza de primeira e Fábio, bem colocado, defende firme.
  • 36 Marquinhos Paraná tenta lançamento longo para Kléber, mas a bola é muito forte e Jefferson faz a defesa.
  • 37 – Lúcio Flávio cruza da direita e Jonathan afasta mal. A bola fica com Renato Cajá, que chuta forte e obriga Fábio a fazer boa defesa.
  • 38 – Sandro Silva arrisca de fora da área e Fábio espalma para sua esquerda.
  • 40 - Roger recebe de Fernandinho dentro da área, gira para cima da marcação e cruza rasteiro, mas ninguém do Cruzeiro surge na área para completar.
  • 41 – Fernandinho comete falta dura em Renato Cajá e recebe o amarelo.
  • 43 – Somália invade a área pela esquerda e é derrubado por Gil, que recebe amarelo.
  • 44 – Renato Cajá bate forte no canto esquerdo de Fábio, que se estica todo e espalma para escanteio.
  • 45 – Um minuto de acréscimo.
  • 46 – Termina o 1º tempo.
  • Fábio: “Estou feliz no Cruzeiro, que é a minha casa.”
  • Thiago Ribeiro: “O gol é pra minha filha. No final, nosso time estava pedindo pra tomar o empate. Recuamos demais e devolvemos ao Botafogo muitas bolas que já havíamos tomado deles.”

Segundo Tempo

  • 22h54 – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Alex substitui Sandro Silva.
  • 01 – Edno recebe lançamento na área, mas é desarmado por Jonathan.
  • 03 – Somália avança pela esquerda, se livra da marcação de Jonathan e cruza baixo. Gil, colocado na primeira trave, faz o corte.
  • 04 – Jonathan avança com velocidade pela direita e é derrubado por Somália. Boa chance para o Cruzeiro.
  • 05 – Thiago Ribeiro cobra a falta na área e a zaga do Botafogo afasta. Na sequência, Gil recoloca a bola na área e Jefferson defende.
  • 08 – Após escanteio cobrado na área, Fábio Ferreira desvia de cabeça e Fahel tena completar, mas Fábio defende.
  • 08 - Thiago Ribeiro recebe de Roger dentro da área, tenta tocar na saída de Jefferson, mas manda a bola pela linha de fundo.
  • 10 - Somália aparece pela esquerda, cruza a bola na área, mas ninguém do Botafogo aparece para concluir, e Fábio fica com a bola.
  • 11 – Jonathan cruza da direita, a bola desvia em Antônio Carlos e fica limpa para Jefferson defender.
  • 12 – Kleber faz bom passe na direita para Jonathan. O camisa 2 celeste invade a área, corta a marcação e bate forte, mas sem direção. É só tiro de meta para o Botafogo.
  • 14 – Roger recebe de Fabinho Alves na meia-lua, tenta girar para cima de Fábio Ferreira e acaba recebendo falta. O árbitro mostra o amarelo para o defensor botafoguense. Ótima chance para o Cruzeiro.
  • 15 – Roger cobra de pé esquerdo, mas a bola desvia na barreira e sai pela linha de fundo.
  • 16 – Escanteio cobrado por Roger pela ponta direita e Jefferson defende firme.
  • 17 – Jonathan invade a área pela direita e cruza para trás. Kléber aparece e chuta de primeira, mas manda a bola por cima do gol.
  • 18 – Cruzamento na área do Cruzeiro. Zaga afasta. No rebote, Edno chuta da entrada da área, Leonardo Silva corta de cabeça.
  • 19 – Após disputa pelo alto, a bola fica para Alex, que chuta de primeira e obriga Fábio a fazer ótima defesa.
  • 20 – Pedro Ken substitui Roger. Parte da torcida chama o treinador de burro.
  • 22 – O Cruzeiro tem dificuldade para sair com a bola e sofre pressão do Botafogo.
  • 23 – Somália invade a área pela esquerda, tenta o chute, mas acaba travado por Fabinho Alves.
  • 24 – Na dividida com Somália, Fabinho Alves fica caído no gramado e precisa receber atendimento médico.
  • 25 – Marcelo Cordeiro substitui Lúcio Flávio. Diguinho substitui Renato Cajá.
  • 26 – Elicarlos substitui Fabinho Alves, que sai mancando. Parte da torcida chama o treinador de burro.
  • 29 – Bola esticada para Edno na área e Fábio deixa o gol para fazer a defesa.
  • 31- Guerrón substitui Thiago Ribeiro. Parte da torcida chama o treinador de burro.
  • 32 – Edno se choca com Elicarlos no meio de campo e precisa receber atendimento médico.
  • 33 – Guerrón recebe de Jonathan na direita e bate cruzado. Jefferson, bem colocado, encaixa a bola.
  • 36 – Somália aparece pela direita e levanta a bola na área. Jonathan, no miolo da defesa, faz o corte de cabeça.
  • 7 – Leonardo Silva recebe cartão amarelo por reclamação.
  • 37 – Diguinho bate a falta com categoria, mas manda por cima do gol de Fábio, que estava no lance.
  • 38 – Fernandinho cruza a bola da esquerda e Kleber desvia de cabeça. A bola ganha altura e passa por cima do gol de Jefferson.
  • 40 – Diguinho comete falta em Marquinhos Paraná e recebe cartão amarelo.
  • 42 – Kleber arrisca de perna esquerda de fora da área, mas manda a bola longe do gol de Jefferson.
  • 43 – Fábio eleito, por unanimidade, o melhor em campo ela equipe da Rádio Itatiaia. Serão 3 minutos de acréscimo.
  • 44 – Passe na área para Alessandro, que bate cruzado e manda a bola rente à trave de Fábio.
  • 45 – Leandro Guerreiro avança pelo meio e recebe falta de Guerrón, que é amarelado.
  • 46 – Marcelo Cordeiro cobra a falta de perna esquerda, mas manda a bola longe do gol de Fábio.
  • 47 – Marcelo Cordeiro aparece pela esquerda e cruza para a área. A bola desvia em Jonathan e Fábio faz a defesa.
  • 48 – Fim de jogo. Termocéfalos vaiam o time celeste. Cruzeiro teve 54% de posse de bola. Conseguiu 3 finalizações certas contra 6 do Botafogo. Cometeu 13 faltas contra 10 do Botafogo. Teve 13 escanteios a favor contra 10 do Botafogo.
  • Fernandinho: “A vaia é normal. O Cruzeiro é time grande e tem torcida exigente. Importante, pras mim, foi ter jogado 90 minutos após um ano.”
  • Gil: “Merecemos a vitória. O lance do pênalti não era pra tanto. Nem pra cartão amarelo.”
  • Jefferson: “Dominamos o 2º tempo, Fábio evitou nossa vitória. Foi por isto que a torcida do Cruzeiro não gostou do jogo.”


Vídeos

Gol da partida

Atuações

  • Fábio – O melhor em campo. Defendeu pênalti e salvou mais dois gols certos. Perfeito. Ou melhor, mais que perfeito. (Síndico)
  • Jonathan – Grande atuação, tanto na marcação quanto no ataque. Jogou com desembaração alternando corretamente os momentos de lateral, de meia e de ponta. E estava com uma disposição que há muito não se via. (Síndico) Pra quem diz não estar 100%, correu demais. Voltou a aparecer bem no ataque como há muito não se via. (Matheus Reis)
  • Gil – Boa partida. Suas únicas falhas foram ter deixado Edno cabecear uma bola livre dentro da área e ter cometido um pênalti mandrake dando um bote errado em Somália. Mesmo assim, Fábio salvou sua noite. Jogou decidido, sem bater desnecessariamente. (Cuné) Péssima partida. Errou passes na saída de jogo. Leonardo Silva e Paraná também erraram. No lance do pênalti, marcou o jogador no “golpe de vista” e ainda tentou se recuperar da imprudência com falta desnecessária, pois bastaria tê-lo cercado. (Rosan Amaral)
  • Leonardo Silva – Um dos melhores do time, mas também errou três saídas de bola, que não foram aproveitadas pelo Botafogo porque os cariocas estiveram ainda piores do que os mineiros. (Rosan Amaral) Sentiu o tempo que ficou parado por conta das expulsões. Foram apenas 2 jogos nas últimas 6 partidas cruzeirenses, levando em conta o caráter atípico da última partida contra o São Paulo. No primeiro lance de jogo, correu o risco de ser expulso. Ainda bem que o apitador não era um Larrionda ou um Paulo César Oliveira. (Matheus Reis)
  • Fernandinho – Mostrou futebol bem superior ao das partidas anteriores, com mais consciência e boa participação defensiva. No apoio foi razoável. (Rantunes) Brigou na medida do possível, mas o preparo físico não lhe permite extravagâncias. O problema defensivo no setor esquerdo também continuou com ele. O que dá indícios de que o problema não é quem joga na lateral esquerda, mas quem faz a cobertura. (Matheus Reis)
  • Fabinho Alves – Marcou firme e deu um pouco de segurança ali na frente da zaga. O seu ponto fraco é não rodar a bola com a velocidade e qualidade que a meiuca celeste precisa e é capaz de apresentar. (Matheus Reis) Cumpriu bem a função de terceiro zagueiro e mesmo sem muita mobilidade ajudou na marcação, até sair machucado. Seu desempenho não chegou a ser empolgante mas também não comprometeu. Na saida do campo, foi aplaudido pelo torcedor, muito mais pra pirraçar o treinador que pelos méritos do jogador. (Matheus Penido)
  • Elicarlos – Entrou pra marcar e marcou. Pelo lado direito, o Botafogo criou pouco depois de sua entrada. Além disse liberou um pouco mais o Jonathan que cresceu em determinado momento do segundo tempo. Tivesse um pouco mais de habilidade, poderia ter saído com mais decisão para o contra-ataque. (Matheus Reis)
  • Marquinhos Paraná – Revezou com Fernandinho na lateral-esquerda, foi volante de contenção e saiu pro jogo quando preciso. Tudo dentro do padrão. O que irrita os termocéfalos. No SNSB, um “lúcido” estava indignado: “Como é que pode um volante não receber nem cartão amarelo?” O primo burro Telê acostumou essa gente com volantões truculentos como Dinho, Elzo e Pintado. (Síndico) Um dos poucos que estiveram acima da média. Mas também errou três saídas de bola que não foram aproveitadas pelo fraco Botafogo. (Rosan Amaral) Pra mim, um lance emblemático resume o Paraná no jogo de ontem. Errou um passe de uns 3 metros, correu feito um louco para recuperar a bola e recuperou. É isso. O próprio jogador tem consciência de que está longe do futebol apresentado em 2008/2009. Mas ainda assim, é um dos poucos que gira o jogo. Comigo, tem muito crédito. (Matheus Reis) Pra arquibanca é uma ameba, pois não chuta a gol, não dá carrinho, não rasga o uniforme, não faz jogadas de efeito. Mas pro time, que é o que entra em campo, é de utilidade vital. É pra eles que os que não tem a quem passar a bola reccorrem, seja um lateral sem opção de passe ou um volante preso pela marcação adversária. Alem disso, mesmo que sem brilho, ajuda na defesa e no ataque, cumpre variadas funções dentro da partida e raramente destoa de seu ritmo habitual. Mas como boa parte da torcida anda mais preocupada em xingar o time do que ver o jogo, isso acaba tendo pouca importância pra eles. (Matheus Penido)
  • Henrique – Parece ser quem mais sente a ausência do Fabrício. Não sei se é o seu posicionamento que muda ou se é falta de entrosamento com Fabinho Alves. Mas suas melhores partidas são, invariavelmente, ao lado de Fabrício e Paraná. (Matheus Reis)
  • Roger Galera - Alguma movimentação, alguns passes, alguns cruzamentos, alguma luta. De efetivo mesmo nada. (Frede Amaral)
  • Pedro Ken – Entrou pra ajudar Jonathan a fechar a lateral direita por onde jogava o melhor carioca, Somália. Mas desde o aquecimento foi impiedosamente vaiado pela torcida, que já o taxou a tempos com “irrecuperável”. Dentro de campo, não chegou a comprometer o time, apesar das vaias cada vez que ele pegava na bola. (Matheus Penido)
  • Thiago Ribeiro - Movimentou-se como sempre, pelas duas extremidades do campo, marcando e atacando. E fez um gol de centroavante rápido e oportunista. (Síndico) Tem sido há algum tempo o “coração” do ataque celeste e até do time todo. Ontem, como sempre, correu, jogou pelos lados, marcou a saida de bola e ainda fez o gol da vitória. (Matheus Penido)
  • Guerrón – Não obteve sucesso em suas arancadas e cruzamentos. (Síndico) Tentou algumas arrancadas e arremates mas não foi muito feliz. Por bem ou por mal, porém, incomoda o adversário e não se omite. (Matheus Penido)
  • Kleber – Foi gladiador e serviu os companheiros em três lances de gols. Mas perdeu um gol mais fácil do que o convertido por Thiago Ribeiro. (Rosan Amaral) Muito marcado, tentou se movimentar e procurar jogo, mas nas poucas chances que teve pra finalizar isolou a bola. Está voltando a jogar daquele jeito agressivo que encanta alguns, mas que já nos trouxe diversos problemas, inclusive na Libertas. É botar a cabeça no lugar e calibrar a chuteira. (Leo Vidigal) Não passa por um bom momento. A despeito de seu posicionamento “tático”, ontem perdeu um gol que não costuma perder. Mas fase boa vem e vai. O que realmente preocupa são a bordoadas gratuitas e imprudentes que distribui. Ontem não foi expulso por pouco, muito pouco. (Ernesto Araújo)
  • Adílson Batista – Escalação correta, mas com opções pra alterar o jogo. Tirou um mancando, tentou colocar sangue novo no meio com o Pedro Ken e no ataque com o Guerrón. Substituições dentro do script. Pena que esses jogadores não estão rendendo muito. O time tomou um grande sufoco, mas teve oportunidades de encaixar vários contra-ataques, que foram disperdiçados. Neste caso, o que técnico poderia ter feito? Combinar facilidades com o adversário? (Frede Amaral) Fez o possível pra perder o jogo, só não o conseguindo por incompetência dos atacantes foguinos. Ainda não entendi a manutenção do Fernandinho em campo, a entrada do Pedro Ken e a saída do Thiago Ribeiro (?). (Walterson Almeida) Foi pro Mineirão com uma missão pra mamute: vencer e não dar a mínima chance ao Botafogo. Se não conseguisse isso, era vaia na certa. Até cumpriu a primeira parte, mas como a segunda não veio, teve de ouvir. Voltando ao jogo, escalou o melhor que seu fraco elenco podia lhe proporcionar e substituiu visando sempre garantir a vantagem mínima, fazendo “pouco ouvidos” para as vaias constantes. No final, vieram os 3 pontos, mas também a certeza de que terá um trabalho imenso pra recolocar seu time nos trilhos. A Copa vem em boa hora! (Matheus Penido)
  • Torcida – Baixo comparecimento e pouco apoio ao time. A galera está magoada com a desclassificação na Libertadores. Normal. Torcedor é apaixonado e incapaz de enxergar a realidade. E sendo torcedor brasileiro é infiel por natureza. Só vai na boa. (Síndico) Nota zero! Vaia até aquecimento dos jogadores em campo. Merece o presidente que tem! (Othon Gervásio) A torcida ontem tava demais mesmo. Como fui sozinha pude observar bastante o comportamento de algumas pessoas que dizem que vão para torcer. O 7A tava dando medo. (Mariana)
  • Cornetas, Tropeiristas e Termocéfalos – Vaiaram até substituição de jogador manco. Alguns estavam descontrolados. Prato cheio pra psicólogos. Será que, no dia a dia, essea gente funciona assim? Se a resposta for positiva, melhor não arranjar encrenca com ela no trânsito, no serviço ou no condomínio. (Síndico) Não volto ao Mineirão para a última partida. Não aguento mais passar raiva com outros torcedores. Como diz o JS, futebol é para fazer amigos. Ontem quase saí no braço com alguns. Não dá mais. Agora, só depois da reforma, preciso relaxar e esquecer esses teleguiados de uma figa. Quem tem uma torcida dessas não precisa de rival. (Paulo Marcos)
  • Juiz e Bandeiras – Corretos. Erros normais de jogo. De quem não tem a ferramenta replay pra decidir em jogadas confusas. (Síndico) Os bandeiras estiveram entre os melhores em campo do Cruzeiro. Paralisaram pelo menos dois lances em que os atacantes botafoguenses saíram na cara do gol. Situação que só corrobora a tese de que os cariocas dominam os arbitrais em detrimento dos mineiros. (Gleyton)
  • Botafogo – O primo inteligente Joel armou um time pra se defender com apenas um atacante e seis volantes e armadores. No 2º tempo, colocou outro atacante e equilibrou a partida. Um empate teria premiado melhor sua prancheta. Somália, volante que joga pela ala esquerda. foi incisivo nas jogadas pela ponta-esquerda levando perigo à defesa celeste. Foi autor da jogada que resultou no pênalti cometido por Gil. Leandro Guerreiro só chegou atrasado no gol de Thiago Ribeiro. No resatnte do tempo, defendeu muito e ainda procurou se deslcar para dar opções aos colegas. Marcelo Cordeiro, no pouco tempo em que esteve em campo, também jogou bem tentando apoiar o ataque e jogar bolas na área. (Síndico)


O que foi dito

  • Adilson Batista, treinador do Cruzeiro: Ninguém quer iludir o torcedor. Em cima da cobrança, de confiança, do desgaste que tivemos durante a temporada, tivemos dificuldades. Fizemos um bom 1º tempo nos 30 minutos iniciais, depois caímos e o Botafogo cresceu. Aí entra falta de confiança, de tranquilidade, o que é normal dentro de um clube do porte do Cruzeiro, que é mais cobrado. Depois dos 30 minutos, eles tiveram um volume maior. E nós tivemos dificuldades pra encaixar contra-ataques. Tivemos três ou quatro chances com o Guerrón. Não foi uma noite feliz, mas fico contente com o resultado. Fiz algumas trocas em função daquilo que estava observando. Alguns jogadores não estavam conseguindo roubar a bola, acertar passe, passar. Aí você tem que abdicar de algumas coisas em função do objetivo, que eram os três pontos. A gente lamenta por não apresentar um bom futebol, mas acredito que seja em função das cobranças.
  • Fábio, goleiro do Cruzeiro: Importante foi garantir a vitória. O torcedor quer sempre um bom futebol, mas a equipe correu bastante e lutou contra outra entrosada e de qualidade.
  • Gil, beque do Cruzeiro: A gente merecia esta vitória. Agora, temos que respirar e comemorar, porque domingo tem mais. A gente sabe que o setor defensivo é o que está sendo mais cobrado, precisamos trabalhar. Só podemos dar a resposta dentro de campo, trabalhando, porque Deus ajuda quem trabalha.
  • Fernandinho, lateral-esquerdo do Cruzeiro: Nas duas vezes que o São Paulo foi campeão, principalmente quando nós deixamos ele passar, em 2007 e 2008, foi o time que mais empatou no campeonato. Ganhou de 1×0 várias vezes. Então, o mais importante são os três pontos. Sabíamos que ia ser difícil. Viemos de uma eliminação na Libertadores, o torcedor ia cobrar, pois queria ver o Cruzeiro disputar o título. É Cruzeiro, é clube grande. Eu, particularmente, foi a primeira vez que joguei os 90 minutos e consegui fazer o que o Adílson pediu, fechar o Alessandro, marcar bem. Com o tempo, vou ganhando confiança e tentando melhorar cada dia mais.
  • Henrique, volante do Cruzeiro: A gente tem que saber lidar com essas situações. Mesmo dentro de casa, temos que jogar pelo resultado. Estamos vindo de uma batida muito forte, jogando com jogadores a menos, buscando o resultado, mas fomos efetivos. Não dá tempo pra descansar. Por isso, sentimos o cansaço no 2º tempo.
  • Marquinhos Paraná, volante do Cruzeiro: O Botafogo tinha que ir pra cima. A equipe errou muito e proporcionou que eles tivessem muitas chances de gol. Campeonato Brasileiro é assim mesmo. É muito difícil. A torcida sempre quer que a gente jogue bem, dê espetáculo, principalmente no Mineirão. Hoje, o time jogou muito abaixo, mas foi importante a determinação e a busca do resultado.
  • Roger Galera, meia do Cruzeiro: Tive oportunidade de ser campeão nessa fórmula em que o Brasileiro vem sendo disputado e muitas vezes ganhei passando sufoco, não jogando tão bem. É um campeonato longo. Teremos fases de jogar bem, outras de forma mediana e até fases ruins. O máximo de pontos somados é o que vale. No final, ninguém vai lembrar do jogo com o Botafogo, que foi ruim, vai lembrar dos três pontos que a gente conseguiu e da vitória. O importante é somar os pontos e chegar perto do grupo da frente. Da forma como saímos da Libertadores e que o clube vem sendo pressionado, é difícil fazermos jogos brilhantes. Podemos começar a fazer jogos bons quando pegarmos confiança, que vem com vitórias. Em jogos com dificuldade, pressão, tomando sufoco, vamos ganhando confiança.
  • Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O Botafogo é um adversário sob medida. Sempre faço gol e tenho muita sorte contra eles. Estou feliz por ter ajudado o Cruzeiro a conquistar esta vitória e tenho certeza que ela será fundamental lá na frente. Consegui fazer um gol em um jogo importante e em um momento especial pra mim, pois a minha filha nasceu na segunda-feira. Este gol foi para ela. Graças a Deus, coincidiu de voltar a marcar na semana do nascimento da minha filha.
  • Joel Santana, treinador do Botafogo: Jogamos mal até levarmos o gol. Depois, tomamos o rumo, atacamos e criamos chances. Futebol se define no gol, e nós não fizemos. Foi nosso melhor jogo, mas não vencemos. Fica uma esperança de que o time está se comportando bem fora de casa. Tem postura de time grande. Os jogadores estão de parabéns.
  • Alessandro, lateral-direito do Botafogo: Não sei como meu chute não foi gol. Eles tiraram a bola com o olho. Mas pelo menos lutamos até o fim e mostramos que todos os adversários vão ter que suar muito pra vencer o Botafogo. Jgamos uma grande partida, mas infelizmente saímos de campo derrotados. Merecíamos um resultado melhor por tudo o que fizemos. Paciência.
  • Antônio Carlos, beque do Botafogo: Tivemos muitas chances. Tivemos mais volume de jogo, mas não adianta, eles ganharam. Fizemos ótima partida e não conseguimos vencer.
  • Edno, atacante do Botafogo: Senti um pouco, procurei dar o melhor, não estou tão entrosado. Tentamos, criamos, não deu. Agora, é trabalhar pra conseguir os três pontos na próxima partida.
  • Diguinho, meia do Botafogo: O time não soube aproveitar as oportunidades. O resultado não foi dos piores. Agora, é trabalhar pra conseguir os três pontos contra o Vasco.
  • Lúcio Flávio, meia do Botafogo: Saímos do G-4, e isso foi ruim, mas fizemos um dos nossos melhores jogos. O Cruzeiro saiu de campo vaiado também pela partida que nós fizemos. Em função dos erros de finalização, não conseguimos a vitória. Herrera e Caio são titulares, fizeram muita falta. A cobrança do pênalti determinação do Joel. Eu vinha em segundo na fila. Aqui há uma hierarquia, uma organização. Tenho que respeitar. Infelizmente o Renato perdeu. Se empatássemos o jogo ali, a partida poderia ter sido diferente. O principal cobrador tem sido o Herrera, mas me coloquei à disposição pra bater quando ele não estiver. O Joel fez uma escolha.
  • Leandro Guerreiro, volante do Botafogo: Faltou o gol, o principal. O resto nós fizemos. Lutamos, batalhamos, conseguimos um pênalti, dominamos a partida e sufocamos o Cruzeiro. Tem dias que o time joga bem e não ganha. Não podemos perder tantos gols, mas paciência. Temos que continuar desta maneira pra conseguir bons resultados.
  • Lédio Carmona, em seu blog: Cruzeiro e Botafogo se enfrentaram no Mineirão, no duelo dos problemáticos. O Cruzeiro sofre da esperada depressão pós-eliminação na Libertadores. Vinha de uma partida ruim contra o Guarani, quando permitiu o Bugre abrir dois gols de vantagem, mas aproveitou da fragilidade do adversário e buscou o empate. Enquanto isso, o Botafogo vivia de um problema diferente, mas significativo: a falta de atacantes. Sem Loco Abreu, com a seleção uruguaia, e sem Caio e Herrera, que fizeram um papelão no final de semana e foram expulsos. Assim, Joel escalou Edno e Renato Cajá, ambos meias. O time de Adilson Batista deixou a desejar. Conseguiu um gol com o sempre presente Thiago Ribeiro, mas quase nunca mereceu a vantagem no placar. O time de Joel Santana criava mais chances, queria mais jogo, mostrava determinação. Os cruzeirenses parecima desinteressados, dispersos. E quase perderam dois pontos, mas Fábio defendeu o pênalti de Renato Cajá e salvou sua equipe mais uma vez. Na próxima rodada, o Botafogo, que perdeu sua invencibilidade no campeonato, terá seus atacantes de volta. E o vaiado Cruzeiro? Terá seu futebol de volta?
  • Mário Marra, em seu blog: Cruzeiro venceu, mas não convenceu: No Mineirão, o time azul celeste finalmente estreou seu novo uniforme. A camisa amarela ficou bonita, mas o futebol apresentado pela equipe de Adilson Batista deixou muito a desejar. Sem Fabrício o meio perdeu velocidade e a equipe teve muitas dificuldades na saída de bola. No início do jogo tudo indicava que o Cruzeiro não teria problemas para vencer um desfalcado Botafogo. Sem os brigões, Herrera e Caio, e sem o atacante “Loco” Abreu – convocado para a seleção Uruguaia-, Joel Santana optou por armar a equipe de uma forma mais defensiva. Fahel auxiliou os dois zagueiros e ajudou a compor a defesa. No meio, Leandro Guerreiro e Sandro Silva deram consistência ao setor. Os alas, Alessandro e Somália auxiliaram Lúcio Flávio no setor de criação da equipe. No ataque, Renato Cajá era o responsável por buscar o jogo no meio e levar a bola até a grande área para um isolado Edno, que jogou sozinho no ataque. O Cruzeiro começou bem, manteve o domínio do jogo e aos 18 minutos chegou ao gol. Jonathan cruzou rasteiro e o artilheiro Thiago Ribeiro se antecipou ao goleiro e marcou: 1 a 0. Após o gol, o Cruzeiro resolveu administrar o resultado. Com muitos toques de lado e até irritantes recuos de bola – do meio-de-campo – para o goleiro Fábio, o time celeste tirou o pé e o Botafogo, aos poucos, foi se soltando em campo. A equipe carioca passou a ditar o ritmo do jogo e o Cruzeiro pouco agredia. O time azul estrelado não se impôs em campo e “deixou” o Botafogo gostar do jogo. Aos 43 minutos a equipe celeste levou um susto: Somália invadiu a área e foi derrubado por Gil, pênalti. Na cobrança Renato Cajá bateu no canto esquerdo e Fábio evitou o gol botafoguense. Segundo tempo: O susto levado pelo Cruzeiro nos minutos finais da primeira etapa deveria ter acordado a equipe, mas de nada adiantou. O time azul foi envolvido por um Botafogo mais agressivo. O treinador Joel Santana apostou suas fichas no ataque, sacou o jogador Sandro Silva do meio-de-campo e colocou o jovem atacante Alex. O Botafogo passou a mandar no jogo. Teve mais posse de bola e criou boas oportunidades enquanto o Cruzeiro parecia perdido em campo. O jogo foi muito fraco tecnicamente e o goleiro Fábio, com duas ótimas defesas, foi o grande responsável pela vitória celeste. Os três pontos conquistados foram muito importantes, mas o Cruzeiro ficou devendo muito. A equipe esteve irreconhecível e foi apática em campo. Venceu e não convenceu.
  • Vitor Birner, em seu blog: Apesar de vencer a partida na primeira etapa, o Cruzeiro jogou pior que o Botafogo. O gol de Thiago Ribeiro aos 18 minutos aconteceu na única chance do time celeste até então. O Botafogo, atuando com 3 zagueiros, 6 homens de meio e só Edno como atacante não deixou se envolver pela movimentação do meio-campo cruzeirense. Na Raposa, Roger perdeu a disputa contra seus marcadores. Jonathan e Henrique trocaram de posição pelo lado direito. Isso só serviu para Somália, pela esquerda, criar algumas das boas jogadas botafoguenses no 1° tempo. E, além disso, sofreu um pênalti aos 42. Fábo defendeu a cobrança de Renato Cajá, mas não foi tudo. Nos 15 minutos finais antes do intervalo, o camisa 1 salvou o Cruzeiro não só na penalidade, mas em pelo menos 4 outras oportunidades. Um gigante. Para a etapa final, o atacante Alex entrou no lugar de Lúcio Flávio. Com Edno junto dele e os dois laterais soltos para atacar, o Botafogo foi ofensivo. Mas o Cruzeiro se acertou e começou melhor o 2° tempo, sem dar espaços e ditando o ritmo. Depois de 15 minutos sem nada de relevante perto de nenhuma das traves, foi a equipe mineira que articulou mais jogadas. Dos 21 minutos em diante, Adilson fez suas 3 trocas em sequência. Colocou Pedro Ken no lugar de Roger. Depois sacou Fabinho Alves machucado e botou Elicarlos, e por último colocou Guerrón no lugar de Thiago Ribeiro. Alguns torcedores reclamaram. Joel substituiu Lucio Flávio por Marcelo Cordeiro, e explorou ainda mais o setor esquerdo, com Cordeiro junto de Somália, que atuou por dentro. Mesmo sem os goleiros trabalharem, o duelo tático do 2° tempo foi interessante. Nos minutos finais, a calmaria na “cozinha” cruzeirense acabou. O time carioca pressionou, cruzou várias bolas, ameaçou numa boa cobrança de falta de Diguinho, todavia não teve competência para superar Fábio, o nome do jogo. Sob muitas vaias, deu Cruzeiro. A torcida deixou o Mineirão insatisfeita.
  • Leandro Mattos, em seu blog: Jogando em casa, os estrelados cumpriram seu papel. Venceram o Botafogo pela contagem mínima, mas com uma atuação apagada, sem inspiração. Fábio foi o melhor nome do jogo, como tem sido frequente. Fez várias defesas importantes e algumas milagrosas. Mas num campeonato por pontos corridos o que mais vale é a regularidade na matemática. O que conta é que os celestes amealharam mais três pontos e subiram cinco posições na tabela. Os 11 de Adílson Batista estão de volta ao G-4, com 66,77 de aproveitamento. Depois de quatro compromissos, seguem invictos, com dois triunfos e dois empates.
  • Edu Mano, no PHD: O Cruzeiro começou muito bem. Gostei da movimentação do time, da pressão na saída de bola do adversário e, mesmo com o Botafogo assustando, o jogo era claramente do Cruzeiro, que é melhor e provou isso nos minutos iniciais. Agora, depois dos 35 do primeiro tempo, alguma coisa aconteceu na postura do time celeste. Os jogadores passaram a perder bolas fáceis e a errar muitos passes. Não entendi como o jogo virou sem nenhum fato significativo aparente. O time mereceu criticas duríssimas. A diretoria precisa dar boas peças ao Adílson.
  • Rosan Amaral, no PHD: Se foi difícil de assistir ao jogo em campo, imagino, então, pelo rádio e TV quando nem se vê a disposição tática. O Cruzeiro perdeu o meio de campo desde os 30 minutos, mas insistiu com formação ofensiva -Roger, Ribeiro e Kleber- até a vitória subir no telhado. Era necessário recuperar o meio de campo. Ken e Elicaros conseguiram reequilibrar a partida. Só acho que a última substituição foi equivocada: eu tiraria Kleber, embora ele estivesse jogando mais como armador do que como atacante.. Resumo: jogamos mal, mas vencemos.
  • João Chiabi Duarte, no PHD: O time ganhou, mas Adílson não esteve inspirado na leitura do jogo e muito menos nas substituições. O Cruzeiro jogou errado, marcou mal. Jogou muito pra trás. É preciso que Adílson reveja seus conceitos quando enfrenta equipes armadas no 3-5-2. Sempre vejo o mesmo erro. O Cruzeiro tenta manter o time compactado, marcando na linha do meio-campo. Isto dá ao adversário a possibilidade de sair jogando livre. Facilmente, o time se deixa pressionar e as bolas acabam sendo recuadas ao goleiro. E, depois, tome bola rifada! Mesmo com algum risco, é preciso compactar o time marcando mais à frente. E forçar o adversário a dar o chutão. O Botafogo contra-atacou sempre por causa de erros de passe na saída de bola.
  • Agnaldo Morato, no PHD: Gostei muito dos três pontos, mas o Botafogo me deu alguns sustos. O empate esteve por acontecer em pelo menos duas oportunidades e não seria injusto. Fábio foi o melhor da partida. Pegou uma penalidade, defendeu um chute à queima-roupa e contou com a sorte em uma bola que saiu lambendo a trave direita no seu contra-pé. A zaga cometeu algumas falhas que assustaram e poderiam ter sido fatais. Leonardo Silva logo no começo da partida fez falta muito perigosa que poderia ter redundado em gol. Gil cometeu a pênalti que Fábio defenfeu. Depois, cometeu outra falta na entrada da área que assustou. Jonathan esteve muito bem. Fez duas assistências: uma pro Thiago Ribeiro, que redundou em gol e outra pro Kleber, que não concluiu bem. Fabinho Alves protegeu bem a zaga. Marquinhos Paraná e Henrique tiveram atuação normal. Roger tentou criar, mas ainda tá devendo, pode e deve render mais. Kleber batalhou muito, tentou, mas, passou em branco. Mesmo assim considero boa sua partida. Thiago Ribeiro foi o melhor do ataque, buscou o gol o tempo todo, movimentou-se, caiu pela esquerda, pela direita e foi premiado com o gol da vitória entrando pelo meio da área. Fernandinho pode ser aproveitado na lateral-esquerda. So não pode embolar no meio de campo. Caindo pela esquerda, como ala, dá mais opções ao ataque. Ele precisa ficar mais atento á defesa como aconteceu no 2º tempo. O cartão amarelo que tomou foi devido a estar adiantado e ter chegado atrasado na jogada. O Cruzeiro carece de reforços. O time mostra carências na defesa, no setor de criação e no ataque. Guerrón entrou pra segurar o jogo e foi satisfatório Se tivesse mais qualidade, poderia ter deixado a sua marca. Não gostei troca do Roger pelo Ken. Preferia que tivesse entrado um atacante, WP ou Eliandro, e o Kleber fosse recuado pro meio. Era o único que poderia armar o jogo. Parece que o Adilson quis segurar resultado. Mas, enfim, ele é o técnico e o time venceu, Vida que segue.
  • Victor Pimentel, no PHD: Fábio garantiu o bicho. Fico curioso pra descobrir porque a torcida vaiou tanto a saída do Roger. Será que achavam que ele ainda daria caldo? Já estava com o linguão de fora. Ou será que vaiaram o cara que entrou que nem apareceu no jogo. Depois, quando entrou o Guerrón no lugar de Ribeiro, o ataque acabou de vez. Kleber, Ribeiro e Jonathan atacaram. Depois, ficaram só Kleber e um abobado Guerrón. Tenho cada vez mais raiva de o Fluminense ter conseguido perder [final da Libertadores 2008] pra esse cara. Joel se virou como pode. Se vivou apenas com o Edno de atacante. O Botafogo foi muito bem na partida e merecia melhor sorte. Ainda bem que não conseguiu, pois tenho três azuis (ou seriam amarelos?) no meu Cartola desta rodada.
  • Chiabi Jr., no PHD: Faltam só 37 pontos!! rsrsrs

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