Cruzeiro 0x0 Atlético-PR - 02/10/2010

De CruzeiroPédia .:. A História do Cruzeiro Esporte Clube
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Confrontos
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Por temporada
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Por Campeonato Brasileiro
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No estádio Arena do Jacaré
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Contra Atlético-PR
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Escudo Cruzeiro.png
Cruzeiro
0 × 0 Escudo Atlético-PR.png
Atlético-PR
27ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010
Data: 2 de outubro de 2010 Local: Sete Lagoas, MG
Horário: 18:30 Estádio: Arena do Jacaré
Árbitro: Paulo Henrique de Godoy Bezerra (SC) Público pagante: 17.254
Assistente 1: Kleber Lucio Gil (SC) Público presente: Não disponível
Assistente 2: Luis Alberto Kallenberger (SC) Renda: R$ 229.932,50 R$ 229.932,5
Cr$ 229.932,5
NCr$ 229.932,5
Cz$ 229.932,5
NCz$ 229.932,5
(preço médio: R$ 13,33 )
Súmula: Súmula Borderô
Escalações
Cruzeiro: Atlético-PR:
1. Fábio 1. Neto
2. Rômulo Substituição realizada 28' 2T de jogo 28' 2T ( 13. Jonathan Cartão amarelo recebido aos 36  (2T) 36'  (2T)   ) 2. Élder Granja
3. Edcarlos 3. Manoel
4. Cláudio Caçapa Cartão amarelo recebido aos 7  (1T) 7'  (1T)   4. Rhodolfo
5. Fabinho Alves 5. Chico Cartão amarelo recebido aos 41  (1T) 41'  (1T)  
6. Pablo 6. Paulinho
7. Everton Substituição realizada Intervalo de jogo Intervalo ( 17. Roger ) 7. Deivid
8. Henrique 8. Branquinho
9. Farías Substituição realizada 22' 2T de jogo 22' 2T ( 18. Robert ) 9. Bruno Mineiro Cartão amarelo recebido aos 31  (1T) 31'  (1T)   Substituição realizada 27' 2T de jogo 27' 2T ( 16. Maikon Leite )
10. Montillo 10. Paulo Baier Substituição realizada 31' 2T de jogo 31' 2T ( 18. Nieto )
11. Thiago Ribeiro 11. Ivan González Substituição realizada 11' 2T de jogo 11' 2T ( 17. Guerrón Cartão amarelo recebido aos 18  (2T) 18'  (2T)   )
Técnico: Cuca Técnico: Paulo César Carpegiani
Reservas que não entraram na partida
Cruzeiro: Atlético-PR:


Pré-Jogo

Em 3º lugar com 47 pontos, o Cruzeiro pode chegar à vice-liderança se vencer. Caso empate ou seja derrotado, permanece onde está.

Jonathan, Diego Renan e Wellington Paulista e Marinhos Paraná, contundidos, e Fabrício, suspenso, desfalcam o time celeste.

Em 4º lugar com 41 pontos, o Atlético pode subir uma posição se vencer, ou cair duas se perder, empatando pode perder uma ou permanecer onde está.

Paulo César Carpeggiani não tem problemas de contusão, mas mantém uma dúvida no ataque: Maykon Leite ou Bruno Mineiro.

Na despedida da Arena do Jacaré em 2010, o Cruzeiro jogará para 18 mil espectadores, capacidade máxima do estádio de Sete Lagoas.

Como foi

Primeiro Tempo

  • 18h32 – Começa o jogo. Cruzeiro e Atlético com uniformes tradicionais. Cruzeiro defende o gol à direita das cabines.
  • 03 – Thiago Ribeiro cruza, da ponta direita, Paulinho corta.
  • 04 – Rômulo cruza, da ponta direita, Neto defende.
  • 05 – Montillo cobra falta no bico da grande área, Neto espalma.
  • 06 – Rômulo recebe lançamento de Montillo, mas quem fica com a bola é Paulinho.
  • 07 – Fabinho Alves tenta sair jogando, perde a bola e obriga Cláudio Caçapa a cometer falta Branquinho, que resulta em cartão amarelo.
  • 08 – Paulo Baier cobra, Chico, dentro da área, cabeceia. Bruno Mineiro não alcança a bola.
  • 10 – Fabinho Alves marca individualmente Paulo Baier, seguindo-o por todos os cantos do campo. Montiilo também é marcado individualmente.
  • 11 – Atlético toca a bola tentando encontrar espaços na defesa celeste.
  • 12 – Thiago Ribeiro cruza, Manoel afasta de cabeça.
  • 13 – Rômulo cruza, Neto tira de soco.
  • 14 – Branquinho, cercado por dois cruzeirenses, chuta cruzado e a bola fica na rede, pelo lado de fora.
  • 15 – Francisco Everton chuta, de fora da área, pra fora.
  • 16 – Henrique chuta de fora da área, Neto defende.
  • 19 – Thiago Ribeiro passa por Paulinho e cruza, mas a bola sai pela linha de fundo.
  • 20 – Rômulo cruza, Farias cabeceia, Neto defende em cima da risca. Primeiro lance de perigo do ataque celeste.
  • 23 – Thiago Ribeiro, na entrada da área, chuta, mas a bola passa por cima do travessão.
  • 25 – Elder Granja lança Bruno Mineiro, mas a bola é interceptada por Edcarlos.
  • 27 – Montillo domina e chuta de virada, na entrada da área. Neto defende em dois tempos. Segundo lance de eprigo do ataque celeste.
  • 28 – Rômulo passa a Farías, Rhodolfo corta.
  • 29 – Cláudio Caçapa lança Farías, Manoel afasta de cabeça.
  • 31 – Bruno Mineiro comete falta em Cláudio Caçapa e recebe cartão amarelo.
  • 34 – Rômulo lança Montillo na meia direita, mas o argentino é desarmado por Paulinho.
  • 35 – Branquinho faz jogada individual na meia-direita, mas é desarmado por Edcarlos.
  • 37 – Thiago Ribeiro cruza no primeiro poste, Neto corta de soco.
  • 38 – Thiago Ribeiro cruza, da ponta direita, Cláudio Caçapa cabeceia de raspão, bola sai com perigo, pela linha de fundo.
  • 41 – Chico comete falta em Montillo e recebe cartão amarelo.
  • 42 – Paulo Baier cobra escanteio aberto, Henrique corta de cabeça.
  • 43 – Pablo cruza da esquerda, Rhodolfo corta.
  • 44 – Paulo Baier cobra falta sobre a área, Chico cabeceia, mas o lance é invalidado, pois o volante está impedido.
  • 45 – Termina o 1º tempo. Cruzeiro jogou mais pela direita, mas criou poucas oportunidades de marcar. Thiago Ribeiro está preso nessa faixa do campo facilitando a marcação de Paulinho.

Segundo Tempo

  • 19h35 – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Roger Galera substitui Francisco Everton.
  • 02 – Bruno Mineiro disputa com Fabinho Alves e cai pedindo falta. Juiz manda seguir o jogo.
  • 03 – Paulinho cruza, Edcarlos espana.
  • 05 – Roger Galera chuta da intermediária. Bola passa por cima do travessão.
  • 07 – Thiago Ribeiro cruza da direita, Manoel corta.
  • 08 – Ivan González escorrega e derruba Fábio, que recebe atendimento dentro de campo.
  • 09 – Roger Galera lança Thiago Ribeiro, Paulinho corta.
  • 11 – Guerrón substitui Ivan González.
  • 13 – Thiago Ribeiro passa a Montillo que, cercado por dois atleticanos, é desarmado por Chico.
  • 15 – Guerrón cruza da ponta direita, Cláudio Caçapa se antecipa a Bruno Mineiro e afasta de cabeça.
  • 16 – Thiago Ribeiro, dentro da área, driblam Rhodolfo, mas adianta a bola e é desarmado por Chico.
  • 17 – Montillo, livre de marcação, na intermediária, chuta forte. Neto espalma, no canto direito.
  • 18 – Guerrón comete falta em Rômulo e recebe cartão amarelo.
  • 20 – Rômulo cruza fechado, bola passa por todo mundo e sai pela linha de fundo.
  • 21 – Montillo puxa contra-ataque, passa a Thiago Ribeiro, que chuta cruzado, sem direção.
  • 22 – Robert substitui Farías. Torcida resmunga.
  • 23 – Pablo cruza da esquerda, bola sai pela linha de fundo.
  • 25 – Paulo Baier cobra escanteio aberto, Deivid cabeceia, Henrique corta.
  • 27 – Maikon Leite substitui Bruno Mineiro.
  • 28 – Jonathan substitui Rômulo.
  • 30 – Torcida celeste grita apoiando o time.
  • 31 – Nieto substitui Paulo Baier.
  • 32 – Jonathan tenta o cruzar, bola acerta Paulinho.
  • 33 – Montillo, na ponta direita, levanta bola na área. Neto tira de soco.
  • 34 – Maikon Leite, no bico da grande área, chuta cruzado. Fábio defende.
  • 35 – Roger Galera lança Robert em profundidade. Neto sai do arco e fica com a bola.
  • 36 – Jonathan comete falta em Branquinho e recebe cartão amarelo.
  • 38 – Paulinho cobra falta, da intermediaria, com efeito. Bola acerta o travessão e sobra para Cláudio caçapa, que espana o lance.
  • 40 – Montillo tabela com Henrique, Manoel corta.
  • 41 – Bola lançada para Branquinho, na meia esquerda, sai pela lateral.
  • 42 – Branquinho cobra falta na área e Robert tira de cabeça.
  • 43 – Montillo recebe passe de Thiago Ribeiro, dentro da área, chuta cruzado, pra fora.
  • 44 – Montillo, apesar do cansaço vai em todas as bolas.
  • 45 – Maikon Leite, na entrada da área, passa a Branquinho. Jonathan corta.
  • 46 – Montillo cruza bola sobre a área atleticana, Robert cabeceia no canto direito de Neto, que voa e espalma pra lateral salvando gol certo.
  • 47 – Cruzeiro lutou muito, mas mostrou cansaço, inclusive mental, não criou muitas oportunidades de gol e se mostrou muito rígido taticamente facilitando a marcação do time paranaense.
  • 48 – Fim de jogo. Desarmes: Cruzeiro 14×13. Escanteios: Cruzeiro 7×5. Faltas cometidas: Cruzeiro 21×12. Finalizações certas: Cruzeiro 6×2. Finalizações erradas: Cruzeiro 6×2. Impedimentos: Atlético 2×0. Passes errados: Cruzeiro 31×23.


Vídeos

Atuações

  • Fábio – Não teve muito trabalho. Quando chegavam, foi seguro. E no único lance de perigo, contou com a sorte em cobrança de falta na trave.
  • Rômulo – Partida ruim. Não conseguiu criar tanto e não se entendeu bem com Thiago Ribeiro e Montillo. Não foi nem sombra da boa opção ofensiva dos jogos anteriores.
  • Jonathan – Manteve o nível do substituído, ou seja, não foi bem. Não atacou bem e ainda levou um cartão amarelo em falta besta.
  • Edcarlos – É o homem de confiança do treinador que não inspira confiança na torcida. Pelo menos, em mim. Manteve a toada de lances firmes e lances emocionantes. Como não comprometeu, passa na média.
  • Cláudio Caçapa – O melhor em campo pelo lado azul. Perfeito nas antecipações, chegou a ajudar o ataque em alguns momentos. Salvou gol certo depois de bola rebatida na trave.
  • Pablo – Chegou ao clube como volante/lateral esquerdo, mas só se mostrou volante. No segundo tempo, foi quase um terceiro zagueiro pela esquerda. Foi bem defensivamente quando o Furacão subiu pelo seu lado. Ofensivamente, não existiu.
  • Henrique – Pelos meus cálculos, foram 7 roubadas de bola. Sua presença faz toda a diferença no meio campo celeste. Muita garra e muita pegada. Vive grande fase.
  • Fabinho Alves – Outro que foi bem. Apesar do vacilo que custou cartão amarelo ao Caçapa, aprumou-se e jogou sério, ciente das suas limitações. Marcou firme e deu segurança à zaga. Cobria bem quando o Caçapa subia pela direita. (Matheus Penido) / Cometeu dois erros em saídas de bolas, mas sua principal missão, colar em Paulo Baier, ele cumpriu à risca. Quando o cérebro do CAP saiu, ele diversificou um pouco suas ações defensivas, sempre com bons resultados. (Síndico)
  • Francisco Everton – Não tinha companheiro para jogar ofensivamente porque atacar não parece ser o forte do Pablo. Defensivamente não teve trabalho porque, no primeiro tempo, o Atlético não quis saber de passar do meio campo.
  • Roger Galera – Entrou para ajudar o Montillo na criação e até tentou alguma coisa no começo. Depois, errou passes, sumiu do jogo e manteve o argentino sobrecarregado. Tá precisando pegar o DVD do jogo contra o Palmeiras.
  • Montillo – Abriu o bico. Muitíssimo marcado no 1º tempo, começou brigando um pouco com a bola. Aos poucos entrou no jogo e sempre o procurava. Ia pela direita, aparecia pela esquerda, pelo meio. Não foi brilhante, mas lutou muito e o tempo todo. Foi dele a jogada para a cabeçada de Robert. (Matheus Reis) / Comovente sua dedicação. No final da partida, estava se arrastando, mas, ainda assim, encontrava forças para piques curtos e cruzamentos de boa qualidade. Não foi sua melhor apresentação desde que chegou, obviamente. Mas ninguém foi melhor do que ele em campo. A verdade é que o jogo foi travado pelo excesso de marcação eos talentos tiveram imensa dificuldade pra desequilibrar a partida. (Síndico)
  • Ernesto Farías – É o jogador de área que incomoda a zaga, que tromba, briga e fica à espreita. Nas chances que teve finalizou mal e parou no goleiro.
  • Robert – Poderia ter sido um verdadeiro talismã, não fosse o milagre operado pelo goleiro Neto.
  • Thiago Ribeiro – Destoou. A movimentação e voluntariedade foram as mesmas de sempre. Deu a impressão de que faltava perna na hora de finalizar as jogadas. É o único jogador do elenco sem reserva e a insistência nas jogadas com ele o desgasta. Não justifica tanto erro, mas ameniza a situação.
  • Cuca – Entrou com o time na formatação que vinha jogando: 3 volantes e Montillo armando. Como não tinha lateral esquerdo, o time ficou mais torto que o normal. Foi conservador nas mudanças e as peças que entraram não conseguiram mudar o panorama do jogo. Poderia ser mais ousado? Poderia. Mas é até sacanagem cobrar muita ousadia depois de descer-lhe a bordoada pelo excesso da mesma. Não conseguiu vencer o ferrolho paranaense. Agora é armar um time para recuperar os pontos em Goiânia.
  • Torcida – Compareceu em bom número e apoiou na medida do possível. Os pedidos de raça são normais, embora considere injustificáveis. Luta não faltou. Mais não posso dizer e deixo para aqueles que lá estiveram.
  • Juiz & Bandeiras - O Juiz inverteu algumas faltas e deixou de marcar outras. Nada escandaloso. Passou desapercebida, o que é sinal de bom trabalho.
  • Atlético – Rodholfo e Manoel formam uma das boas duplas de zaga do campeonato. Conseguiram frear o ataque do Cruzeiro. Paulo Baier sempre leva perigo na bola parada e Maikon Leite deu trabalho pra defesa celeste. Mas o grande nome foi o selecionável Neto que salvou, no mínimo, três bolas. Carpegiani leva mérito por não ter tido vergonha de se retrancar. Sabia o tamanho do time que teria pela frente e metou onze cadeados.

O que foi dito

Cuca, treinador do Cruzeiro: Nós fizemos o que podíamos dentro da condição do jogo. Não podemos reclamar do time, nem achar que jogou mal. Jogou dentro do que ofereceu a partida, o que pôde. É lamentar, porque você tinha uma chance de chegar mais perto (dos líderes). Mas o jogo foi muito ‘encardido’. O adversário marcou bem e atrás. Aí fica difícil e, se você der mole, perde. Eles tinham dois, três jogadores que atacavam com muita velocidade. Ficou um jogo muito complicado. Foi um jogo como a gente imaginava, em que o adversário, na proposta dele de contra-ataque, marca defensivamente bem. Passam a linha da bola sete, oito jogadores e você não tem o contra-ataque e, quando nós tivemos, erramos o cruzamento. O que quebra uma marcação assim é você sair na frente e fazer o gol na bola parada, uma jogada individual, tiro de longa distância. Aí vira outro jogo. Nós não conseguimos fazer esse gol, ainda que pressionando o adversário e não tendo lá atrás grandes riscos, à exceção daquela bola que eles bateram na trave numa falta. O goleiro deles também foi feliz, pegou duas bolas importantes, a última de cabeça. Fonte: Saite Oficial do Cruzeiro

Henrique, volante do Cruzeiro: O Cruzeiro não deixou de buscar a vitória em nenhum momento, infelizmente aconteceu esse empate que nós não desejávamos. Mas vamos trabalhar de cabeça erguida, porque temos mais um jogo fora de casa (contra o Goiás) e temos que buscar a vitória. Fonte: Saite Oficial do Cruzeiro

Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: Futebol às vezes tem isso, não desistimos em nenhum momento, infelizmente não deu, faltou pouco, mas não podemos baixar a cabeça porque a gente continua a batalha. Os dois primeiros colocados (Fluminense e Corinthians) também empataram, perdemos a oportunidade de diminuir a diferença, mas tudo continua como estava antes do jogo. Nessa reta final do campeonato, perder pontos em casa é complicado, mas o jogo já passou, então vamos descansar e recuperar os pontos perdidos em Goiânia. Fonte: Saite Oficial do Cruzeiro

Robert, atacante do Cruzeiro: Venho trabalhando para isso, treinando essa jogada, infelizmente não consegui fazer o gol, mas o importante é que entrei bem, pude ajudar da melhor maneira possível. Infelizmente eu estava pegando ritmo de jogo e tive que ficar de fora quase um mês, mas estou voltando pouco a pouco e estou tranquilo, sei que o Cuca confia em mim. Fonte: Saite Oficial do Cruzeiro

Edcarlos, beque do Cruzeiro: Eles vieram com uma retranca forte, com uma marcação cerrada e não conseguimos sair dela. Agora é pensar no jogo contra o Goiás para tentarmos recuperar os pontos perdidos. Fonte: Globo.com

Paulo César Carpegiani, treinador do Atlético: No final do jogo, acabamos com três atacantes. O time já está adaptado, a extensão do campo permite o toque de bola, mas há um esgotamento. As duas equipes sentiram muito no final do jogo, mas não era nosso dia mesmo. Talvez o Cruzeiro tenha tido mais posse de bola, mas as oportunidades foram iguais. Não era dia, paciência. Não está de todo o mal. O Cruzeiro é uma ótima equipe. Desta vez não tenho muitas reclamações, não. Taticamente a equipe se comportou muito bem, é difícil cobrir todos os espaços, jogar 90 minutos cobrindo tudo. Quarta-feira tem outro jogo. Tem muita coisa pela frente, temos que fazer os nossos jogos. Temos uma meta e vamos tentar cumprir essa meta. . Fonte: Globo.com

Neto, goleiro do Atlético: Acredito que a partida de hoje foi mais uma em que eu consegui dar uma subida de degrau. Não sei se vou chegar lá e vou jogar, eu espero que sim. Mas se não der, vou procurar aproveitar. Não estou indo para a seleção só para ter uma passagem. Tenho esta cobrança comigo, de ir lá e poder voltar. No jogo de hoje foi a defesa que deu mais trabalho, mas teve outra boas intervenções e fico feliz de ter ajudado os companheiros e ter saído de mais uma partida sem tomar gols. Fonte: UOL

Chico, volante do Atlético: A equipe mostrou que está na luta pela Libertadores e não é a toa. O Cruzeiro é um grande time e o calor prejudicou um pouco com essa maratona toda. Mas conseguimos marcar bem e saímos com um ponto que será importante. Fonte: Superesportes

Branquinho, meia do Atlético: É lógico que não é o resultado que nós queríamos. Mas, o um jogo muito igual e difícil jogar aqui. Tivemos duas jogadas no final que deixou o gostinho, mas está bom, o importante é que não perdemos. Fonte: Superesportes

Juca Kfouri, em seu blog: Cruzeiro e Atlético Paranaense fizeram um verdadeiro jogo de xadrez na Arena do Jacaré, com 17.254 pagantes. O Cruzeiro precisando vencer para assumir a vice-liderança. O Furacão sem poder perder para não ficar distante do G3 e tentando vencer para assustar os líderes. E quase venceu porque, aos 38 minutos do segundo tempo, Paulinho carimbou o travessão de Fábio, em cobrança de falta. Do outro lado, o goleiro Neto fez uma defesa maravilhosa em cabeçada de Robert, já nos acréscimos. Sim, o Cruzeiro pressionou mais, buscou mais, teve a bola mais, mas não só encontrou um Atlético sabendo muito bem o que fazia em campo, como, além do mais, teve pela frente um time perigoso quando descia, sempre valorizando a posse de bola e quebrando o ritmo mais rápido dos mineiros. Um jogo, enfim, em que os dedos dos dois técnicos, Cuca e PC Carpegiani, deixaram suas marcas no 0 a 0 final que alegrou a torcida do Flu e do Corinthians, porque a situação entre os três se manteve inalterada.

Marcelo Bechler, no blog do Lédio Carmona: Uma chance a menos: O jogo entre Cruzeiro e Atlético-PR foi praticamente uma cópia das outras partidas em que a Raposa fez na Arena do Jacaré e encontrou um adversário disposto a se defender a qualquer custo e contra-atacar quase sempre pensando em não gerar um novo contragolpe. Mas o esquema de Carpegiani era mais eficiente que os demais. González marcava Rômulo, Branquinho viajava Pablo, Montillo era seguido por Deivid e Paulinho anulou Thiago Ribeiro. A forte marcação tirou do Cruzeiro a força de seu lado direito com Thiago, Montillo e Rômulo. Obrigaria Éverton, Henrique e Fabinho Alves a saírem para o jogo e ceder espaço na defesa. Era assim que Branquinho tentava escapar com Bruno Mineiro, mas faltou fôlego ao meia que precisava se preocupar com as descidas do lateral cruzeirense. Pela segunda vez, Montillo mostrou cansaço e criou pouco. Quando saia de Deivid, parava em Neto que fez ótima partida. Defensivamente, o Furacão esteve perfeito, mas faltou força para contra-atacar. Faltou a Carpegiani lançar Maikon Leite nas costas de Rômulo e não Guérron pela direita e inverter Branquinho deixando Maikon centralizado. Segurar o Cruzeiro em casa é missão das mais difíceis no campeonato e o Atlético mostrou que a arrancada de uma derrota nas últimas treze rodadas é consistente. Ao time de Cuca sobra lamentação. Antes da rodada ser iniciada, o Cruzeiro era, dos três primeiros, quem tinha o confronto mais difícil. Depois de empates de Fluminense e Corinthians, os mineiros tinham a chance de fazer a diferença e recuperar pontos que não estavam nas contas. Faltava fazer a própria parte que o rubro-negro impediu tão bem. Seguir no mesmo ritmo dos dois primeiros era, na visão dos otimistas, a lógica do sábado. O Cruzeiro não termina o final de semana como o perdedor da 26ª rodada, mas deixa, sem dúvidas, de ser o grande vencedor.

Leandro Iamin, no blog do Vitor Birner: Treinadores jogam xadrez em Minas Gerais: Os primeiros 10 minutos na Arena do Jacaré foram ótimos. As duas equipes chegaram perto de abrir o placar e a gorduchinha foi bem tratada. Era prenúncio de um jogão movimentado. Mas o ritmo caiu logo depois e o resumo da etapa inicial foi de ataque improdutivo cruzeirense contra a defesa muito bem armada pelo Furacão. Carpegiani confia bastante em Branquinho. O atleta ex-Santo André se desdobra. Cumpre duas funções e corre por dois. No Cruzeiro, o ponto fraco, na teoria, estava na lateral esquerda, com Pablo que substituiu Diego Renan. Foi por ali que Branquinho atuou. A Raposa investiu bastante do outro lado, o direito, com o lateral Rômulo, o meia Montillo e o atacante Thiago Ribeiro. O Atlético deu um banho de marcação neste setor. Paulinho, lateral esquerdo, ficou preso na posição e, com a ajuda do meia Ivan González e do zagueiro Rodolpho, a defesa venceu o ataque. Os contragolpes com Branquinho e Paulo Baier não vieram, no entanto. Neto, goleiro atleticano, trabalhou mais que Fábio. Farías e Bruno Mineiro, os centroavantes das duas equipes, pouco pegaram na bola até o intervalo. Cruzeiro no ataque: Cuca trocou Everton por Roger para a etapa final. O meia ex-Fluminense puxou sua equipe mais para o centro do campo e explorou também a esquerda. Equilibrou a equipe celeste e os espaços apareceram. Carpegiani, então, deu sequencia ao duelo tático. Tirou González, colocou Guerrón, e o equatoriano caiu pela direita, para contragolpear e marcar o lado esquerdo rival quando sem a bola. Branquinho passou para o centro do campo e acompanhou Henrique quando este avançava. Veloz na saída de bola, o Furacão permitiu ao Cruzeiro mais posse de bola. Os minutos se passaram e a partida seguiu travada e equilibrada. Hora para mais substituições. Saem os centroavantes: Farías deu lugar a Robert na Raposa. Cuca manteve as características da sua equipe. Carpegiani trocou Bruno Mineiro por Maikon Leite. Deu ainda mais velocidade e acenou com o contra-ataque. Ação imediata de Cuca: substituiu Rômulo por Jonathan na lateral direita. Afinal, era naquele espaço que Maikon Leite atuaria. Nieto, centroavante alto e forte, ainda entrou no lugar de Paulo Baier. E enquanto os dois técnicos jogavam uma partida de xadrez, o 0×0 foi se consolidando. O Furacão chegou à trave de Fábio em cobrança de falta de Paulinho. Neto foi ótimo em saídas de bola e defendeu chute difícil de Robert aos 46. Foi uma partida interessante em termos táticos, mas que não fluiu como poderia.

Links e Fontes

Transmissão

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