Cruzeiro 0x0 Atlético-MG - 03/04/2005

De CruzeiroPédia .:. A História do Cruzeiro Esporte Clube
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Confrontos
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Por temporada
Escudo Atlético-MG.png 0x1 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Betim.png 1x1 Escudo Cruzeiro.png
Por Campeonato Mineiro
Escudo Atlético-MG.png 0x1 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Betim.png 1x1 Escudo Cruzeiro.png
No estádio Ipatingão
Escudo Betim.png 0x3 Escudo Cruzeiro.png Gol aos do Escudo Betim.png 1x1 Escudo Cruzeiro.png
Contra Atlético-MG
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Escudo Cruzeiro.png
Cruzeiro
0 × 0 Escudo Atlético-MG.png
Atlético-MG
2ª jogo da semifinal do Campeonato Mineiro
Data: 3 de abril de 2005 Local: Ipatinga, MG
Horário: 16:00 Estádio: Ipatingão
Árbitro: Héber Roberto Lopes Público pagante: 18.779
Assistente 1: Aristeu Tavares Público presente: Não disponível
Assistente 2: Hilton Moutinho Rodrigues Renda: R$ 296.800,00 R$ 296.800 <br />Cr$ 296.800 <br />NCr$ 296.800 <br />Cz$ 296.800 <br />NCz$ 296.800 <br /> (preço médio: R$ 15,80 )
Súmula: Não disponível
Escalações
Cruzeiro: Atlético-MG:

1. Fábio 1. Danrlei
2. Ruy Cartão amarelo recebido aos 2. George Lucas
3. Edu Dracena 3. André Luiz
4. Marcelo Batatais Cartão amarelo recebido aos 4. Henrique
5. Athirson 5. Rubens Cardoso
6. Maldonado 6. Ataliba Substituição realizada de jogo ( Márcio Araújo )
7. Marabá 7. Amaral Cartão amarelo recebido aos
8. Jardel Substituição realizada de jogo ( Diogo Mucuri ) 8. Leandro Smith Cartão amarelo recebido aos Substituição realizada de jogo ( Enrico )
9. Kelly Substituição realizada de jogo ( Jean ) 9. Prieto Cartão amarelo recebido aos Cartão amarelo recebido aos Cartão vermelho recebido aos
11. Lopes Substituição realizada de jogo ( Adriano Gabiru ) 10. Rodrigo Fabri Cartão amarelo recebido aos
9. Fred Cartão amarelo recebido aos 11. Quirino Substituição realizada de jogo ( Marcelo Sá )
Técnico: Levir Culpi Técnico: Procópio Cardoso
Reservas que não entraram na partida
Cruzeiro: Atlético-MG:


Transmissão

  • Sportv

Contexto

Zero a zero com sabor de vitória para o Cruzeiro. A classificação celeste para a final do Campeonato Mineiro veio depois de um jogo duro, cheio de faltas, mas limpo. O Ipatingão recebeu um dos melhores clássicos dos últimos tempos, que se não foi um primor de qualidade técnica, pelo menos valeu pela garra e determinação dos dois times. Mas saiu classificado o time que fez a melhor campanha, dono da melhor defesa e do artilheiro do Campeonato, e ainda, que conseguiu ampliar a vantagem no primeiro jogo.

O clima era de clássico dos velhos tempos, com muito bate-boca de bastidores, todos reclamando da arbitragem, declarações polêmicas, provocações, desfalques. Na boca de todos, apenas um consenso: “o clássico é imprevisível e tudo pode acontecer”. O Atlético entrou em campo com cinco desfalques, precisando vencer por dois gols de diferença e o Cruzeiro, folgado com a vantagem conquistada ao longo do Campeonato e ampliada no Mineirão, começou a partida ciente de que poderia perder até por um gol. Os dois prometendo empenho e jurando motivação.

Como foi o jogo

Primeiro Tempo

O Cruzeiro começou melhor. Nos primeiros cinco minutos, o ataque celeste parecia mais tranqüilo, tocava a bola e tentava abrir espaços. O Galo tinha pressa, mas custou um pouco até conseguir empreender o primeiro ataque. Sensação de perigo, mesmo, as torcidas só experimentaram aos 12 minutos, em um escanteio cobrado da direita do ataque celeste por Athirson. O lateral bateu com muito veneno, exigindo elasticidade e reflexo de Danrlei, que por pouco não foi surpreendido por um gol “olímpico”.

O jogo rapidamente ficou equilibrado, principalmente no meio-de-campo, que tinha forte marcação dos dois lados. Aos 17 minutos, George Lucas bateu uma falta da intermediária direita, na cabeça de Quirino que tocou para baixo, muito próximo ao gol de Fábio. Na seqüência, Kelly recebeu livre lançamento no ataque, entrou pela área, mas se atrapalhou e foi barrado por Danrlei, em lance de muita coragem do goleiro alvinegro.

O excesso de respeito e a falta de ousadia dos dois times acabaram privando os espectadores de um espetáculo mais emocionante. Durante boa parte do primeiro tempo, o que se viu foi um jogo truncado, cheio de faltas no meio e com poucas chances na frente. Uma das apostas de Levir Culpi foi a inversão constante dos laterais Ruy e Athirson. Aos 30 minutos, Ruy recebeu pela esquerda do ataque, driblou o zagueiro e bateu rasteiro, para boa defesa de Danrlei.

A resposta do Galo veio cinco minutos depois, na melhor chance do time no primeiro tempo: Quirino recebeu excelente lançamento de Fabri, sozinho e na cara do goleiro Fábio, que saiu aos pés do atacante e salvou o Cruzeiro. Os últimos minutos foram de pressão total do Cruzeiro. Foram seguidas chances, primeiro com Fred aos 39, depois com Lopes aos 40 e por fim Kelly, perdendo um gol incrível depois de receber passe açucarado de Fred, aos 43 minutos.

O Atlético ainda teria uma falta próxima à área celeste, já aos 45 minutos, que George cobrou e Fábio, bem colocado, saltou para defesa firme no canto direito baixo do gol do Cruzeiro. Fim de primeiro tempo, jogo difícil, Cruzeiro 0 x 0 Atlético.

Segundo Tempo

O Atlético voltou para a segunda etapa com uma alteração, Marcelo Sá no lugar de Quirino, que se machucou, enquanto o técnico Levir Culpi, do Cruzeiro, optou por entrar com Diogo Mucuri no lugar de Jardel. Mesmo sem os chamados “atacantes natos” em campo, o Atlético entrou com tudo, querendo surpreender. Sem pressa, o Cruzeiro tentava tocar mais a bola, sem mostrar intenção de fazer retranca. Mais aberto, o jogo prometia mais emoções que no primeiro tempo.

Logo aos seis minutos, depois de alguns ataques menos incisivos dos dois lados, Prieto acertou um forte chute em direção ao gol de Fábio, que teve que se esforçar e fazer mais um boa defesa. O Atlético estava bem melhor e aos 10 minutos, Rubens Cardoso fez bom cruzamento da esquerda, para chegada de Leandro Smith. Livre dentro da área, o meia bateu forte, de primeira, mas sem direção. Na resposta celeste, Ruy recebeu livre na área e bateu, só que prensado, mandando a escanteio.

O Cruzeiro melhorou e deu dois sustos seguidos na defesa alvinegra. Primeiro com Fred, recebendo cruzamento de Athirson pela direita e depois com Ruy, que desceu com a bola dominada, driblou bem a zaga do Atlético e bateu forte no canto, para defesa firme de Danrlei. Logo em seguida, um confusão na área do Galo, a bola foi rolada para Athirson, de frente para o gol, mas o lateral errou o chute, que saiu mascado. Preocupado com a reação celeste, Procópio resolveu mexer de novo, tirando Ataliba e entrando com Márcio Santos e pouco depois, colocando o atacante Enrico no lugar de Leandro Smith, que estava jogando no meio-campo.

O jogo melhorou e o Atlético voltou a equilibrar. Aos 25, Rodrigo Fabri desceu mais uma vez ao ataque, fez um carnaval na defesa do Cruzeiro e bateu forte, para outra grande defesa de Fábio. 31 minutos, falta muito perigosa para o Atlético, George Lucas bateu colocado no canto, mas Fábio, em grande fase, afastou o perigo. Aos 38 minutos, a situação do Galo, que já estava complicada por causa da diferença de gols a tirar, ficou ainda pior. Depois de muitas faltas duras e um cartão amarelo, o argentino Prieto deu um chute em Fred e acabou expulso

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