Atlético-MG 1x1 Cruzeiro - 03/05/2009

De CruzeiroPédia .:. A História do Cruzeiro Esporte Clube
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Confrontos posteriores e anteriores
Por temporada
Escudo Cruzeiro.png x Escudo Atlético-MG.png Gol aos  do Escudo Universidad de Chile.png 1x2 Escudo Cruzeiro.png
Por Campeonato Mineiro
Escudo Cruzeiro.png x Escudo Atlético-MG.png Gol aos  do Escudo Cruzeiro.png 6x0 Escudo Uberlândia.png
No estádio Mineirão
Escudo Cruzeiro.png x Escudo Atlético-MG.png Gol aos  do Escudo Cruzeiro.png 2x0 Escudo Flamengo.png
Contra Atlético-MG
Escudo Cruzeiro.png x Escudo Atlético-MG.png Gol aos  do Escudo Cruzeiro.png 0x3 Escudo Atlético-MG.png

[edit]

Escudo Atlético-MG.png
Atlético-MG
1 × 1 Escudo Cruzeiro.png
Cruzeiro
Jogo de volta - Final - Campeonato Mineiro 2009
Data: 3 de maio de 2009 Local: Belo Horizonte, MG
Horário: 16h00 Estádio: Mineirão
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva Público pagante: 38.186
Assistente 1: Carlos Berkenbrock Público presente: 40.000
Assistente 2: Katiuscia Medonça Renda: R$ 945.846,50 R$ 945.846,5
Cr$ 945.846,5
NCr$ 945.846,5
Cz$ 945.846,5
NCz$ 945.846,5
(preço médio: R$ 24,77 )
Súmula: Súmula
Escalações
Atlético-MG: Cruzeiro:
1. Juninho 1. Fábio
2. Marcos Rocha 2. Jancarlos Cartão amarelo recebido aos 13  (1T) 13'  (1T)   Substituição realizada 62 de jogo 62 ( 15. Elicarlos )
3. Marcos (C) 3. Léo Fortunato
4. Welton Felipe Cartão vermelho recebido aos 89 89'   4. Gustavo Schiavolin Cartão amarelo recebido aos
5. Rafael Miranda Cartão amarelo recebido aos 40  (1T) 40'  (1T)   5. Fabrício Substituição realizada  de jogo ( 16. Sorín )
6. Júnior 6. Gerson Magrão Cartão amarelo recebido aos 16  (2T) 16'  (2T)  
7. Carlos Alberto Cartão amarelo recebido aos Cartão amarelo recebido aos Cartão vermelho recebido aos 51 51'   7. Marquinhos Paraná
8. Márcio Araújo 8. Henrique Cartão amarelo recebido aos 32  (1T) 32'  (1T)  
9. Diego Tardelli Cartão amarelo recebido aos 2  (2T) 2'  (2T)   9. Soares Substituição realizada 53' de jogo 53' ( 9. Wellington Paulista Cartão vermelho recebido aos )
10. Fabiano Gol aos 16 do 16' Substituição realizada  de jogo ( 14. Júnior Carioca ) 10. Wagner Cartão amarelo recebido aos 28  (1T) 28'  (1T)  
11. Eder Luis 30. Kléber Gol aos 21 do  (1T) 21'  (1T) Cartão amarelo recebido aos
Técnico: Emerson Leão Técnico: Adilson Batista
Reservas que não entraram na partida
Atlético-MG: Cruzeiro:
20. Édson 12. Andrey
13. Thiago Feltri 14. Camilo
15. Yuri 15. Elicarlos
16. Lopes 17. Bernardo
18. Kléber
19. Tripodi


Pré-Jogo

O Cruzeiro abriu ampla vantagem no 1º jogo e pode garantir, esta tarde, no Mineirão, seu 36º título estadual. Alguns torcedores, teleguiados por cronistas federais, consideram irrelevante um título que dizem ser rural.

As multidões que têm lotado os estádios de norte a sula do país, divergem destes “sábios eurotabajaras”. Os estaduais, ainda que não valham nada, que não levem a lugar algum, mantêm vivas as rivalidades que realmente contam: as locais.

Ou algum sábio eurotabajara imagina que haja realmente uma rivalidade entre Cruzeiro e São Paulo ou entre Sport e Palmeiras? Definitivamente, não existe.

E o pior é que, salvo raras exceções, os rivais estaduais só se encontram nos torneios nacionais em jogos “pra cumprir tabela”. Nos estaduais, sim, eles disputam, mano-a-mano sua guerra particular. E isto, por mais que os sábios europeus da crônica federal tentem apagar, continua valendo no imaginário das torcidas.

Por estas e outras, mesmo com ampla vantagem, o Cruzeiro não deveria poupar jogadores. Importante, hoje, é confirmar o título e vencer mais um clássico o que, por si só, representa outro título.

Mas, a julgar pela escalação fornecida pelo Superesportes, não á assim que o Cruzeiro encara a decisão. Por isto, além dos titulares suspensos e contundidos – Ramires, Leonardo Silva e Thiago Ribeiro – o time jogará sem Jonathan, Marquinhos Paraná e Kléber.

Menos mal que o discurso seja de respeito ao rival na Toca da Raposa, que parece ter ficado imune ao oba-oba das ruas.

Agora, resta saber o quanto de poderio o time celeste perderá com os desfalques, forçados ou não. O rival, certamente, mandará a campo escalação melhor do que a do primeiro jogo.

Ao jogo. Se possível, sem violência. O que, com um pouquinho de inteligência, o torcedor poderá evitar para seu próprio benefício. E o de sua mãe que, certamente, gostará de recebê-lo para o almoço do próximo domingo.

Lance a lance

Primeiro Tempo

Segundo Tempo

Fotos

20090503 Mineirão.jpg
Raposão e torcida do Cruzeiro no Mineirão.
(Crédito: Autor Desconhecido)

Atuações

  • Fábio – Errou duas reposições no começo do jogo e não conseguiu interceptar o cruzamento que originou no gol atleticano, mas recuperou-se e passou tranquilidade ao time. Inclusive quando dividiu uma bola e reclamou civilizadamente da entrada maldosa de Diego Tardelli. Naquele momento, se não tivesse inteligência e bom senso, poderia ter provocado uma confusão que só interessava ao adversário. No 2º tempo, não foi exigido e só apareceu para apaziguar o conflito gerado pela entrada covarde de Welton Felipe em Kléber. Foi um capitão sereno. Um líder.
  • Jancarlos – Bom no apoio, lento na recomposição, deixou espaços por onde o adversário criou várias jogadas no 1º tempo.
  • Elicarlos – Entrou para trancar o corredor da direita, em revezamento com Marquinhos Paraná. E deu conta do recado.
  • Léo Fortunato – Um gigante na área. À moda beque-beque, despachou todas as bolas que apareceram na área, viessem elas pelo alto ou por baixo. Não inventou como tem de ser em clássicos.
  • Gustavo Schiavolin Schiavolin – Começou mal, perdendo bolas quando pressionado na saída de jogo. Com o tempo, tranqüilizou-se e cresceu muito na partida. Não fosse pelo início indeciso, poderia muito bem concorrer aos prêmios de melhor em campo.
  • Gerson Magrão – Começou perdendo o duelo para Marcos Rocha, mas com o tempo foi tomando conta do setor esquerdo e a criar boas jogadas ofensivas.
  • Henrique – Teve dificuldades para marcar Júnior e Tardelli que jogavam nos espaços deixados por Jancarlos no início da partida. Melhorou com o correr da partida e até contribuiu com o olé que amansou o rival no 2º tempo.
  • Fabrício – Um monstro! Mandou soltar e mandou prender como um Xerife (ou, pra homenagear o Evandrão, à moda estadunidense, Sheriff) de responsa! Tomou conta do jogo, botou ordem na casa quando o time estava mais pressionado. Saiu exausto para dar lugar a Sorín, que a torcida queria homenagear. Como prêmio, o carrinho-maca o levou até à boca do túnel enquanto a torcida gritava seu nome.
  • Sorín – A pedido da torcida, entrou para participar da festa e ser homenageado pela galera. Tentou marcar um gol de falta no último lance da partida, mas a bola, insensível ao clamor popular, desviou na barreira. De prático, demonstrou muita disposição para atacar nos 7 minutos em que esteve em campo.
  • Marquinhos Paraná – O melhor jogador do Campeonato Mineiro teve outra bela atuação. No início, também teve dificuldades devido à correria entusiasmada e à marcação avançada do rival, mas não demorou a organizar, com Fabrício, o bloqueio de meio de campo. Por volta dos 20 minutos de jogo tomou conta da partida. Chegou a desaramar adversários sem se mexer, apenas esperando que eles lhe entregassem a bola quando cercados. No final, quando Jancarlos foi substituído por Elicarlos, revezou com o volante reserva na lateral-direita. Para premiar a galera, criou a mais bela jogada do clássico quando entrou driblando na área emplumada e, por pouco, não faz o gol mais bonito do torneio.
  • Wagner – Faltou fazer o gol de bate-pronto, no 2º tempo. A bola roçou o poste esquerdo do arco defendido por Juninho. Se tivesse ido às redes, a bola faria justiça a mais uma bela atuação do, agora Apache, em superclássicos. Wagner tem longa hsitória partidaças neste jogo. A de ontem não foi a maior, mas também foi excelente pelos deslocamentos, passes e tabelas de qualidade.
  • Soares – Boa partida. Deslocou-se pelos dois lados do campo, sofreu pênalti, enfim, contribuiu decisivamente para a manutenção da invencibilidade de 12 partidas que o Cruzeiro acumula no Superclássico.
  • Wellington Paulista – Disposição incrível para brigar com a zaga e alguma falta de jeito no controle da pelota. Deu um passe de cabeça que, por pouco, não resultou em gol de Kléber. No final, foi expulso injustamente ao tentar impedir que Welton Felipe agredisse Kléber, que estava caído no gramado. Entra para a história das grandes decisões ao repetir o gesto de Carlinhos Sabiá que, em 1984, correu pela pista do estádio com uma grande bandeira do Cruzeiro.
  • Kléber – Outro grande nome do clássico. Além do gol, batendo pênalti de forma simples e eficiente, prende a bola, deu bons passes e deixou descontrolada a defesa adversária aponto de os dois beques emplumados, no fim da partida, terem optado pela agressão covarde a ele ao invés de tentar Pará-lo na bola.
  • Adílson Batista – Não brincou em serviço. Escalou um time forte e, no intervalo, consertou os erros de marcação que permitiram os melhores momentos do rival no 1º tempo.
  • Torcida – Sem exagero algum, representava 98% dos 40 mil torcedores presentes. Fez festa, divertiu-se com as dificuldades do rival, provocou o treinador, o melhor jogador e o kartola adversário. Sobrou deboche até apara a mídia. Tudo em paz como convém a uma partida de futebol.
  • Juiz & Bandeira – Tecnicamente, Leonardo Gaciba da Silva esteve perfeito. Mas falhou ao compensar a justa expulsão de Welton Felipe com um injusto cartão vermelho para Wellington Paulista. O bandeira Carlos Berkenbrock não errou. E a bandeirinha capixaba, Katiuscia Mendonça, acertou ao anular o gol de Tardelli, que estava impedido. E teve personalidade pra não se deixar abater pelos desaforos que ouviu do treinador vice-campeão.
  • Adversários – Eder Luiz tem um bom início, mas foi se apagando à medida em que a partida avançava. Júnior criou boas jogadas e Tardelli foi quem mais incomodou a defesa celeste. Marcos rocha, apesar do pênalti desnecessário que cometeu, teve boa participação ofensiva. E Rafael Miranda, finalmente, jogou uma boa partida. Não fosse o papelão que ofereceu ao invadir o campo, destratar duas mulheres, uma repórter e a banderinha e falar palavrões aos microfones, Emerson leão também teria merecido destaque. Afinal, desta vez, seu time jogou bons 45 minutos iniciais e razoáveis 45 finais com um jogador a menos.

O que foi dito

  • “Quero, de coração, oferecer esse título ao Adilson Batista, um treinador que, em duas edições de Campeonato Mineiro, perde um jogo somente, mesmo assim com time misto. Às vezes, ele tem que estar provando a cada dia que é competente, mas, hoje, ele é reconhecido hoje no Brasil inteiro como um grande treinador. No meu entendimento, às vezes, falta um pouquinho de reconhecimento aqui em Minas Gerais com relação ao trabalho dele, que está sendo visto no mundo inteiro. Esse título, merecidamente, é dele. É o único treinador da história do Cruzeiro que aplicou duas goleadas em duas finais consecutivas contra o Atlético-MG e é bicampeão mineiro com muito mérito. Então, parabéns ao Adilson!” (Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro)
  • “Parabéns ao Cruzeiro. Pena que o time tirou o pé demais. Seria mais gostoso ter feito como no ano passado em que ganhou a 2ª partida também. E que papelão fez o Sr. Leão! Foi ridículo. E aquele zagueiro tosco que, do nada, resolveu chutar o Kléber?! Ele deve ter se achado muito homem, mas homem de verdade faz na cara, não pega por trás. Coisa de jogador de time pequeno.” (Edu Mano, torcedor do Cruzeiro)
  • “A tônica do jogo foi o Atlético-MG querendo acabar com o tabu e o Cruzeiro controlando o adversário e tentando sair nos contragolpes. Como depois do gol alvinegro, o Cruzeiro de imediato, o jogo voltou ao que era.” (Edenílson Marra, torcedor do Cruzeiro)
  • “Foi um jogo pra cumprir tabela e entregar faixas. O Cruzeiro entrou, nitidamente, com o freio de mão puxado. Não forçou a barra, pois não precisava. O Atlético-MG jogou fechadinho, pra não tomar outra balaiada, saindo nos contra-ataques puxados pela dupla Eder Luis (que não consegue acertar passes) e Diego Tardelli. Eles deram algum trabalho, mais pela limitação do Jancarlos, pela direita, e do Gustavo Schiavolin, pela zaga na esquerda. O Cruzeiro deixou alguns espaços, mas como o título estava garantido, não havia muito porque se preocupar. Do meio pra frente, Wagner jogou bem, assim como Kléber. Soares sofreu o pênalti e correu bastante. Sorín foi justamente homenageado. Fim de papo, foram todos comemorar no Baby Beef, exceto o Kléber que está na Rede Minas concedendo entrevista.” (Frede Amaral, torcedor)
  • “Jogou-se a culpa em todo mundo, mas, no final, ele [presidente do Clube de Lourdes] se disse culpado pela derrota. Mas não precisa ficar triste não, porque o culpado não foi ele. Culpados foram o Kléber, o Ramires, o Fábio. Culpada não é ‘essa quadrilha’, mas sim esse esquadrão que nós montamos.” (Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro)
  • “Fico muito feliz de conquistar este título com a camisa do Cruzeiro. Espero ser o primeiro de muitos. Tenho o objetivo de conquistar uma Libertadores. Quando voltei ao Brasil, voltei com este pensamento. O Cruzeiro tem um grande time e tem condições de conquistar este campeonato. Pra mim, seria um ano completo. Fico chateado com a agressão. Tem jogador que desiste de jogar e dar seu melhor para fazer este tipo de coisa. De repente, um dia, podemos cair em um mesmo clube e ficaria uma situação muito chata. Isto é pra ganhar ponto com a torcida. Nós temos é que respeitar o atleta, o profissional, porque ainda vamos nos encontrar muito por aí.” (Kléber, atacante do cruzeiro sobre a agressão praticada contra ele, por Welton Felipe)
  • “Sabemos da importância que o torcedor tem pra gente. Quando eles comparecem a motivação é muito maior. Às vezes o torcedor não sabe da importância que ele tem para um time. Teve vezes que vimos o estádio vazio e isto nos deixou um pouco chateados. Mas depois o torcedor compareceu e nos incentivou. Espero que eles continuem comparecendo porque este ano vamos dar nosso máximo para ganhar títulos para eles.” (Kléber, atacante do Cruzeiro)
  • “Não havia motivo pra me expulsar.O Welton Felipe pegou o Kléber e queria bater nele. O Marcos chutou a cabeça dele por baixo e o juiz não fez nada. Eu vi isto. Mas agora vamos festejar. Fomos campeões invictos. A gente merece.” (Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro)
  • “Fico muito feliz com este título. No ano passado, caí e agora fui campeão. Fui uma mudança radical e vou comemorar. Caí com o Ipatinga, mas agora estou no Cruzeiro. Tive altos e baixos, mas agora estou realizado.” (Gerson Magrão, lateral-esquerdo do Cruzeiro)
  • “Fizemos o resultado no primeiro jogo e hoje ficamos administrando. Fomos campeões invictos. Todos estão de parabéns. Isto é bom porque está nos marcando na história do Cruzeiro. Vencemos o campeonato do ano passado e, agora, conseguimos ganhar outra vez.” (Henrique, volante do Cruzeiro)
  • “Agora, como torcedor, cobro mais do time do que nos tempos em que era presidente. É outro jeito de ver o futebol.” (Alvimar Oliveira Costa, ex-presidente do Cruzeiro)
  • “A sensação é muito boa. Ser o melhor time do estado. Estou muito orgulhoso dos meu companheiros e dos torcedores. Amo muito o Cruzeiro e isto é muito bom. Faltou fazer um golzinho, mas ficou para a próxima. Fico muito feliz. No lance da falta, pedi pra a bola dar uma forcinha, mas, mesmo assim, estou contente e comemorando com minha filha.” (Juan Pablo Sorín, lateral-esquerdo do Cruzeiro)
  • “Parabéns também pra essa torcida maravilhosa. A torcida do Cruzeiro está acostumada a conquistar títulos. Nós mostramos a força de nossa torcida. No primeiro jogo, nós vendemos antecipadamente 20% a mais de ingressos. Isso vem mostrar qual torcida realmente é forte. Com todo respeito que eu tenho à torcida adversária, mas a do Cruzeiro é única.” (Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro)
  • “Gostaria de parabenizar aos jogadores de qualidade que temos, ao torcedor, ao profissionalismo da diretoria do Cruzeiro, à estrutura do clube. Estão todos de parabéns. Vamos comemorar agora com os meninos, e depois, na segunda-feira, voltar a trabalhar forte, com a mesma seriedade, para que possamos na quinta-feira fazer um grande resultado lá. O grupo está bem concentrado no trabalho e sabe de sua capacidade. Tem consciência do potencial e temos que trabalhar muito para ultrapassar as adversidades. É um time organizado, estruturado, bem administrado, sabe contratar, e isso acaba facilitando o trabalho. Tenho confiança, sei do potencial, desde que cumpram, respeitem e trabalhem coletivamente. Acho que temos um caminho bonito pela frente.” (Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro)
  • “Nós já temos uma pedreira no meio da semana, temos um jogo difícil no Chile e depois temos o jogo contra o Flamengo. Campeonato Brasileiro a gente sabe as dificuldades que é, mas estou animado, acho que estamos entre os quatro, cinco melhores times do Brasil. Com esse time, acho que ainda podemos dar muitas alegrias para o torcedor.” (Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro)
  • “Parabéns cruzeirenses, rubronegros baianos, pernambucanos e cariocas, corintianos, avaianos, atleticanos paranenses, esmeraldinos, brasiliensistas, tricolores cearenses, sousistas, assuistas e juventistas acreanos! Justos e merecidos campeões estaduais de 2009. Espero não ter esquecido ninguém…” (Paulo Sanchotene, gremsita, esquecendo-se apenas do campeão gaúcho)

Fontes

Transmissão

  • Sportv